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Gonorreia Mental #1: O Natal é a humilhação de Deus


A série Gonorreia Mental é especial. Ela pretende mostrar, por ditos & fatos, que algumas pessoas não têm a menor ideia de onde enfiaram seus crânios para que digam e façam tantas maluquices.  Ideias bisonhas, mentes que sofrem de DHT’s (Doenças Histericamente Transmissíveis).

Portanto, atente-se bem aos locais onde você enfia seu Cérebro! Você pode ter seu caso retratado aqui, em breve. Este espaço foi criado tendo em vista a conscientização não apenas de Católicos, mas também de outras pessoas não tão normais, em áreas onde a histeria é endêmica.

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Vamos ao primeiro caso:

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O que é o Feminismo? (Sou machista, graças a Deus!)


Uma das coisas mais simples de se fazer, hoje em dia, quando você quer encher o saco de alguém ou acabar com uma boa reunião de família, é pegar um adjetivo qualquer e atrelar a ele o sufixo -ismo. Você quer dar uma de intelectual de pijama? Comece por dar asas ao seu intelectualismo. Numa dessas aventuras, alguns retardados, entediados que estavam com suas matinês revolucionárias, resolveram inovar. Criaram os termos MachismoFeminismoSexismo. Vejamos!

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Três questões e uma armadilha fatal


Neste domingo, véspera da Festa de São Miguel, proponho algumas questões que considero importantes aos leitores deste espaço. Questões quase nunca respondidas por pessoas do lado de lá do muro da insanidade. Recomendo, então, os tópicos abaixo para reflexão sobre o Aborto e sobre o alcance da Liberdade.

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Despopulação é a grande obsessão da ONU atualmente


 Reduzir a população mundial a níveis mínimos é um dos grandes objetivos das políticas de “saúde”, “educação” e de “direitos humanos” hoje em carga através da ONU, governos em conluio com esta, organismos nacionais, supranacionais, fundações, bancos privados, empresas farmacêuticas e mídia global-sionista. Vários são os pretextos fajutos que são usados para levar a cabo essas medidas, e são inúmeras as formas com que lidam com o assunto. Por vezes, com voz suave da insídia melodramática em favor das “pobres” abortistas feministas, ou então através de discurso ameaçador e chantagista de alguns de seus próceres.

Para os “defensores dos Direitos Humanos”, muitos são os motivos para advogarem o “planejamento familiar” por via das esterilizações em massa e do aborto sistemático: ora dizem que a população crescente levará o sistema energético e a provisão de recursos naturais a um colapso, ora que são crianças e adultos em demasia a passar fome, ou então que os países não são mais capazes de alocar e organizar espaços para novas cidades e que as mesmas, em todo o Mundo, irão explodir. Sobre esses e outros itens, voltaremos a falar mais abaixo.

Que tal começarmos por saber quando surgiram as primeiras teorias sobre a suposta necessidade de diminuição da população mundial (também conhecida como despopulação, ou depopulation em inglês)?