A educação contaminada nos levará ao Abismo


Quem já está acostumado com o “espírito” (de porco) que norteia, atualmente, boa parte dos estudantes e docentes das Universidades, não deverá estranhar o tipo de conteúdo que vou expor aqui, hoje. Tal “espírito”, ao qual chamamos Esquerdismo, é uma anomalia do comportamento humano transfigurado em sistema de ideias totalitárias, as quais deram origem à Revolução Francesa e ao Socialismo, contrapeso ideal para o Capitalismo (ideal para as elites maçônicas e sionistas que sempre financiaram ambos os lados).

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Professora é demitida por denunciar salas de aula precárias


Não sou adepto das chamadas retrospectivas de final de ano. Não gosto desse negócio de remoer audiência por fatos já noticiados. Mas, a barbaridade que vou denunciar, mesmo tendo se passado há dois meses, não poderia ser negligenciada por mim de forma alguma.

Meus agradecimentos à leitora Leila Oliveira, que me informou do ocorrido e me sugeriu publicar uma postagem a respeito.

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Mais médicos? Para quê?


Clique na imagem e conheça o “currículo” de Dilma Rousseff.

O Brasil não precisa de mais médicos, mas de vergonha na cara para que não eleja para presidente da República uma pessoa que, além de ter atuado como assaltante de bancos e integrante de grupo terrorista no passado, não tem nem mesmo o cacoete para mentir “decentemente”. É vergonhoso a qualquer brasileiro ter um presidente que não presta nem para mentir. Os filhotes da esquerda brasileira aprenderam a assaltar o país, praticar terrorismo armado e de Estado, pregar imundícies para a juventude, mas nunca adquiriram a proficiência necessária para disfarçar suas intenções antipatrióticas.

A hipocrisia, que descrevi em meu artigo anterior, grassa sempre mais insidiosa entre as fileiras do “politicamente correto”. E essa hipocrisia, regada nos jardins do Planalto Petista, é uma das piores: a hipocrisia demagógica, aquela que leva o povo a aderir a uma caridade social às avessas. Estaremos permitindo a vinda de médicos cubanos, em aviões “negreiros”, para quê, exatamente? Perguntas que se resolvem em si mesmas:

Será para aumentar o atendimento da população carente do interior do País? E qual seria a qualidade desse atendimento? Não seria ela duvidosa, a saber pela recusa do Governo em submeter tais médicos à validação de seus diplomas pelo órgão (in-) competente?

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O Colégio Pedro II e os valores que a República não aproveitou


Posso parecer, por vezes, ora idealista, ora saudosista. Tanto naquele caso como neste, a Razão acaba cedendo ao mito, ao sonho, ao desejo de que as coisas voltem, por um passe de mágica, a ser como eram outrora. Logicamente, as coisas, como eram, deviam a uma certa conjuntura de fatores sua razão de ser que jamais se repetirá. À época em que algumas coisas valiam, havia uma identidade que representava certos ideais. Essa identidade, junto com seus ideais, foi sufocada por um rolo compressor ideológico que matou parte da alma da maior parte das pessoas, mesmo do povo brasileiro.

Os casamentos voltarão a ter sua sacralidade reconhecida ou verterão seus restos ladeira abaixo de uma vez por todas? A educação de nossos filhos retornará ao idílico sonho clássico ou estará sujeita a ditames psicóticos de uma ideologia assassina, travestida com os trapos da “justiça social”?? Se havia hipocrisia nos tempos do Império quanto ao ideal da educação da elite, hoje tal hipocrisia se manifesta nas promessas de uma formação integral para os menos favorecidos, porém não espelhando-se no que havia de bom, mas na impraticável convivência de princípios imorais com o objetivo do desenvolvimento educacional.

Colégio Pedro II, atualmente. Rio de Janeiro, RJ.
Colégio Pedro II, atualmente. Rio de Janeiro, RJ.

Para exemplificar o dito acima, transcrevo, a seguir, um trecho da aula inaugural do Colégio Pedro II, localizado na cidade do Rio de Janeiro, também chamado, à época do Império, deImperial Collegio. Tal pronunciamento fora proferido pelo Ministro de Governo imperial na época da Regência de Araújo Lima – a saber, Bernardo Pereira de Vasconcelos – aos 2 de dezembro de 1837, data do aniversário de D. Pedro II.

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