Despopulação é a grande obsessão da ONU atualmente


 Reduzir a população mundial a níveis mínimos é um dos grandes objetivos das políticas de “saúde”, “educação” e de “direitos humanos” hoje em carga através da ONU, governos em conluio com esta, organismos nacionais, supranacionais, fundações, bancos privados, empresas farmacêuticas e mídia global-sionista. Vários são os pretextos fajutos que são usados para levar a cabo essas medidas, e são inúmeras as formas com que lidam com o assunto. Por vezes, com voz suave da insídia melodramática em favor das “pobres” abortistas feministas, ou então através de discurso ameaçador e chantagista de alguns de seus próceres.

Para os “defensores dos Direitos Humanos”, muitos são os motivos para advogarem o “planejamento familiar” por via das esterilizações em massa e do aborto sistemático: ora dizem que a população crescente levará o sistema energético e a provisão de recursos naturais a um colapso, ora que são crianças e adultos em demasia a passar fome, ou então que os países não são mais capazes de alocar e organizar espaços para novas cidades e que as mesmas, em todo o Mundo, irão explodir. Sobre esses e outros itens, voltaremos a falar mais abaixo.

Que tal começarmos por saber quando surgiram as primeiras teorias sobre a suposta necessidade de diminuição da população mundial (também conhecida como despopulação, ou depopulation em inglês)?

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Cristofobia, intolerância islâmica e adulação petista


Há algum tempo que – entre tantos outros fatos escandalosos – choca-me a adulação que o governo petista presta aos regimes totalitários do mundo. Não é apenas adulação a governantes esquerdistas nem somente apoio aos grupos narcotraficantes (FARCs) da América Latina o que nos escandaliza, senão também aos terroristas islâmicos do Oriente Médio. No evento da posse do venezuelano Nicolas Maduro (acompanhado da sombra de Chaves, seu “pajarito”), eleito sob sérias denúncias de fraude, estavam presentes os presidentes esquerdistas dos principais países das Américas, incluindo o “Dilmão” (a castrista tupiniquim, Dilma Roussef). Entre eles também era aplaudido (ninguém esteja surpreso) o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, saudado pela multidão como um dos heróis da resistência anti-imperialista atual.

Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?
Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?

É revoltante como presidentes de países ditos democráticos ainda se prestam ao papel desavergonhado de respaldar regimes em que o vocábulo democracia é tido como algo ofensivo e símbolo de degradação própria do Ocidente. Como flertar com governantes que prometem guerra à civilização Ocidental e que prometem reduzir o Mundo a um feudo planetário do Islã??

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