Razão Social: Verdade Ltda.


De longe, quando vemos o que as pessoas fazem e dizem, pensamos conhecê-las melhor que elas mesmas. Triunfalmente, mandamos recados criptografados, disfarçados de mensagens bem-intencionadas, pretendendo alfinetar e mostrar que, finalmente, temos a chance de ouro de confrontá-las com aquilo que elas negariam até para Deus (se realmente se lembram d’Ele em certas horas).

Sobre a Violência na Psicopatia


Como se dá o processo de alienação e deformação da personalidade psicopática? Como poderíamos descrever cada um de seus estágios, se nos fosse possível?

Opinando sobre os estupradores e a caminhada de alguns deles dentro da Psicopatia, disse eu em resposta a uma postagem no Facebook:

“Pacientes, conheçam seus direitos!”


“Pacientes, conheçam seus direitos!” — isso é o que ouvi insistentemente de um homem cuja voz bradava com certo desespero, pelas filas de pacientes, às portas do Hospital Governador Celso Ramos (Florianópolis, SC).

Gasparino Martinho Rodrigues, presidente da Associação Amigos da Saúde (Florianópolis, SC)
Gasparino Martinho Rodrigues, presidente da Associação Amigos da Saúde (Florianópolis, SC).

Seu nome é Gasparino Martinho Rodrigues. Com 68 anos, tendo apenas o Ensino Fundamental completo, empresário, natural de Gravatal (SC), é presidente da Associação Amigos da Saúde e conselheiro do Conselho Local de Saúde de Florianópolis. Depois que a esposa foi enviada a Porto Alegre para tratamento médico, teve que pagar todas as custas da viagem e recebido do Governo do Estado apenas a passagem de ida dela, Gasparino ficou sabendo que há leis que protegem o povo nessas circunstâncias difíceis. “O que falta mesmo”, segundo ele, “é o povo se conscientizar e cobrar das autoridades, não se acostumar com esse estado de coisas”.

Despopulação é a grande obsessão da ONU atualmente


 Reduzir a população mundial a níveis mínimos é um dos grandes objetivos das políticas de “saúde”, “educação” e de “direitos humanos” hoje em carga através da ONU, governos em conluio com esta, organismos nacionais, supranacionais, fundações, bancos privados, empresas farmacêuticas e mídia global-sionista. Vários são os pretextos fajutos que são usados para levar a cabo essas medidas, e são inúmeras as formas com que lidam com o assunto. Por vezes, com voz suave da insídia melodramática em favor das “pobres” abortistas feministas, ou então através de discurso ameaçador e chantagista de alguns de seus próceres.

Para os “defensores dos Direitos Humanos”, muitos são os motivos para advogarem o “planejamento familiar” por via das esterilizações em massa e do aborto sistemático: ora dizem que a população crescente levará o sistema energético e a provisão de recursos naturais a um colapso, ora que são crianças e adultos em demasia a passar fome, ou então que os países não são mais capazes de alocar e organizar espaços para novas cidades e que as mesmas, em todo o Mundo, irão explodir. Sobre esses e outros itens, voltaremos a falar mais abaixo.

Que tal começarmos por saber quando surgiram as primeiras teorias sobre a suposta necessidade de diminuição da população mundial (também conhecida como despopulação, ou depopulation em inglês)?