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Coronavírus: Recomendações para combate à pandemia


Depois que o Presidente Jair Bolsonaro teve que engolir a fantasia conspiratória sobre o nCoViD-19 (novo Coronavírus), acordamos para a realidade, que não é fake, de que já fomos atingidos pela pandemia do momento.

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A Fosfoetanolamina e a Cura para o Câncer


Ainda que não deseje me alongar demais nesta matéria semanal, um tópico merece atenção especial da minha parte e da dos leitores que me acompanham. Aliás, este tópico requer a atenção de todos os seres humanos com algum senso de responsabilidade e previdência. Falarei sobre a busca dos pacientes com Câncer pela própria sobrevivência e a polêmica Fosfoetanolamina. Afinal, quem garante que jamais sofrerá com o câncer?

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“Planned Parenthood”, ou Infanticídio Planejado


Apesar de eu já ter me pronunciado, definitiva e exaustivamente, sobre o aborto, penso ser útil reavivar a memória dos leitores, bem como dos visitantes que aqui chegam em busca de informações, acerca da grave crise de valores pela qual passa a humanidade atualmente. Hoje, vou falar sobre a organização criminosa, especializada em retalhar bebês, conhecida como Planned Parenthood.

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Nota sobre o Feminismo


Tabus (os quais as feministas chamam de preconceitos e que eu acho normais e sadios, quando não são doentios) existem tanto nas sociedades patriarcais como nas matriarcais. As mulheres das sociedades matriarcais correm o risco de parecerem ainda mais machistas (com ou sem saias) e promíscuas do que os homens nas sociedades patriarcais.

Por exemplo: há aldeias no Vietnã onde cada mulher pode ter vários maridos. Ela pode transar com qual deles ela quiser e quando quiser. Ora, se no Brasil uma amante de um homem só já é mal vista, imagine uma esposa de sete maridos!

Querem todas as benesses sem qualquer responsabilização. Fogem da maternidade (vocação natural primária da mulher) para deixarem de servir (na verdade, ajudar) os homens e se tornarem escravas dos patrões, acumulando milhares de horas em serões para, ao fim de cada noite, gozarem sozinhas seus 2 litros de Napolitano diante da TV.

O poder da mulher é subjacente, subliminar e, por isso, mais efetivo que o do homem. O poder manifesto é do homem, é um símbolo que está além da compreensão humana, é algo natural, acima de rótulos. Não adianta quererem lutar contra esse símbolo.

As feministas querem ter o que os homens têm, ou seja, o poder simbólico do falo. Daí que nasce o fetiche lésbico, fruto de revolta inconsciente contra o que elas não podem ter/ser. Ao invés de exercerem seu poder natural de forma inteligente (o que lhes é peculiar), transformam-se em seres que vagam no Limbo entre sua natureza e sua inveja, piores que cópias de Frankenstein.