Marte: um Mundo Além da imaginação


Enquanto algumas almas ranzinzas ficam resmungando por outras pessoas estarem entusiasmadas com a “descoberta” (!!) de água em Marte e falte água na represa Guarapiranga, em São Paulo, eu fico, sim, estupefato com a notícia. Ainda que eu suspeite que essa informação já fosse, há algum tempo, de conhecimento da NASA e tenhamos sido os últimos a saber (como sempre), antes tarde do que nunca.

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Meu último leito


Não nos damos conta, mas morremos, de certa forma, ao fim de todas as noites. Vinte e quatro horas de um ciclo que parece, por vezes, não ter fim. Cansamos do dia, cansamos da vida que levamos. A vida pesa; corpo e mente sofrem. A Natureza vem e nos concede um recover para os membros, para os olhos. Dormimos. Milhões de vidas celulares repousam, alguns para acordar no dia seguintes e outros para dar lugar às novas vidas.

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A Morte não carrega seus ídolos


Como eu me acostumei a reunir os recortes de coisas que deixo espalhadas por aí, resolvi colar mais esse no mural onde me junto às pessoas pelas quais nutro mais do que simples estima, mas Amizade, e genuína.

Ontem, ainda, me peguei identificado com Valéria, a qual como que conseguia visualizar surfando lágrimas de mercúrio (aquelas que pesam mais do que o impossível), ao descrever sua dor de Morte. Aliás, sobre a Morte:

“Hoje penso que a morte é o maior aprendizado que tenho. É ver de perto as miudezas que me deixam com jeito arrogante, as impaciências que me distanciam da essência, dos dias que nem me perfumo, das risadas que não dou, sempre quando levo as coisas a sério demais.”

Então, eu lhe respondi:

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Ebrael Shaddai | Vislumbres do Passado

Vislumbres do Passado: Minha experiência com Terapia de Vidas Passadas