Direito: proteção ou intervencionismo?


Num cenário de expansão do que chamamos democracia, as massas, mimadas pelas comodidades, aparentemente gratuitas, da era tecnológica, distorceram a noção de direito, como se este fosse uma forma mágica de satisfazer suas necessidades subjetivas como se fossem fundamentais. Afinal, que distorção seria aquela?

Continue Lendo “Direito: proteção ou intervencionismo?”

Selo “Mundo Melhor”


O Selo Mundo Melhor foi uma lembrança e mimo concedido a mim por minha amiga Leila França, do blog Leila França e Sua Própria Revistinha Online. Além de considerar um reconhecimento à nossa amizade, tão frutífera nos últimos tempos, acredito que a Leila nos concedeu esse selo para divulgarmos sinceramente, o que fazemos diariamente como contribuição à preservação de nosso meio ambiente. Quando esses nossos esforços se somarem, todo o meio ambiente vai agradecer, agradecer pelo carinho, dedicação e boa-vontade.

E para mostrar seus esforços e sua atenção sincera para com o meio ambiente, contribuindo com sua parte para a preservação do mesmo, indico esses meus dez amigos (lembrando que muito mais desses dez amigos merecem receber tal lembrança):

Instruções:

  1. Linkar quem te indicou, postando o Selo (copie o endereço da imagem e insira no seu blog), e indicar dez amigos que você tenha consciência que ajam de alguma forma para a preservação do meio ambiente ou, ao menos, que cuide de seu habitat e da saúde de sua família;
  2. Postar quais suas próprias ações contribuem de alguma forma para o combate à poluição em seu meio ambiente, bem como ajudem a Natureza nesse sentido. No meu caso:  a) Sou voluntário por duas horas semanais na recepção de materiais recicláveis na Secretaria de Saúde da cidade onde trabalho;  b) Sempre que posso, frequento as reuniões do Conselho Comunitário do meu bairro, que trata também da resolução de problemas ambientais;  c) Também recolho as pilhas e, sempre que há, baterias dos celulares aqui de casa;  d) além de recolher o lixo seletivo de casa.
  3. Publicar essas regras.

Dores Planetárias e um Poema


Vagando e vagando por essas noites pelos mares sem fim da Internet, pois “navegar é preciso”, surgiu algo sobre o que falar. É um assunto tão recorrente, esse das mudanças bruscas e desenfreadas (ou superaceleradas, não sei bem) por que passa o planeta e a humanidade, que já se torna, aos olhos de todos, piegas falar nele.

Sinto uma dor imensa e aflição por todos nós, passageiros dessa Nave. Não queremos saber se essa Nave deve chegar a algum lugar; não nos preocupamos, pois pensamos que ela está em “piloto automático”. Sóqueremos saber quem vai ocupar a cadeira do Capitão. Mas, será que o Capitão já não está louco, a sabotar o funcionamento da Nave-Mãe?? O que ele faz pelos tripulantes e passageiros?? É uma mera figura decorativa no hall das espécies que habitam a Nave?? Esse Capitão (a humanidade, com o cap da morte disfarçado de esperança inerte) não percebe que o “piloto automático” regula a atividade e o bom funcionamento da Nave. Se os tripulantes não se comportam bem, se não se esforçam para ajudar a mantê-la em harmônico estado mecânico, o que resultará??

Sinto essa dor não como algo pessoal. Estou aqui, confortável nessa mesa de computador, cheio de cabos a tecer viadutos (eletrodutos é melhor) entre minha paciência e insatisfação com o que eu vejo. Porém, é uma dor planetária, como uma célula que pressente o câncer crescendo nas vizinhanças. E qual célula do estômago não se ressente da voracidade da fome que vem do cérebro?? Somos UM só Corpo, e numa metástase planetária, todas as células e tecidos semelhantes sofreriam a a mesma dor da extirpação. O Planeta executa, de vez em quando, quimioterapias e expurgos para equilibrar sua saúde. A Natureza é mais inteligente e autônoma do que podem imaginar esses tecidos e estratos de células humanóides que somos todos. Humanóides sim, como apenas mais uma similaridade, pois o conceito áureo de humanidade (centelha pensante) já está, esse sim, piegas e demagógico demais.

Temos que reinventar o conceito de humanidade, reprojetar o que queremos daqui pra frente, e adequar isso ao que nos espera no futuro bem à porta, como consequência de nossa irrefreável irresponsabilidade. A Era de Aquário está aí, e a liberdade prometida pelas profecias tem sido apenas a Liberdade da desordem. Temos que encontrar um novo jeito de assimilar essa dor, de sublimá-la, porque os anestésicos que nossa auto-estima capitalista (falsa e sem-vergonha) já não nos fazem dormir tranquilamente.

Nossa Nave-Mãe

Dói aqui no coração

Do meu mini-planeta.

Do meu microscosmos,

Vejo lá, na pequenina Terra,

Uma garça se afundando em óleo

E um mendigo chorando

Pela lata de lixo vazia.


Chora o sabiá, o urso polar

E o joão-de-barro não mais se preocupa,

Pois as chuvas foram-se embora.

Estão de férias os pinguins??


Minhas células mini-universais

Se ressentem

Do frio nuclear,

Da fome mitocondrial,

Da peste genética,

Da solidão intestinal,

Da corrupção dos vermes,

Do DNA desumano…


DNA desumano,

Destino inumano,

Sonho sobre-humano,

Esperança resiste a uma

Saraivada sub-humana

De espasmos planetários.


Parque da Serra do Tabuleiro e Guarda do Embaú – Santa Catarina


Atendendo a pedidos de leitores, estou postando hoje especialmente para celebrar duas das paisagens mais belas e/ou frequentadas de minha cidade: Palhoça, estado de Santa Catarina.

 

Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

É a maior Unidade de Conservação do estado de Santa Catarina. Ocupa cerca mais de 1% do território catarinense, ou seja, 874 km², aproximadamente. Abrange áreas dos municípios de Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí, Garopaba e Paulo Lopes.

O Parque tem variada vegetação, reunindo cinco das seis composições botânicas do Estado. Começa no litoral, com a paisagem da Restinga, sobe a serra, alcançando o planalto em meio à vegetação dos Pinhais, passando, nessa transição, pela Floresta Pluvial da Encosta Atlântica, vegetação da Matinha Nebular e os Campos de Altitude da chapada da serra. Dentre a vegetação formam-se rios e córregos que serão responsáveis pelo fornecimento da água potável utilizada pelos moradores de toda Grande Florianópolis.

Dentre os onze habitats principais (ecossistemas) identificados num estudo recente  realizado pelo Banco Mundial/Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para a América latina e o Caribe (LAC), cinco deles ocorrem no Parque: florestas tropicais úmidas de folhas largas (mata atlântica), florestas tropicais de coníferas (floresta de araucária), restingas, campos de altitude e manguezais. A maior parte do Parque está coberta pela mata atlântica, uma ecoregião terrestre considerada pelo estudo do Banco Mundial de máxima prioridade regional para a conservação da biodiversidade. Outro estudo recente do Banco Mundial inclui o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro numa lista dos habitats naturais críticos na região da América latina e do Caribe.

A sede do Parque fica às margens da BR-101, no município de Palhoça, a 40 km de Florianópolis, em direção ao Sul do Estado. A sede do Parque estava fechada para reformas desde 98 e agora foi reaberta com maior estrutura para receber os visitantes. Foram construídos um centro de visitantes, portal, estacionamento, local para controle e recepção e trilha interpretativa. O centro de visitantes é a maior edificação com 270m2 de área construída e auditório para 80 pessoas, área para administração, oficinas de educação ambiental, recepção e banheiros, inclusive para deficientes. Na trilha, com 1.000m, os visitantes são acompanhados por guias. Localizada na Baixada do Maciambu, uma área de restinga, a trilha permite caminhar por partes da sede do Parque antes inacessíveis, observando a fauna e a vegetação local. O Centro funciona de segunda à sexta, das 13h às 19h e a entrada é gratuita. As visitas podem ser agendadas através do telefone (48) 3286-2624.

 

Guada do Embaú (praia da) – Palhoça – Santa Catarina

A praia da Guarda do Embaú localiza-se ao sul do município de Palhoça, estado de Santa Catarina. É internacionalmente conhecida prlos surfistas e praticantes de ecoturistas, assim como veranistas da América do Sul. A praia é lembrada sempre como sede de etapas da WCT e do WQS, circuitos internacionais de Surf. Teve como núcleo incial uma vila de pescadores, com um rio que corta a praia e deságua no mar, através de um canal proporcionando assim estas duas opções de lazer.

 

O mar  propício à prática do surf sendo considerado um dos melhores locais do  Brasil, e o rio ideal para caiaque, passeios de barco, que são oferecidos pelos próprios nativos, e outros esportes praticados em águas calmas.É um paraíso em meio a natureza, preservado pelos nativos e turistas.

Para aqueles que desejam se aventurar, a Guarda reserva momentos inesquecíveis. Nem precisa ir tão longe. Para chegar a praia ou você atravessa o rio ou faz uma caminhada de uns 8 minutos entre as trilhas do morro que da acesso a praia.

Se preferir algo mais emocionante, é só pegar a estrada e ir a Cascata da Zanela.

Cascata do Zanela
Cascata do Zanela

*************************

Fontes:

http://www.guardadoembau.com.br

http://www.fatma.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=76&Itemid=157