Projeto de califado islâmico promete exterminar cristãos


Nunca foi novidade alguma o caráter anticristão do Islamismo. Digam o que disserem a turma do deixa-disso, os muçulmanos moderados e a mídia cristofóbica sionista, o fato é que hordas de radicais muçulmanos assassinos, inspirados nos pressupostos corânicos e insuflados por grosso apoio bélico dos EUA e União Europeia, prometem já, abertamente, aniquilar os cristãos e fazer desaparecer o Cristianismo do Oriente Médio e norte da África. Sim, estamos em uma nova (e global) Intifada contra o Ocidente Cristão, que logo chegará à Europa .

Alguns dirão que eles também ameaçam aniquilar o Estado de Israel. No entanto, Israel tem um imenso arsenal nuclear, uma das mais poderosas forças aéreas do mundo e, praticamente, todas as grandes potências ocidentais a apoiá-lo. Agora, me digam, quem protegerá os cristãos indefesos do Oriente Médio? Ironicamente, somente o ditador sírio Bashar Al-Assad, mesmo não sendo por caridade, têm intervindo em favor dos cristãos.

Cristãos crucificados por radicais islâmicos na província de Aleppo, Síria. Maio de 2014.

Massacres desumanos têm sido empreendidos contra vilas e cidades cristãs inteiras na Síria (e em todo o mundo). A mídia ocidental guarda um criminoso silêncio. Quase um apoio tácito aos massacres. Grupos terroristas jihadistas, tais como o ISIS, nascidos no seio da Al-Qaeda, treinados e armados pelos EUA, solenemente aclamaram um de seus líderes, Abu Bakr Al-Baghdadi, como Califa (líder dos muçulmanos do mundo inteiro). Ou seja: pretendem restaurar o Califado e retomar (no mínimo) todo o Oriente Médio e Norte da África ao Islamismo. Claro, à força, à base do “crê ou morre”.

A Cristofobia e os genocídios que poucos denunciam


Enquanto há pessoas que se dizem cristãs, mas que vivem num mundo de conto de fadas, postando figurinhas no Facebook e buscando negociar com os contra-valores da mídia, há outras, verdadeiramente impregnadas do Espírito evangélico, que dedicam seu tempo a denunciar as atrocidades que a mídia e os governos anticristãos teimam em ignorar. É o exemplo dessas pessoas que me decidi a tentar seguir.

Acaso, pode haver verdadeiro ardor evangélico em “cristãos” mornos que não levantam suas bundas do sofá para correr em favor de necessitados? Não bastasse isso, continuam a tentar negociar com os propagadores de imoralidades na TV e votando em políticos anticristãos, que apoiam regimes genocidas e dão suporte a ações de perseguição ideológica contra a Igreja e seus valores morais.

O artigo reproduzido abaixo [1], extraído da revista Época (02/06/2012, seção “Religião”), trata de uma chaga mundial que poucos consideram: a Cristofobia, perseguição física e ideológica contra minorias cristãs pelo mundo inteiro, enquanto apresenta-se como cerceamento da liberdade de Consciência e religiosa no Ocidente. No Oriente Médio, em especial, pouco denunciada, a opressão violenta contra as minorias cristãs nos países muçulmanos é um problema cada vez mais grave.

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Por Ayaan Hirsi Ali, somaliana, 43 anos. [2]

Ouvimos falar com frequência de muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e dos manifestantes da Primavera Árabe que lutam contra a tirania. Outra guerra completamente diferente está em curso – uma batalha ignorada, que tem custado milhares de vidas. Cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio crescente que deveria provocar um alarme em todo o mundo.
O retrato dos muçulmanos como vítimas ou heróis é, na melhor das hipóteses, parcialmente verdadeiro. Nos últimos anos, a opressão violenta das minorias cristãs tornou-se a norma em países de maioria islâmica, da África Ocidental ao Oriente Médio e do sul da Ásia à Oceania. Em alguns países, o próprio governo e seus agentes queimam igrejas e prendem fiéis. Em outros, grupos rebeldes e justiceiros resolvem o problema com as próprias mãos, assassinando cristãos e expulsando-os de regiões em que suas raízes remontam a séculos.

SANGUE DERRAMADO: Cristãos coptas, do Egito, carregam uma imagem de Jesus Cristo manchada de sangue, em ato contra a violência de extremistas islâmicos (Foto: Asmaa Waguih/Reuters)

A reticência da mídia em relação ao assunto tem várias origens. Uma pode ser o medo de provocar mais violência. Outra é, provavelmente, a influência de grupos de lobby, como a Organização da Cooperação Islâmica – uma espécie de Nações Unidas do islamismo, com sede na Arábia Saudita – e o Conselho para Relações Americano-Islâmicas. Na última década, essas e outras entidades similares foram consideravelmente bem-sucedidas em persuadir importantes figuras públicas e jornalistas do Ocidente a achar que todo e qualquer exemplo entendido como discriminação anti-islâmica é expressão de um transtorno chamado “islamofobia” – um termo cujo objetivo é extrair a mesma reprovação moral da xenofobia ou da homofobia.

Convite para um réquiem de Domingo


O Brasil pode ser uma das nações mais calmas se falarmos em conflitos políticos, ainda que cometa-se 50 mil homicídios anualmente. Indo além: o Brasil pode ser uma das nações com maior espírito de adaptação às dificuldades que já surgiram sobre a Terra. No entanto, tal adaptação também se dá num certo nível escandaloso de aceitação e leniência com relação aos vícios, aos desmandos e à mais completa promiscuidade moral e política como poucas vezes eu pude constatar na história de um povo.

Em pleno domingo, nesta internet que abriga milhões de pessoas apenas aparentemente próximas, gostaria de poder estar celebrando a alegria de encontrarmos juntos novos caminhos e soluções para o que nos aflige, de seguirmos adiante de braços dados, realmente, pelo bem dos mais necessitados, ao invés de ficarmos apenas reclamando e postando ora mensagens imbecis de auto-ajuda no Facebook ora conteúdos republicados que só geram lucros para as gigantes da mídia.

Hoje, quero conclamar os pouquíssimos amigos de verdade que tenho na Rede para um momento SINCERO de oração. Sei que, dos meus leitores assíduos, e mais ainda entre aqueles de ocasião, acorrerão mesmo apenas alguns raros. Na quinta-feira última, 30, os católicos do Mundo celebraram a Solenidade de Corpus Christi, ou seja, a memória do Corpo e Sangue de Cristo, Redentor da Humanidade, o pão vivo descido do Céu e o vinho que nos dá coragem e nos abre à vida eterna. Somos todos partes do Corpo de Cristo, que incorpora em si todos os membros batizados da Santa Igreja, sendo a mesma Igreja o Santo Mistério da continuidade da Encarnação do Verbo no Mundo. A presença física da Igreja no Mundo nos garante a vigência da Eterna Aliança em Cristo com o  Mundo.

Cristãos massacrados na Síria por rebeldes terroristas apoiados pelos EUA e União Europeia.

E o Mundo continua a crucificar a Cristo sempre que uma das partes de seu Corpo é decapitada, queimada viva e trucidada por perseguição religiosa. E, nesse cenário, onde está Pilatos? Acaso, Pilatos não somos todos nós, que ouvimos rumores e pedidos de socorro de irmãos, fingindo não ser conosco, sem ocupar nenhum minuto de nosso dia rogando a Deus por suas almas e por aqueles que ainda vivem? Porventura, não somos nós que deixamos de ouvir notícias de perseguição e violência apenas para poupar nossa débil personalidade do medo de que isso um dia nos aconteça?

Pobre e infeliz é o covarde que pensa que sua segurança está garantida! Aqueles que matam cristãos e os perseguem no Ocidente (incluindo o Brasil) e no Oriente não se contentam até que todo o sangue inocente esteja derramado. Logo adiante, prosseguem em busca do sangue dos fracos, covardes e pusilânimes. Envergonho-me de ainda ter relações aqui na internet com gente que não dispende nem mesmo poucos minutos de sua “santa” comodidade para rogar a Deus em favor dos desamparados e perseguidos do Mundo.

Cento e cinco mil cristãos morreram em 2012 como mártires da Fé, fiéis a Deus, e a maioria de nós, cristãos ocidentais, vive como Pilatos, entre a covardia, a conveniência, o medo e os vícios! E o que dizer da excessiva condescendência dos prelados da Igreja na defesa pública desses cristãos perseguidos? E aquelas notas públicas e declarações, insossas e átonas, sem veemência, que fazem o Ocidente sentir falta de Pio XII, Leão XIII e São Pio X?

Convido a todos a rezarem pelas almas dos cristãos que morreram esta semana, assassinados por rebeldes extremistas islâmicos, depois de terem sua aldeia arrasada na Síria. Não pouparam nem mulheres, crianças ou idosos; todos foram massacrados sem piedade! Cabe aqui um adendo: o governo dos EUA e muitos governos da União Europeia estão abertamente armando os rebeldes sírios, mesmo tendo consciência que a linha de frente destes rebeldes se compõe basicamente de terroristas da Al-Qaedda! Que interesses tem Obama ao apoiar um grupo que há quase 12 anos atentou contra seu povo? Mais informações e detalhes, você encontra no blog do Júlio Severo.

Cabe destacar também a completa falta de cobertura (negligência criminosa) da imprensa internacional quando cristãos são assim mortos, barbaramente. Onde está a ONU para socorrer estas pessoas e condenar os extremistas? Onde está a Globo e a grande mídia sionista? Onde está o Caco Barcelos e toda aquela raça de puxa-sacos mentirosos? Se um gay tivesse sido assassinado, clamariam por todas as organizações de Direitos Humanos da galáxia!

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Oremos:

Ó Deus, hoje os santos Inocentes proclamam vossa glória, não por palavras, mas pela 
própria morte; dai-nos também testemunhar com a nossa vida o que os nossos lábios
professam. Por Cristo, nosso Senhor.

Hitler teria sobrevivido à Segunda Guerra?


Adolf Hitler, idealizador do Nazismo.

Nas minhas andanças pelos portais de notícias, cada vez mais raras por conta da falta de tempo (e da proliferação de notícias negativas e lixo midiático), por esses dias li um interessante artigo num grande site bem conhecido (vide link nas fontes) que falava sobre o lançamento de um livro por um escritor argentino.

O livro trata de algumas teorias que alegam ter Hitler sobrevivido à capitulação de Berlim, em 1945, ao fim da 2ª Guerra Mundial. Conta como, com a ajuda de setores dos próprios aliados, Hitler teria, acompanhado de uma reduzida comitiva de refugiados do III Reich, fugido da Alemanha, tomando como direção a vizinha Argentina.

Não seria novidade para quem estudou História Contemporânea do séc. XX que a Argentina era o pilar forte do nazismo na América, juntamnete com outros governos de menor importância, tendo sido apoiado, inclusive, pelo regime do presidente Perón. Mas não custa lembrar, não é mesmo?

Fico pensando: recentemente, nas últimas décadas, presenciamos os EUA financiando os terroristas fundamentalistas do Talebã, no afã de combater os soviéticos, tendo como frente o Afeganistão. Depois, derrubaram o mesmo Talebã, como se fosse um fantoche, e perseguem, até hoje, um tal Osama Bin Laden, que parece ter sido premiado com o desaparecimento. Daí, me lembro que os famigerados nazistas foram também financiados pelos EUA para fazer frente aos comunistas, que já se preparavam, com Stálin, para avançar sobre a Europa. De pintor fracassado e morto de fome, transformaram Adolf Hitler num líder mundial. Ele serviu, enquanto pôde, aos interesses anti-comunistas das potências ocidentais, mas… Logo foi tirado de cena, por já ter cumprido seu papel. Foi premiado com a vida eterna.

Será que fomos todos enganados durante todo esse tempo?? Será que milhões de vidas, ceifadas por todos esses anos, serviram apenas para resguardar a Liberdade nos moldes americanos, ou seja num jogo global Capitalismo X Comunismo?? Não serão todos esses fatos apenas peças de um grande jogo, de um Teatro macabro, em que somos apenas palhaços, espectadores e números manipulados??

Decidi não transcrever nenhum trecho da reportagem, aqui, no blog, pois a mesma é deveras extensa. Deixo a vocês o link. Sigam, leiam atentamente e tirem suas próprias conclusões.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=25197747&page=0

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