Tradução, de minha autoria, do documento “The Jewish Conspiracy”, que é uma transcrição de uma palestra proferida por Benjamin Freeman [1], em 1961. Fonte primária: Overlords of Chaos.

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Os Sionistas mandam nos EUA

Hoje, os Sionistas e seus correligionários têm completo controle sobre o Governo dos EUA. Por várias razões, muito numerosas e complexas para serem abordadas aqui e agora, eles é que realmente governam esses Estados Unidos, e isso faz deles monarcas absolutos desse país. Agora, você pode alegar que essa é uma declaração muito grave, mas deixe-me dizer-lhes o que tem acontecido enquanto todos dormimos.

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Primeira Guerra Mundial

O que aconteceu? A Primeira Guerra Mundial estourou no verão de 1914 [inverno no Hemisfério Sul]. Há algumas pessoas aqui da mesma idade que eu que se lembram bem disso. Aquela guerra fora travada, de um lado, por Grã-Bretanha, França e Rússia, e; do outro lado, pela Alemanha, Áustria-Hungria e Turquia. Nos primeiros dois anos [da guerra], a Alemanha tinha vencido; não apenas oficialmente, mas também de fato. Os submarinos alemães que, então, haviam surpreendido o Mundo, varriam os comboios do Oceano Atlântico. A Grã-Bretanha deixava seus soldados sem munição à deriva, com provisões para apenas uma semana, após o que sucumbiam à fome.

Nesse ínterim, as tropas francesas se amotinaram. Haviam-se perdido 600.000 de jovens da flor da mocidade francesa na defesa de Verdun, no Somme. O Exército russo estava desertando, cada soldado pegando seu banquinho e indo para casa, já que não queriam mais atuar numa guerra sob o mando do Czar, de quem não gostavam. Além de que, também, as fileiras italianas caíram.

Nenhum tiro havia sido dado contra o território alemão. Nenhum soldado inimigo havia cruzado a fronteira. E — vejam bem —, a Alemanha propunha um acordo de Paz à Grã-Bretanha. A Alemanha oferecia uma paz negociada na qual os juristas evocam um status quo ante base. É como se os alemães dissessem: “Vamos anunciar o fim da guerra e deixar que as coisas fiquem como estavam antes do início dela”. A Grã-Bretanha, no verão de 1916, considerava seriamente essa proposta. Os britânicos não tinham escolha. Ou aceitavam a Paz negociada que a Alemanha, generosamente, lhes oferecia, ou continuavam na guerra da qual sairiam totalmente derrotados.

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Beco sem saída: os Sionistas propõem trazer os EUA à Guerra

Enquanto tudo isso acontecia, os Sionistas na Alemanha, que representavam os Sionistas da Europa Oriental, se dirigiram ao Gabinete de Guerra britânico (sem me alongar muito, lhes asseguro que tenho documentos que atestam o que digo aqui) e disseram [aos britânicos]: “Prestem atenção! Vocês ainda podem vencer esta Guerra, não têm que desistir agora nem aceitar os termos de Paz oferecidos a vocês pelos alemães. Vocês ainda podem vencer esta Guerra se os EUA vierem como vossos aliados.” Os EUA, então, ainda não haviam entrado na Guerra [nem teriam entrado, na verdade]. Nós estávamos numa boa. Éramos jovens, ricos e muito poderosos.

Então, [os Sionistas] falaram aos ingleses: “Nós asseguraremos a entrada dos EUA na Guerra como vossos aliados, para lutar ao vosso lado, se você nos prometer [a cessão da] a Palestina logo após a vossa vitória.” Trocando em miúdos, o acordo era esse: “Conseguiremos fazer dos EUA vossos aliados nessa Guerra. Em troca, queremos de vós a Palestina logo que tenhais derrotado a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Turquia”. Então, mas a Inglaterra tinha tanto direito de prometer a Palestina a qualquer país quanto os EUA o tinham de prometer o Japão à Irlanda, fosse por qual razão fosse!

É completamente absurdo conceber que a Grã-Bretanha, que jamais teve qualquer ligação, interesse ou direito sobre o que era conhecido como Palestina, a negocie com os Sionistas, a peso de ouro, em troca do apoio dos EUA na Primeira Guerra Mundial. Entretanto, assim mesmo, eles prometeram a Palestina aos Sionistas, em outubro de 1916. E, em pouco tempo depois (não sei quanto, talvez alguns aqui se lembrem), os EUA que, até então, em política externa, eram quase totalmente Pró-Alemanha, entraram na Guerra como aliados da Grã-Bretanha.

Afirmo que os EUA, antes de entrarem na Guerra, eram quase totalmente pró-Alemanha porque os jornais aqui eram controlados por judeus, os banqueiros eram judeus e quase todos os grandes meios de comunicação de massa neste país [EUA] eram controlados por judeus. E, eles, judeus, até então, se posicionavam a favor da Alemanha. Mas, por qual razão? Porque muitos deles eram naturais da Alemanha e a Alemanha estava combatendo o Czar russo. Eles detestavam o Czar e o regime czarista russo. Valia, inclusive, apoiar e financiar a Alemanha enquanto esta estivesse combatendo a Rússia. Os banqueiros judeu-alemães no EUA se recusaram a financiar França e Inglaterra enquanto esta estivesse lutando ao lado dos russos. Eles cruzaram os braços e diziam: “Enquanto França e Inglaterra estiverem lutando com os russos, nenhum centavo mais para eles”. E eles financiaram a Alemanha, drenando-lhe muito dinheiro e lutando ao lado dos alemães contra os russos, tendo em vista enfraquecer e destituir o regime czarista [o que veio, por meio do terrorista Lênin & caterva sionista, a acontecer em 1917, terminando com o massacre da família Românov a sangue frio].

Agora, esses mesmos judeus, que antes apoiavam e financiavam a Alemanha, percebendo a chance que teriam de obter a Palestina, foram aos ingleses e ofereceram-lhe este acordo. A partir de então, tudo mudou, como a luz de um semáforo que muda de vermelho a verde. Onde os jornais apoiavam a Alemanha, relatando as dificuldades que a Alemanha enfrentava ao lutar contra os britânicos, comercialmente e em outras áreas, tudo mudou, subitamente. Os alemães já não eram mais boas pessoas, mas bandidos. Eram, então, bárbaros, que atiravam em enfermeiras da Cruz Vermelha e decepavam as mãos dos bebês. Pouco depois de a propaganda midiática mudar bruscamente, Presidente [Woodrow] Wilson, dos EUA, declarava guerra à Alemanha.

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A Declaração Balfour precipitou a América dentro da Guerra

Os Sionistas haviam enviado informantes aos EUA, aos Brandeis [2] da Justiça, dizendo-lhes: “Vão ao Presidente Wilson. Nós conseguimos o que queríamos dos ingleses. Vão até ele e façam-no colocar os EUA dentro da Guerra”. Foi dessa forma que os EUA ingressaram na Guerra. A Guerra não nos interessava. Não tínhamos mais motivos ou direito de entrar na Guerra que de estar na Lua, neste momento, ao invés de estar nessa sala. Não havia qualquer razão para que a Primeira Guerra Mundial viesse a ser a nossa Guerra. Fomos arrastados para ela (ou, como queiram, sugados para dentro dela), simplesmente porque os Sionistas precisavam abocanhar a Palestina. E isso é algo que jamais alguém contou ao povo norte-americano. O povo jamais soube por qual motivo, exatamente, entramos na Primeira Guerra Mundial.

Logo após entrarmos na Guerra, os Sionistas foram aos ingleses e disseram: “Bem, nós cumprimos nossa parte no acordo. Agora, podemos redigir algo substancial por escrito que deixe claro que vós mantereis a barganha e nos dareis a Palestina após vencerdes a Guerra.” Afinal, eles não sabiam quanto tempo ainda duraria a Guerra, se um ano ou dez. Então, eles [os Sionistas] começaram a trabalhar sobre uma espécie de recibo, o qual tomaria a forma de uma carta, que seria escrita em termos subliminares, de modo que o resto do Mundo não seria capaz de saber sobre exatamente o que ela tratava. E essa carta fora denominada Declaração Balfour [3].

A Declaração Balfour não passava de uma garantia de pagamento da Grã-Bretanha aos Sionistas por terem estes conseguido o apoio dos EUA na Guerra. Esta tal famosa Declaração Balfour, da qual muito se ouve falar, é mais falsa do que um cédula de três dólares! Acho que eu não conseguiria ser mais claro.

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Versalhes

Foi aí [em Versalhes, França] que toda a merda começou. Os EUA, enfim, estavam na Guerra. Os EUA esmagaram a Alemanha. Vocês sabem bem o que aconteceu. Quando a Guerra acabou, e os alemães foram a Paris para a Conferência de Paz de 1919, haviam 117 judeus presentes, delegados representando judeus do Mundo inteiro, capitaneados por Bernard Baruch [4]. Eu estava lá, precisava saber, tinha o dever de saber de tudo aquilo. Mas, afinal, o que aconteceu de tão “importante” lá?

Os judeus, naquela conferência de “Paz”, enquanto esfacelavam a Alemanha e repartiam a Europa entre os países que reclamavam direitos a esse ou aquele território, disseram: “Que tal se a Palestina restasse para nós?”. Então, eles redigiram, para o conhecimento dos estupefatos alemães, a tal Declaração Balfour. E os alemães perceberam, afinal, o que estava se passando: “Oh, então este era o jogo! Foi para isso que os EUA entraram na Guerra”. Os alemães perceberam por que, então, foram derrotados. Eles tiveram que arcar com as horríveis reparações e tributos de guerra por que, simplesmente, os Sionistas estavam decididos a obter a Palestina a qualquer custo.

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Os alemães reconheceram as “duas caras” dos judeus

Estes fatos nos trazem à luz mais um ponto interessante. Quando os alemães se aperceberam disto tudo, eles se ressentiram profundamente. Até aquele tempo, os judeus jamais estiveram em melhor situação em qualquer outro país do mundo como estavam na Alemanha. Você tinha o Sr, Rathenau vivendo lá para atestar isso, o qual era talvez cem vezes mais importante para a indústria alemã que o é Bernard Baruch para este país. Você também vê o Sr. Albert Ballin na Alemanha, que era dono das duas maiores linhas alemãs de embarcações a vapor, a North German Lloyd e a Hamburg-American Lines. Havia também o Sr. Bleichroder, que era o banqueiro oficial da família Hohenzollern. Você tem os Warburg, em Hamburgo, que eram grandes negociadores no Mercado, os maiores do Mundo, certamente. Os judeus passavam muito bem na Alemanha. Não há o que contestar quanto a isso. Os alemães, então, pensaram: “Fomos vendidos pelos judeus”.

Foi uma venda que poderia ser comparada nos termos da seguinte situação hipotética. Suponha que os EUA estivessem em guerra contra a URSS e nós estivéssemos vencendo-a com folga. Aí, chegamos aos soviéticos e dizemos: “Vamos parar por aqui. Oferecemos a vocês um acordo de paz. Esqueçamos tudo e passemos uma borracha sobre isso”. E, de repente, sem motivos, a China comunista entra na Guerra ao lado da URSS, contra nós. Como vocês acham que nos sentiríamos em relação aos chineses residentes nos EUA? Acho que nenhum deles ousaria dar as caras em qualquer de nossas ruas. Não haveria postes de iluminação suficientes para dar conta de acha-los. Imagine como nos sentiríamos num caso como esse.

Bem, foi mais ou menos assim que os alemães se sentiram em relação a esse judeus. Os alemães tinham sido tão legais com eles: de 1905 em diante, quando falhou o primeiro golpe comunista [tramado pela minoria judia] e os judeus tiveram que fugir apressadamente da Rússia, onde eles foram recebidos da forma mais calorosa? Resposta óbvia: na Alemanha! A Alemanha é que lhes deu asilo pleno e lá eles foram tratado de forma muito cordial. E eis que vemos então a Alemanha vendida e negociada como espólio de guerra por esses judeus por nenhuma razão além daquela de desejarem a Palestina para fundarem lá uma assim chamada “Comunidade Judaica”.

Na época (entre 1919 e 1923), vemos expoentes judeus da mídia, tais como Nahum Sokolow et alii, admitirem em seus jornais [5] que o crescente e preocupante sentimento anti-judaico na Alemanha se devia ao fato de os alemães terem percebido que sua terrível derrota ocorrera como fruto da intercessão dos judeus, ao trazerem os EUA como aliados dos britânicos à Guerra. Os próprios judeus admitiram esse fato. Não foi por que os alemães, em 1919, tenham descoberto que “um copo de sangue judeu era mais saboroso que um de Coca-Cola ou de cerveja Müeschner”, como denunciavam alguns sensacionalistas judeus. Não havia nenhuma motivação religiosa, nenhuma causa antissemita pela crença judaica dentro da Alemanha. A causa era política, era econômica. Era qualquer coisa, menos por motivação religiosa. Ninguém na Alemanha estava nem aí se um judeu ia para sua casa e rezava, nas sombras, Shmá, Yisrael ou o Pai Nosso. Isso pouco importava, mais na Alemanha do que nos EUA. Mas, esse sentimento [anti-judaico], que se desenvolveu mais tarde na Alemanha, se deve a um fato: os alemães atribuíram a sua derrota à intervenção dos líderes judeus. E podiam provar isso.

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A Primeira Guerra Mundial foi detonada contra a Alemanha

A Primeira Guerra Mundial começou contra a Alemanha por nenhuma razão pela qual esta última pudesse ser responsável direta. Os alemães não podiam ser culpados por algo sequer, exceto por serem bem sucedidos como nação. Haviam construído uma grande frota de Guerra; franquearam, em pé de igualdade com as grandes potências, o topo do comércio mundial. Devemos lembrar que, à época da Revolução Francesa, a Alemanha consistia, basicamente, em aproximadamente 300 pequenas cidades-Estado, principados, ducados, e por aí vamos. Trezentos pequenos territórios independentes entre si. E, nesse ínterim, entre os governos de Napoleão e Bismarck, esses entes consolidaram-se em um único Estado. Em questão de 50 anos, tornaram-se numa das grandes potências mundiais.

Sua Marinha rivalizava com a britânica, seus negócios cresciam em todo o Mundo. Podiam competir em preços com qualquer um, podiam oferecer produtos sempre de melhor qualidade. Sempre. E no que esse sucesso resultou? Havia uma aliança, portanto, entre Inglaterra, França e Rússia para derrubar a economia alemã. Não há sequer um historiador sério no Mundo que possa apresentar uma única razão válida para que três países tivessem motivos suficientes para decidir riscar a Alemanha politicamente do mapa.

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E os tais “campos de concentração” alemães, em 1933?

Quando a Alemanha percebeu que os judeus eram os responsáveis diretos pelo desastre trágico de sua derrota na Primeira Guerra Mundial, eles naturalmente se ressentiram com isso. Mas, nem um só fio de cabelo judeu caíra então, por isso. Nem um, sequer. O Prof. Tansill, da Georgetown University [6], que teve acesso a todos os documentos secretos do Depto. de Estado [dos EUA], escreveu em seu livro, citando um desses documentos, por sua vez, redigido por Hugo Schoenfelt [7], um judeu que Cordell Hull enviou à Europa, em 1933, para investigar os assim chamados campos de prisioneiros políticos, os quais, escreve Hugo Schoenfelt em resposta, foram encontrados em muito boas condições. Estavam em boa forma, tratados de forma compatível com sua dignidade humana. E estes campos também foram preenchidos com comunistas.

Ora, grande parte dos comunistas era de judeus, pois era notório, naquele tempo, que os judeus perfaziam cerca de 98% dos comunistas reconhecidos na Europa de então. Haviam, também, alguns sacerdotes, ministros, sindicalistas, maçons e outros sujeitos com ligações políticas transnacionais detidos nesses campos.

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Os alemães combateram o controle judeu de sua terra natal

Alguns fatos precisam ser lembrados. Entre 1918 e 1919, os comunistas tomaram o poder na Bavária [hoje, um estado alemão]. Rosa de Luxemburgo, Karl Liebknecht e um grupo de outros judeus ficaram no poder da Bavária por um curto período de três dias. De fato, quando a guerra havia acabado, o Kaiser [título do monarca alemão, equivalente a César] se apressou a fugir para a Holanda, pois pensou que os comunistas iriam conquistar o poder na Alemanha como haviam feito na Rússia [em 1917, apenas dois anos antes] e que viria a ter o mesmo destino do Czar, assassinado com toda a família por judeus comunistas, em sua casa. Assim, por precaução, evadiu-se para a Holanda.

Depois que a ameaça judaico-comunista fora contida, ainda os judeus trabalhavam nas sombras, tentando voltar ao seu anterior status quo, enquanto os alemães os combatiam de todas as formas não-violentas possíveis (por meio legal, político, econômico, social, etc.) sem que sequer um fio de cabelo tenha sido arrancado de uma cabeça judia. Os alemães os combateram da mesma forma que, neste país [i.e., nos EUA], os Proibicionistas combatiam qualquer um que gostasse de uma birita ou licor. Os alemães não pegaram em armas para enfrentar os judeus, e esse foi o jeito que eles os combateram na Alemanha.

Naquele tempo, veja bem, a população alemã era de, aproximadamente, 80 a 90 milhões de pessoas, perfazendo os judeus apenas 460 mil destes (cerca de 0,5%, então). E, ainda assim, os judeus controlavam toda a imprensa e quase toda a economia, pois entraram nela com o marco [a moeda alemã] já desvalorizado no fim da Primeira Guerra Mundial e compraram praticamente todos as empresas que puderam na Alemanha. [Sem moderação, sem cerimônias, tomaram os espólios de uma Guerra que eles mesmos fomentaram.]

Os judeus tentaram manter os olhos abertos quanto a esse fato. Eles, realmente, não queriam que o mundo pensasse que eles haviam vendido a Alemanha e que os alemães estavam ressentidos por isso. Os alemães tomaram as providências cabíveis contra os judeus. Eles, devo dizer, segregaram os judeus da vida pública onde e como puderam. Os alemães evitavam a presença e o convívio dos judeus. Exatamente, da mesma forma que evitaríamos os chineses, os negros, os católicos ou quaisquer que fossem aqueles que se atrevessem a nos trair e vender nossa pátria a inimigos estrangeiros e nos trouxessem a desgraça de uma derrota numa guerra mundial.

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1933: os Judeus do Mundo declaram “Guerra Santa” à Alemanha

Depois de certo tempo, em 1933, os judeus do Mundo convocaram uma Conferência em Amsterdã, Holanda. Judeus de todas as partes do Globo atenderam ao chamado no mês de julho do referido ano. E ameaçaram, publicamente, mais ou menos nos seguintes termos: “Defenestrem Hitler, seja ele comunista ou o que quer que ele seja; coloquem cada judeu de volta em seu devido lugar. Vocês não podem nos tratar dessa maneira. Nós, os judeus do Mundo inteiro, estamos lhes dando um ultimato” [8]. Agora, imaginem vocês o que os alemães responderam a esses judeus insolentes!

Então, o que os judeus fizeram? Em 1933, quando a Alemanha recusou-se a ceder às despóticas exigências da Conferência Mundial dos Judeus de Amsterdã, esta, repentinamente, se encerrou. Samuel Untermyer, que era o chefe da delegação norte-americana e o presidente da Conferência em si, apressou-se a chegar aos EUA e foi do cais aos estúdios Columbia Broadcasting System (CBS) para fazer um pronunciamento de rádio em cadeia nacional a todos os EUA, onde ele, com efeito, disse o seguinte [9]:

Os judeus do Mundo, agora, declaram Guerra Santa à Alemanha. Estamos, então, juntos em um conflito sagrado contra o alemães, e os faremos sentir a fome até que capitulem. Usaremos um amplo boicote mundial contra eles. Isso os destruirá completamente, pois são totalmente dependentes das receitas de suas exportações.

E é fato que cerca de dois terços do suprimento de alimentos demandado pela Alemanha precisava ser importado. E essas importações só poderiam ser efetuadas através das receitas provindas de suas exportações. Assim, se a Alemanha não tivesse mais compradores para seus produtos, dois terços da população passaria fome. Não havia comida suficiente para mais do que um terço do povo.

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