Diga NÃO ao aborto! Diga SIM à Vida!


Obviamente, por eu ser católico, esse tema é (e continuará sendo, enquanto necessário) recorrente neste blog. Mas este assunto é concernente não apenas aos cristãos (genuínos), mas a todos que têm bom senso e são norteados pelo sentimento de Amor à Vida. Há um conflito de matiz ideológica no Brasil (e no Mundo) entre os que defendem o Direito à Vida (art. III da Declaração Universal dos Direitos Humanos) e os que buscam relativizá-lo em prol de suas irresponsabilidades (esses, todos, socialistas e esquerdistas), promovendo o aborto, a eutanásia e a destruição do modelo familiar que garante a continuidade da Civilização.

Utilizando uma das táticas apregoadas por Antônio Gramsci – a saber, a “ocupação de espaços” -, defensores do aborto e outras aberrações socialistas buscam tornar a prática do aborto algo a que a população se acostume, sempre se utilizando de argumentações vazias e a defesa de falsos direitos, ou simplesmente tentando ganhar a parada no grito histérico, principalmente dos LGBTs, que se acham inatacáveis.

É sempre assim! Eles não se cansam, mesmo se contradizendo, ainda que a população diga mil vezes “não” ao aborto, eles não se cansam. E por que não desistem? Não desistem porque isso tudo faz parte de uma agenda unificada, mundial, coordenada por poderosas instituições internacionais e alavancadas pela grande mídia. É preciso que as pessoas se conscientizem acerca dessa situação e se posicionem, exercendo, através de sua cidadania, pressão sobre as autoridades e parlamentares eleitos para que enterrem esses projetos assassinos.

Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

Notas sobre a Hipoglicemia


Hipoglicemia é o evento clínico conhecido como a carência temporária de glicose na corrente sanguínea. Basicamente, a alimentação insuficiente, irregular, com escassez de carboidratos e em intervalos muito longos entre uma refeição e a seguinte, bem como o excesso de insulina administrada ao paciente,  são suas causas mais frequentes.

A medida de glicose normal no sangue é dada por algo entre 60-110 mg/dl. É considerado que um paciente está com hipoglicemia quando esse valor está abaixo de 50 mg/dl, segundo a Dra. Shirley de Campos.

Tende  a acometer com mais frequência aos diabéticos, cuja taxa de glicemia (glicose no sangue) tende a ser mais irregular, devido à incapacidade do pâncreas de produzir insulina e mantê-la estável, o que faz da administração externa de insulina destoe, por vezes, da quantidade de alimentos ingerida pelo paciente.

A hipoglicemia também pode, concomitantemente, afetar a saúde de pessoas que sofrem de hipertireoidismo (hiperatividade da glândula tireoide), que faz com que o corpo absorva mais rapidamente os lipídeos, desfalcando-o de sua reserva secundária de energia quando lhe falte glicose. Coma alcoólico também é causado por hipoglicemia, sendo, por isso, necessária a administração de solução glicosada endovenosa aos pacientes. Além disso, tumores pancreáticos benignos que produzem muita insulina podem provocar a hiperinsulinemia (excesso de insulina no sangue), ocasionando a baixa excessiva da glicemia.  A hipoglicemia reativa, causada por estresse psicológico, faz com que os alimentos ingeridos suscitem a produção de insulina em demasia, provocando os mesmos sintomas acima. Há ainda outras causas para hipoglicemia, que você pode conferir aqui

Para entender como a hipoglicemia acontece, é preciso saber quais os principais tipos de carboidratos presentes em nossa dieta, que são justamente os elementos que faltam no organismo hipoglicêmico no momento em que ocorre tal evento: