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Poesias Recados

Tudo que eu amei


Esta semana, me emocionei ao reler um dos poemas mais tocantes de Edgar Allan Poe, Alone (“Sozinho”). Este, ao lado de A Dream within a Dream (“Sonho dentro de um Sonho”), figura como uma das mais sinceras e apropriadas manifestações humanas de um escritor adulto.

É com a primeira metade desta joia de inspiração que me despeço de todos os caminhantes que me acompanharam ao longo desta aventura terrestre. 🙂

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Poesias

Uma Voz em meio ao Silêncio


Canto a ti, ó minha Voz,
Que ecoas entre os chefes,
Gritas pelas nuas esquinas,
Soluças pelos bares
E atentas contra meu sono.

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A Casa e o Caminho


Nos últimos trinta dias, uma das coisas que eu mais ouvi é que não tem jeito, não. Realmente, após caminhar, chorar, sorrir, gostar e desgostar, iludir-se e desiludir-se tanto, e cada vez mais rapidamente, percebemos que nossa Casa é onde o Coração vibra e repousa, e que o Caminho de nossas Vidas é composto de destinos jamais definidos com precisão.

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Para voltar


Para voltar,
Você me pede para voltar.
Voltar aonde,
Para o quê, para quem?
Naquela noite,
Pelo reflexo de uma janela de ônibus,
Vi uma flor atômica se abrir no horizonte.
Ao tom calmo de uma eutanásia anunciada,
Recebi um decreto:
“Exploda esse campo! Não dá para suportar!”