Tragédia com a Chapecoense e oportunismo político


A seguir, um vídeo com comentários meus acerca dessa triste página do esporte mundial, o acidente com o avião da Lamia que matou 71 pessoas nas montanhas da Colômbia e fez desaparecer o melhor time catarinense de todos os tempos, da Associação Chapecoense de Futebol.

Também falo sobre o conceito de heroísmo à luz do espírito de gado da atual espécie humana, enquanto comento o oportunismo da casta suína de Brasília, que se aproveitou, de forma repugnante, da tragédia para fazer passar leis totalmente imorais sob o debochado título de “pacote de medidas anti-corrupção”.

Neve, pela primeira vez, no Morro do Cambirela (Palhoça, SC)


Yesss! Nós também temos neve!

Como de costume, durmo tarde e acordo lá pelas 10 horas da manhã. Hoje, minha esposa me despertou mais cedo, dizendo: “Júlio, venha ver! Venha ver uma coisa!” Eu, já com a cara “feia”, pensei que se tratasse de algum “pepino”.

Não, aqui em Palhoça, todos foram acordados por essa visão:

Morro do Cambirela, Palhoça, SC. Foto tirada em 23/07/2013, 08:00
Morro do Cambirela, Palhoça, SC. Foto tirada em 23/07/2013, 08:00

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De acordo com a meteorologista da Epagri, Marilene de Lima, a neve, que ocorreu devido a uma combinação de umidade e temperaturas entre 0ºC e 1ºC, não deve se repetir nos próximos dias em Santa Catarina.

— Com a chegada de uma massa de ar seco e frio a chance de neve passou e favorece a formação de geada em SC — disse Marilene, salientando o risco de geada negra, devido ao vento.

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Fonte: Imagens Crônicas.

Símbolos Maçônicos no Palácio Cruz e Souza

Pintura no teto da entrada.do Museu: Gêmeos Castor e Pólux com o Caduceu nas mãos.

Qual o nexo entre as fotos abaixo?

Essas três fotos foram tiradas de meu celular dentro do Museu Histórico de Santa Catarina (Palácio Cruz e Souza), situado ao lado da Praça XV de Novembro, no Centro de Florianópolis, SC. A foto do exterior do prédio – prefiro já dizer – é retirada do Google Images para ilustrar o local.

A simbologia maçônica está espalhada por todos os cantos da construção. Desde a quantidade de degraus da escada que leva ao pavimento superior (em número de 30), somados aos três assentos da sala de estar onde acabam as escadas (os três graus máximo da Ordem Maçônica conhecida), de costas para o Leste, guardados na entrada de tal sala por duas estátuas de soldados Guardiões, tudo remete à Simbologia Maçônica.

Também há o soalho de mármore em quadriculados pretos e brancos, mais que típicos de lojas maçônicas, logo à entrada do belo prédio. Mas, o que mais me impressionou foi flagrar o Caduceu nas mãos dos Gêmeos (que, astrologicamente, são regidos por Mercúrio-Hermes), cuja origem nos remete ao cetro de Enki, um dos principais deuses sumérios e, segundo as lendas destes, criador do ser humano como é conhecido hoje. Agora, pergunto: qual a ligação entre maçons, Mercúrio, Enki e os segredos por trás da “criação” do Homem.  E por que este símbolo, o caduceu, além das estrelas de oito pontas, está presente num museu histórico de uma região sem nenhuma conexão com gregos e sumérios?

Infelizmente, não pude tirar mais fotos, pois a bateria de meu celular descarregou. A última foto é uma imagem extraída do Google Images para retratar o exterior do dito Museu.

 

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Dona Bilica e o Folclore da Ilha de Santa Catarina


Quando eu falo com alguém de fora de Santa Catarina, seja gaúcho, paulista, carioca ou mineiro, seja no trabalho ou pelas ruas, não há quem não ache peculiar meu sotaque ou linguajar. Também pudera, nasci inserido em uma cultura de forte raiz, numa população com imensas riquezas folclóricas, a saber luso-açorianas, africanas e indígenas!

É admirável (e raro), passadas tantas transformações sociais através dos séculos, num tempo em que a globalização e a virtualização das relações humanas nos tornam quase indistintos de certa forma, que uma população nativa ainda mantenha suas raízes e tradições de forma orgulhosa e quase constante.

Não vou me preocupar em descrever aqui cada um dos elementos de nosso folclore, tais como boi-de-mamão, bernúncia, maricota, pão-por-deus, etc. Basta clicar nos termos acima para ter uma breve descrição dos mesmos. Mas não poderia deixar de explicitar meu orgulho de manézinho através destes dois vídeos, onde é mostrada parte do trabalho da atriz que encarna a Dona Bilica, personagem que já é símbolo do povo da Ilha de Santa Catarina, e que faz parte do Companhia Pé-de-Vento. Assistam:

 

 

 

 

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