O que é o Feminismo? (Sou machista, graças a Deus!)


Uma das coisas mais simples de se fazer, hoje em dia, quando você quer encher o saco de alguém ou acabar com uma boa reunião de família, é pegar um adjetivo qualquer e atrelar a ele o sufixo -ismo. Você quer dar uma de intelectual de pijama? Comece por dar asas ao seu intelectualismo. Numa dessas aventuras, alguns retardados, entediados que estavam com suas matinês revolucionárias, resolveram inovar. Criaram os termos MachismoFeminismoSexismo. Vejamos!

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Blood Money: o documentário mais esperado do ano!


Blood Money, a mentira e a indústria do Aborto

Blood Money: o Aborto legalizado

Blood Money [em tradução livre do inglês, “Dinheiro de Sangue”] é um documentário que mostra todas as faces da indústria do aborto nos EUA [e, por extensão, no mundo inteiro], que rende bilhões de dólares às clínicas abortistas, às ONGs de “direitos humanos” e aos movimentos feministas.

Não vou me deter aqui na discussão e demonstração sobre o caráter criminoso, covarde e homicida do aborto, seja por parte das mães, das máfias políticas que o sustentam e propagam. Nestes artigos, exponho de forma suficiente os motivos de o aborto ser tido não somente como mal moral, mas como crime contra a humanidade. Qualquer pessoa que não leve aquelas evidências em consideração está, provavelmente, com algum distúrbio cognitivo ou de sensibilidade.

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Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual”


Quando pessoas como eu, e outras muito antes, diziam que a campanha por “direitos civis igualitários” dos militantes gayzistas era uma armadilha primária que visava apenas igualar condutas bizarras às tradições familiares ocidentais, não faltavam os que rasgassem as vestes em sinal de escárnio e indignação. “Lá vai o Ebrael, um reacionário homofóbico esquizofrênico!

Hoje, através das notícias, imagens e fatos que a mídia, a serviço dos globalistas estrangeiros, se esmera em tentar abafar, vemos que aquilo que parecia “teoria da conspiração” e delírio está a se tornar perigosamente real. A homossexualidade deixou de ser, de um lado, transtorno histeriforme de personalidade e ganhou status de gênero, como se fosse um terceiro sexo. Parceiros homossexuais não podem ter filhos uns com outros, mas exigem o “direito” de educar crianças segundo um modelo de família fabricado por suas mentes doentes. A homossexualidade é convite para vícios e doenças, mas seus ardorosos militantes já defendem que é a heterossexualidade, vivência natural e fecunda do sexo, que é anormal. Chamam de tirânico o nosso bem maior, nosso modelo de Família, quando é realmente tirânico o furor que suas frustrações sexuais lhes causam.

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Tradução do artigo “It Begins: Pedophiles call for same rights as Homossexuals“, de Pat Dollard. [com comentários meus]:

Utilizando-se da mesma tática dos ativistas dos “direitos gays”, pedófilos começaram a buscar status semelhante, alegando que seu desejo libidinoso por crianças é uma orientação sexual, em nada diferindo da  homossexualidade ou da heterossexualidade.  Continue lendo “Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual””

“Direitos Sexuais das Crianças”? Promoção da Pedofilia, isso sim!


Abaixo, cartazes de divulgação de eventos relacionados à discussão sobre os “Direitos Sexuais das Crianças” e do Adolescente, promovidas por entidas públicas e organismos (anti-) sociais. Sinceramente, eu não sabia que existiam já, de forma tão explícita, discussões sobre tais “direitos”. Pensava eu, em minha ingenuidade, que crianças tinham direito a uma educação de qualidade, à alimentação, a ter pais e mães que os acompanhem e eduquem com base em valores morais sólidos, à proteção…

No entanto, o que podemos constatar é que todas as iniciativas de Governos esquerdalhas (como o do PT) e de pseudodemocratas (PSDB) incentivam a marginalidade (ao dar estímulo à delinquência com a blindagem do Estatuto da Criança e do Adolescente), promovem a prostituição infantil (ao rebaixar a idade de consentimento sexual para 14 – e logo -, para 12 anos), instituiram a aprovação automática – e não mais por mérito escolar – dos alunos da rede pública de ensino, etc.

Agora, estão a discutindo a “melhor” maneira de garantir “direitos sexuais” aos incapazes e vulneráveis! Sexo é ato procriativo, que se torna natural somente ao passo que naturalmente amadurece a capacidade de discernimento do jovem, e que tende a ter seu ápice na aquisição de responsabilidade mediante o casamento. Mas, nem senso de responsabilidade fazem nascer nos adolescentes (a não ser um automatismo politicamente correto, manipulado) nem propiciam o amadurecimento psicológico às crianças para que possam se desenvolver de forma equilibrada em direção à sua realização como pessoas humanas.

Leia isso: ONU estuda estender “Direitos Sexuais” inclusive a crianças de 10 anos. Não é isso que já Luiz Mott, Jean Wyllys e militância gayzista propõem em seus seminários LGBT’s??

Para provar que a agenda gayzista vem direto da ONU, aqui a prova de que no Brasil segue-se o cronograma acima apontado: http://www.childhood.org.br/direitos-sexuais-da-crianca-e-do-adolescente-serao-discutidos-no-rio-de-janeiro.