INTRODUÇÃO

Desde que comecei a estudar Qabbalah, me fascinei pelo estudo do Hebraico. Mesmo eu tendo facilidade para o aprendizado de línguas estrangeiras (e de muitas outras coisas prazerosas), o hebraico me seduziu pela grafia hieroglífica, extremamente simbólica.

Quando forjei meu codinome, queria algo que infundisse força e terror aos “inimigos”, visíveis e invisíveis, e traduzisse, ao mesmo tempo, minha Ira contra a hipocrisia e mediocridade tanto quanto minha mutabilidade essencial. Minha influência, vinda de Marte e Plutão, precisava ser externada em termos de símbolos pessoais, tais quais são nossos nomes, de batismo ou de uso diário (como os pseudônimos). Influência de Guerra e Percepção além do normal.

Meu codinome foi, também, inspirado na visão do Arcanjo Miguel (ou Mikhael M’lakh Há-Fanim –  מיכאל מלאך הפנים), a qual relato em um post no meu blog.

SIGNIFICADO 

O nome (עבראל שדי) é composto, em seu significado primário, de três verbetes em hebraico, a saber:

■                Éver (ou Éber) – em hebr. moveu, passou (עבר).

■                El (var. Elohim) – Deus (ou Deuses) (אל ou אלהים).

■                Shaddai – Todo-Poderoso ou Onipotente (שדי).

O significado é “Deus Onipotente se moveu” ou “Deus Onipotente passou”.

Revendo e voltando a pesquisar o significado dessas palavras, percebi (ou melhor, lembrei) que עבר (Ever ou Eber) é também a raiz de עברי (Ivri, “hebreu” ou “hebraico”), além de ser a raiz do verbo “mudar, mover-se, passar” (no sentido de ir de um lugar a outro).

Meu codinome passou a ter um valor simbólico ainda mais significativo. Sabe-se que o Arcanjo Miguel (Mikhael M’lakh Há-Fanim – מיכאל מלאך הפניםMiguel Anjo das Faces) é o Anjo Protetor do Povo Hebreu (ou seja, de Israel). Meu nome passou a ter a palavra (עבר) que designa o próprio verbo que distingue o povo Hebreu         (עם שעבר– Am Sh’ Éver – ou “povo que se move” ou “povo nômade”). E não foram os Hebreus (judeus israelitas) um povo que sempre teve de se mover, mudar de lugar e país, eternos migrantes pelo Mundo afora, por tanto tempo um povo sem pátria? Minha identificação como judeu errante (de Coração), mesmo que não de linhagem sanguínea direta, com o Povo Hebreu e com o Arcanjo Miguel (Protetor do Povo Hebreu) tornou-se ainda mais evidente, porém INTEIRAMENTE espontânea, já que essa Luz do entendimento adquiri apenas hoje, depois de dois anos usando esse nome cotidianamente.

Agora, sim, entendi por que aquele “anjo” me apareceu certa noite para me dizer que eu seria, a partir daquela noite, sua “semente”. Levava a marca de sua proteção e da energia simbólica de sua Missão, ainda que, ainda então, não me apercebesse disso.

O NOME “SHADDAI” (שדי) 

Como referido acima, o nome Shaddai (שדי) quer dizer Todo-Poderoso ou Onipotente,  título atribuído somente a Deus. Até aí, tudo claro. Mas, examinando meu Dicionário Hebraico-Português, percebi que a palavra שדי possui duas letras (שד) que compõem a raiz de muitas palavras. A palavra à qual me ative foi Shad (שד), significando “seio”. O plural dessa palavra é Shadaim (שדים), quando se refere a “um par de seios”.

Nada mais natural que aquele (aquela) que tem seios seja corajoso e enfrente a tudo e todos. Quem tem seios, enfrenta os perigos por aqueles a quem nutre, tem grande poder. Assim, Deus, que em Yesod (a esfera da Lua) tem como nome divino Shaddai, encarna a Mãe Toda-Poderosa, a Yemanjá, Mãe da Vida, que tem Poder de Vida e Morte sobre todos os seres.

O mais engraçado disso tudo é que também me recordei que o lugar mais próximo do Céu que estive com meus pés no chão fora o pico do Morro do Cambirela. Ora, em língua Carijó (indígena nativa), Cambirela significa, exatamente, “dois seios”. Teria sido uma iniciação, um primeiro contato simbólico com outros planos, ao menos nessa existência?

AS QUATRO FASES DO NOME 

Parte do que aqui fora exposto é baseada em fatos e pesquisas, parte fruto de especulações e intuições não comprovadas, enredadas ao misticismo e uma dose de inspiração.

Indo mais além nas especulações e estudos acerca do nome Ebrael Shaddai, me utilizando de analogias, lembrei que o nome usado por cada pessoa não a distingue apenas na sociedade, mas também é uma entidade viva simbólica do ser representado por ele. O nome é composto de fases, tal como cada número do baralho é composto das fases Ouros, Paus, Copas e Espadas.

Sendo o nome pessoal também um símbolo poderoso, assim como cada carta do baralho, ele é composto de quatro fases, que representam a manifestação do ser vivo nos quatro mundos da Natureza, a saber Atziluth (Emanação, elemento Ar, Espírito Puro), B’riah (Criação, elemento Fogo, Mundo Mental), Yetzirah (Formação, elemento Água, Mundo Astral) e Assiah (Ação, elemento Terra, Mundo Físico). O nome tanto representa a manifestação do ser nesses quatro mundos quanto demonstra a influência recebida desses mundos pelo ser.

Para especular sobre as fases do nome Ebrael Shaddai, tive de investigar os três significados implícitos em sua forma na Árvore da Vida (Etz Chayiym):

■     Éber (עבר) – “passou, moveu-se”. Como já dito anteriormente, sendo esse verbo relacionado com a raiz do nome do povo Hebreu, chegamos à figura do Arcanjo Miguel (Príncipe dos Rostos), ligado ao Sol (Shemesh, esfera de Tiphereth). Ora, Tiphereth (Beleza) é a sexta sephirah (esfera) da Árvore da Vida, e também seu Coração, pertencente à Yetzirah, ligada diretamente a todas as outras sephiroth, nutrindo-as. Esta seria a fase Água do nome (não à toa, já que meu signo solar é do elemento Água – Escorpião). No entanto, Mikhael (Miguel) também é tido como sendo a manifestação onipresente de Metatron, outro Ser conhecido como Príncipe dos Rostos, mas na esfera Kether (Coroa), situada no Mundo de Atziluth (Emanação, o Primeiro Ponto). Éber, portanto, foi tomado como a Fase Ar, predominante, a abençoar-me e guiar-me.

■     El (אל) – este é o nome divino na esfera Chokhmah (Sabedoria, simbolizada pelo Zodíaco), situada em B’riah (Mundo da Criação). É o Primeiro Impulso de polaridade masculina, símbolo de atividade criativa e progressiva. É, portanto, Deus em sua primeira manifestação masculina-ativa-positiva. Segue a Éber, conferindo Sabedoria à manifestação do Espírito em seu primeiro ciclo de atividades. Essa é a Fase Fogo.

■     Shaddai (שדי) – Shaddai (Todo-Poderoso) é o nome divino na esfera Yesod (Fundação, representada pela Lua), localizada em Yetzirah. Sendo da mesma raiz da palavra Shad (שד), significando “seio”, está intimamente, assim como a Lua, relacionado com a fecundidade, o Mundo Astral, os sonhos e as ideias a serem materializadas. Não é à toa que o Anjo regente dessa esfera é Gabriel, tradicionalmente o Anunciador do nascimento de Jesus. Esse nome confere proteção para o Corpo Astral contra os ataques dos demônios, que agem bem próximos ao Mundo Físico. Confere coragem, a mesma que as mães (que possuem seios) possuem, para defender aqueles a quem amam e seus sonhos mais profundos. Essa, portanto, é a Fase Água de meu nome.

■     Faltaria, então, aquilo que representasse a Fase Terra do nome. Cheguei à conclusão, ainda que em termos de especulação, que o meu próprio corpo é a oferenda perfeita e veículo físico de manifestação mistica do meu nome, a própria semente do meuCondutor.

Para fazer download do documento, acesse: Significado do nome Ebrael Shaddai.

15 comentários em “O nome ‘Ebrael Shaddai’

  1. Não sei o que teria deixado os dois comentaristas acima tão furiosos.
    Não percebem a beleza de um ser em busca de si mesmo. Um ser ganhando consciencia através do autoconhecimento.
    Tenho acompanhado seus textos e os comentários e as vêzes me entristeço de perceber a pequenes da mente de alguns.

    Para fazer-se uma avaliação do inconsciente no qual estamos afundados e buscá-la através do CONHECIMENTO e da ERUDIÇÃO é necessário cultura. É necessário fazer o que o nosso povo tem preguiça de fazer; ler e estudar.

    Adorei, Ebrael, perceber sua sensibilidade e intuição. Adorei ver que não existem coincidencias em nossa vida, tudo, até mesmo uma brincadeira, tem um propósito.
    Para aqueles que possuem olhos para ver, encontram o significado de todas as coisas. Dessa forma o viver fica mais bonito.

    Os ignorantes , cegos, podem estar em cima de um monte de ouro espiritual e nunca verão.

    Abençoado é você por ter visto o tremendo recado de Deus no MORRO DA CAmBIRELA.

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    1. Leila, há quanto tempo não nos falamos, hein? Tenho saudade de nossos debates intensos e acalorados!

      Sim, apesar desse furor todo, busco a tolerância e a conciliação, já que eu mesmo sou, por vezes, ácido e furioso.
      A palavra Shaddaim (correlata ao título Shaddai) tem o mesmo significado que o termo tupi Cambirela, veja que “coisa”, né? Consegui entrever, então, parte do fio dessa meada. Estão deixando eu entrever, pouco a pouco, alguns reflexos dessa Luz!

      Gostaria que você lesse e analisasse essa composição abaixo. Ela é SIMBÓLICA. Então, não leia como quem lê para entretenimento ou de forma literal. Ela é para quem TEM OLHOS PARA VER. Foi composta por T. S. Eliot, não sei se você já o leu alguma vez antes em sua formação colegial ou acadêmica.

      Aqui vai o link:

      http://pt.scribd.com/doc/45206097/Terra-Desolada-TS-ELIOT

      Beijos do seu grato amigo, Ebrael.

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  2. Voce então é catolico..Me respnda por favor ;SABADO x DOMINGO – Em que parte da historia foi mudado e por quem –obs meu ponto de interrogação não está funcinanto.SHALOM

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    1. Vou colar abaixo um texto que reflete bem o ensinamento da Igreja:

      I – O SÁBADO NO ANTIGO TESTAMENTO:

      “Sábado” provém do hebraico “Shabath”, que significa “repouso, cessão”. O vocábulo “Shabath” também pode ser relacionado com o vocábulo “Sheba'”, que significa “sete”. Assim, o sábado bíblico nada mais é que um dia de descanso observado a cada sete dias.

      Na Bíblia, o sábado se prende ao ritmo sagrado da semana, que se encerra com um dia de repouso e de culto a Deus (cf. Os 2,13; 2Rs 4,23; Is 1,13; Ex 20,8; 23,12; 34,21).

      O sábado deveria ser observado por diversas razões: por questões humanitárias (cf. Ex 23,12; Dt 5,12-14), por ser sinal de distinção com relação aos outros povos (cf. Ez 20,12.30; Ex 31,13-17), por ser um dia que não poderia ser profanado pelo trabalho (Ez 22,8) e por ser legislação sacerdotal, já que Deus teria descansado no 7º dia (cf. Gn 1,1-2.4a; Ex 30,8-11; 31,17).

      O sábado era um dia festivo (cf. Os 2,13; Is 1,13), no qual não podia haver compras, vendas ou trabalhos no campo (cf. Am 8,5; Ex 34,21). Era também proibido acender fogo (Ex 35,3), recolher lenha (Nm 15,32) e preparar alimentos (Ex 16,23). Até mesmo a guarda do palácio era reduzida (2Rs 11,5-9)… Os fiéis iam ao santuário (Is 1,12s), após uma convocação santa (Lv 23,3), ofereciam sacrifícios (Nm 28,9-10) e renovavam o pão da proposição (Lv 24,8; 1Cr 9,32) ou simplesmente aguardavam a visita de um profeta (2Rs 4,23). Após o exílio babilônico, a observância do sábado foi radicalizado: Neemias agiu com energia para garanti-lo (Ne 13,15-22), as viagens foram proibidas (Is 58,13) assim como o transporte de cargas (Jr 17,19-27). Na época macabéia, a observância era tão cega que muitos se deixaram matar sem oferecer resistência (1Mc 2,37-38; 2Mc 6,11-12; 15,1-2). Finalmente, na época de Jesus, os fariseus elaboraram verdadeira “casuística” quanto ao sábado: 39 tipos de trabalho eram proibidos (entre eles colher espigas [Mt 12,2], carregar fardos [Jo 5,10], etc). Os médicos somente podiam atender os doentes em perigo iminente de morte (motivo pelo qual se opuseram a Jesus, que curava aos sábados – cf. Mt 12,9-13; Mc 3,1-5; Lc 6,6-10; 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-16; 9,14-16)… os essênios chegaram ao absurdo de proibirem a defecação no sábado!!!

      II – NOVO TESTAMENTO: O DIA DO SENHOR

      Enquanto Jesus viveu entre nós, observou a Lei e frequentou as Sinagogas onde aproveitou para pregar o Evangelho.

      Jesus sempre repreendeu o rigorismo dos fariseus, já que estes, muitas vezes, tornavam-se hipócritas. Desta forma, Jesus colocou a caridade acima da observância do sábado (Mt 12,10-14; Lc 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,8-18), usando o conhecidíssimo bordão: “O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado” (Mc 2,27). Com estas palavras, o Senhor quis afirmar que o sábado era um meio para o homem alcançar a união com Deus e não um fim em si mesmo. Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo entrando em repouso após ter criado o mundo, continuou a governá-lo e também os homens (Jo 5,17).

      Se, no princípio, os discípulos observaram o sábado para pregar o evangelho nas sinagogas (At 13,14; 16,13; 17,2; 18,4) logo se deram conta que a Nova Lei havia superado a Antiga. São Paulo sempre lutou contra a infiltração de idéias judaizantes, sobretudo quando escreve “que ninguém vos critique por questões de alimentos ou bebidas ou de festas, luas novas e sábados. Tudo isto não é mais do que a sombra do que devia vir. A realidade é Cristo. (Cl 2,16-17; v.tb. 2Cor 5,17). Os cristãos, então, passaram a realizar seus cultos no dia seguinte ao sábado, isto é, no domingo, dia em que o Senhor Jesus ressuscitou (alias “domingo” vem de “domini dies”, isto é, “Dia do Senhor”). Diversas são as provas bíblicas da observância do domingo: Jo 20,22-23.26; At 2,2; At 20,7-16; 1Cor 16,1-2; Ap 1,10. Repare-se bem que esse era o dia em que os cristãos se reuniam! Dessa forma, a perspectiva cristã sempre enxergou o antigo sábado dos judeus como uma figura, da mesma forma que outras instituições do AT.

      “Pelo repouso do sábado os israelitas comemoravam o repouso (figurado) de Deus após haver criado o mundo e o homem. Ora, com a ressurreição de Cristo, a primeira criação tornou-se prenúncio e figura da segunda criação ou da nova criação do gênero humano que se deu quando Cristo venceu a morte e apareceu como novo Adão. Era justo, portanto, ou mesmo necessário, que os cristãos passassem a observar, como Dia do Senhor ou como sétimo dia e dia de repouso (sábado), o dia da ressurreição de Cristo” (d. Estevão Bettencourt, “Diálogo Ecumênico, p.250). A própria carta aos Hebreus acentua a índole figurativa do sábado, afirmando que o repouso do sétimo dia era apenas uma imagem do verdadeiro repouso que fluiremos na presença de Deus (cf. Hb 4,3-11).

      III – A TRADIÇÃO CRISTÃ

      Fora da Bíblia, inúmeros são os testemunhos que comprovam a santificação do domingo pelos primeiros cristãos: Didaqué [~96 dC] (Did. 14,1), Plínio [séc.II dC] (governador da Bitínia – Ad Traj. X,96,7), Sto. Inácio de Antioquia [~100 dC] (Magn. 9,1), S. Justino Mártir [153 dC] (1Apol. 67,3,7), Constituições Apostólicas [séc. III]…

      Logo, ao contrário do que costumeiramente se afirma, o domingo não foi instituído no séc IV, mas é observado – como bem documenta a Palavra de Deus e a Sagrada Tradição – desde o período apostólico.

      IV – CONCLUSÃO

      Como vimos, a palavra “shabath” significa “repouso” e “sete”. Ora, os cristãos em geral – com exceção dos adventistas e batistas do sétimo dia – observam o repouso do domingo a cada sete dias, de forma que não estão em contradição com o 3º Mandamento.

      A Nova Aliança ultrapassou a Antiga. A própria Bíblia documenta a celebração do culto cristão no domingo, como vimos. A Tradição dos dois primeiros séculos também testemunham a observância do domingo entre os cristãos e não mais o sábado. Observemos que o NT faz mais 100 referências positivas ao Decálogo, nenhuma porém quanto à observância restrita do sábado.

      Se existem cristãos que – em franca contradição com a maioria absoluta – ainda observam o sábado, isso diz respeito ao espírito judaizante que invocam, espírito esse condenado pelo Apóstolo: “Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo” (2Cor 5,17; v.tb., quanto ao sábado, Cl 2,16-17). Devemos, assim, compreender que o sábado, como dia santificado, foi um sinal entre Deus e Israel, ou seja, uma obrigação restrita aos judeus.

      Finalmente: Cristo se auto-declarou como “Senhor do Sábado” (tendo, portanto, poder sobre ele); Jesus ressuscitou num domingo; o Espírito Santo veio sobre a Igreja num domingo; os apóstolos se reuniam aos domingos; os cristãos antes do Período Constantiniano (séc. IV) se reuniam aos domingos; os cristão pós-Constantinianos também se reuniam aos domingos; todos os cristãos atuais (católicos, ortodoxos e protestantes – com exceção dos adventistas e batistas do 7º dia) ainda observam o domingo… Como duvidar que o domingo não foi instituído divinamente? Temos todos os testemunhos que precisávamos: Bíblia, Tradição e Magistério; temos a palavra final: Domingo é o Dia do Senhor!

      Faço minhas as palavras do pe. Arthur Betti: “Vale mais um domingo [dia em que Cristo ressuscitou] do que todos os sábados sem ressurreição, sem a verdadeira libertação”! (“O que o Povo Pergunta?”, p.169). A vitória de Cristo é a nossa vitória!

      “Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro” (Didaqué 14,1 – primeiro catecismo cristão, escrito no séc. I, mais precisamente no ano 96 dC).

      Fonte: http://goo.gl/oEc7BF.

      Veja bem! Esse é o ensinamento da Tradição da Igreja de Cristo! Qualquer outra “opinião” acerca desse assunto só pode partir de pessoas que não têm a mínima ligação com a Igreja de Cristo, já que, junto com as comunidades ortodoxas e orientais (armênias, siríacas e coptas), nenhuma outra instituição guarda mais o Testemunho Apostólico do que a Igreja Católica.

      Portanto, seja comedido em seus comentários! Como diz o aviso na barra lateral, atitudes anticatólicas NÃO SERÃO TOLERADAS neste blog.

      A Paz de Cristo esteja contigo!

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  3. Não estou discutindo RELIGIÃO ,estou expressando o que está na BIBLIA ,MAS se isto lhe incomoda ,não o farei ;e afinal voce não respondeu minha pergunta;Se quiser continuar eu lhe respondo acerca do assunto mandado por voce. Não sou adventista,SHALOM!

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    1. Rapaz, entenda uma coisa: a Igreja não leva apenas a Bíblia como regra de Fé, mas o que ensina e define o Testemunho Apostólico, não somente aquele expresso por Paulo e os outros Doze. A Bíblia foi compilada pela Igreja, definitivamente, 4 séculos depois da Ascensão do Senhor. E nesse meio tempo, o que contou para as comunidades?? O Testemunho oral e escrito dos Primeiros Pais da Igreja. Acho que não preciso explicar a obviedade disso, preciso?

      Adventistas ou não, todos os hereges que surgiram com a Reforma, bem como os messiânicos judaizantes (que nem são reconhecidos como judeus nem como cristãos) erram ao tomar a Bíblia como única fonte do Depósito da Fé. Em primeiro lugar, Jesus nos ordenou que ouvíssemos os seus Apóstolos, sob a Primazia de Pedro. Não havia Bíblia cristã, somente a Tanakh em fragmentos. Portanto, o cristão não pode basear a História da Igreja apenas no cânon da Bíblia cristã (sendo o Cânon do NT de origem inteiramente CATÓLICA), mas no Testemunho dos varões dos primeiros tempos da Era Cristã.

      É nesse Testemunho, tão proficuamente citado no texto de meu comentário anterior, que nos baseamos para afirmar que, desde o início, o dia Santo para o cristão é o Domingo, não por imposição de Constantino, mas por provas documentais do mesmo primeiro século d.C. Dia esse em que, muito antiquissimamente, se realiza a Eucaristia em memória de nosso Senhor.

      Simples assim!

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      1. Voce me lembrou minha mãe;Ela chamava todos de rapaz,tanto moças e como rapazes ;Eu sou uma mulher. Bem,se vc marca algo para daqui a 2 dias,levando em conta que agora são 21:23 hs(16/01) ,exatamente qual será o dia e o horario que exatamente se completará 2 dias?

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      2. Bom pesquise a mesma historia nos quatro evangelhos e compare-as ;Anote cada item (A MORTE E RESSUREIÇÃO DO MASHIAH).Veja com os seus olhos !!!!!

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