Dilma Rousseff e sua obsessão pelo Aborto

PT: A SÉRIE

A presidente Dilma Rousseff, hoje, foi mais presidente do que candidata“, comentou uma jornalista num jornal da Globo News agora à noite, referindo-se à sua vergonhosa sanção, sem vetos, do PLC 03/2013. Na prática, deixa-se brechas para o aborto em casos não previstos em Lei, já que o conceito de violência sexual não é determinado pela lei, substituindo tal conceito pela vaga expressão “relações sexuais não consentidas”.

Dies Irae | Dilma, a mentirosa, sanciona lei que abre brechas ao aborto!

Não, Dilma Rousseff não agiu como presidente dos brasileiros, mas como mercenária da ONU e psicopata, ideologicamente infectada pelo vírus comunista. Se fosse presidente dos brasileiros, teria levado em conta a esmagadora rejeição ao aborto da maioria da população. Se fosse presidente, não teria permitido que seus asseclas abortistas tivessem composto um projeto de lei que fere a Constituição e usa de sutilezas semânticas mal elaboradas para ludibriar os parlamentares e enganar os idiotas úteis, frouxos e covardes, do setor politicamente “correto”.

Poderia listar todas as flagrantes inconstitucionalidades contidas no texto da famigerada lei, mas vou citar apenas uma:

O Colégio Pedro II e os valores que a República não aproveitou


Posso parecer, por vezes, ora idealista, ora saudosista. Tanto naquele caso como neste, a Razão acaba cedendo ao mito, ao sonho, ao desejo de que as coisas voltem, por um passe de mágica, a ser como eram outrora. Logicamente, as coisas, como eram, deviam a uma certa conjuntura de fatores sua razão de ser que jamais se repetirá. À época em que algumas coisas valiam, havia uma identidade que representava certos ideais. Essa identidade, junto com seus ideais, foi sufocada por um rolo compressor ideológico que matou parte da alma da maior parte das pessoas, mesmo do povo brasileiro.

Os casamentos voltarão a ter sua sacralidade reconhecida ou verterão seus restos ladeira abaixo de uma vez por todas? A educação de nossos filhos retornará ao idílico sonho clássico ou estará sujeita a ditames psicóticos de uma ideologia assassina, travestida com os trapos da “justiça social”?? Se havia hipocrisia nos tempos do Império quanto ao ideal da educação da elite, hoje tal hipocrisia se manifesta nas promessas de uma formação integral para os menos favorecidos, porém não espelhando-se no que havia de bom, mas na impraticável convivência de princípios imorais com o objetivo do desenvolvimento educacional.

Colégio Pedro II, atualmente. Rio de Janeiro, RJ.
Colégio Pedro II, atualmente. Rio de Janeiro, RJ.

Para exemplificar o dito acima, transcrevo, a seguir, um trecho da aula inaugural do Colégio Pedro II, localizado na cidade do Rio de Janeiro, também chamado, à época do Império, deImperial Collegio. Tal pronunciamento fora proferido pelo Ministro de Governo imperial na época da Regência de Araújo Lima – a saber, Bernardo Pereira de Vasconcelos – aos 2 de dezembro de 1837, data do aniversário de D. Pedro II.

Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

Diga a Verdade e saia correndo!


Nos meus quase 33 anos de idade, nunca vi um ditado popular estar tão em voga como esse do título do artigo. O mesmo tem origem nos povos da ex-Iugoslávia numa época em que o comunismo calava as pessoas de diversas formas, que ia desde o suborno à chacina de vilas inteiras.

E não é o que estamos a ver hoje em dia: pessoas sendo caladas por força de leis antidemocráticas outorgadas por governos socialistas? Socialistas não são democratas nem nunca serão. Socialistas são revolucionários, e revolucionários não dividem o poder jamais. Portanto, pelo bem maior da democracia, a saber – sua preservação -, partidos revolucionários totalitários, de doutrina socialista-comunista, deveriam simplesmente ser banidos do planeta.

Eis uma pergunta que insiste em se levantar dentre as brumas de nossa História mal contada: por que cargas d’água as doutrinas de inspiração Nazista foram banidas do planeta e não as de inspiração Comunista? Havia apenas uma diferença de método entre o Nacional-Socialismo de Hitler e o Comunismo Soviético (a aplicação nacionalista para o primeiro e internacionalista para o segundo), porém ambos nutriam o mesmo ódio racista contra os pobres e fracos, contra a Igreja e a Família.

Acaso, as 6 milhões de vítimas judias do Holocausto nazista valiam mais que os 175 milhões de assassinados do Comunismo Soviético, Chinês, Cubano (louvado pelo PT) e afins? Sim, judeus valiam mais para os senhores da mídia de massa do Mundo, todos sionistas! Sim, pois o Comunismo soviético provava ser mais eficiente aos fins a que se propunham: exterminar os pobres, escravizar as mentes, subverter as massas para a extinção do conceito de Família nuclear cristã, extinguir a propriedade privada e entregar tudo nas mãos da elites financeiras internacionais sionistas e maçônicas (Rothschild e Rockfeller).

Estamos vivendo em uma época em que os poderosos não se preocupam mais em disfarçar suas más intenções e sua fome de poder, nem mesmo se atém mais em camuflar seus sórdidos métodos. Estamos no tempo do cinismo político-social puro e simples, em que a culpa pela agressão sofrida é simplesmente imputada à própria vítima, ficando o agressor ainda com a fama de Robin Hood torturado por um sistema atroz.

Logo, os crimes de terrorismo, homicídios a bomba, chacinas e assaltos a bancos, cometidos por guerrilheiros como Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Minck, José Genoíno e José Dirceu, são transformados pela mídia em ‘”resistência pela democracia”, enquanto a defesa da Constituição pelos militares é descrita como “Golpe de 64”. E não adianta denunciarmos tudo isso; não importa que eles mesmos tenham confessado ou deixado subentendido todos os indícios. Eles se gabam de todos os seus crimes, e quando denunciamos, somos processados por calúnia e difamação. Não importa se eles confessaram seus crimes em nossas fuças; não temos o direito de repetí-los!

Pouco a pouco, o que era antes tido como escandaloso e impudico – impensável mesmo -, vai se tornando banal. E a tentativa de mostrar isso às massas anestesiadas do populacho inerme é encarada como sintoma de psicose e recalque de nossa parte. O erro maior foi termos deixado nossos filhos serem educados pelo Estado, enquanto tínhamos de nos “divertir” e “trabalhar”.

Há lugares em que denunciar a pedofilia virou crime. Isso mesmo: é crime denunciar o crime – quando o mesmo crime é praticado por homossexuais!

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