Celestina, a futura República ao Sul do Brasil


Em 1992, um novo movimento independentista foi criado, a exemplos de dezenas de outros pelo mundo a fora. No Brasil, é um dos que pleiteiam a secessão de partes do território brasileiro para a formação de novos países. Se, pela letra da Constituição, tais proposições são ilegais, há fartos motivos para pensar que, ao contrário, são mais legítimos do que parecem.

Nesta postagem, proponho, ao movimento Sul é o meu País, alternativas que poderiam ajudar a dar forma consistente ao país nascente e inspirar mais respeito pelo ideal aos olhos da mídia e dos políticos.

Cidades, pomares e seres humanos


Nesta segunda-feira, encontrei material para uma boa reflexão, postado, de forma restrita, pela amiga Cida Vaz, do Facebook. De uma outra postagem de um site português, ela pergunta: E se as cidades se transformassem em pomares urbanos?

Cada povo tem o governante que merece


Quando digo, acima, sobre merecer um governante, não o faço aludindo a uma tal punição por tê-lo aceito, eleito e legitimado. Falo, sim, pela ressonância entre a natureza do governante e aqueles que o apoiam (se constituírem a maioria).

Parábola da Avó Cega


Isso não nos é contado pelos evangelistas politicamente corretos dos tempos de Chessus. Porém, eu vou lhes revelar a parábola, contada pelo Mestre, para ilustrar o desastre inenarrável que seria o país das bananas de exportação (vulgo, Brasil). Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Chessus nos garantiu que não há nada de oculto que não venha a ser revelado.