A Pedra Angular


“A pedra antiga, outrora rejeitada pelos construtores, veio a tornar-se a Pedra Angular, a Pedra da Fundação” (Jesus Cristo)


Prometi a mim mesmo, sem sucesso, que me absteria de escrever por uns tempos para sossegar meu coração e me adaptar, forçosamente, a uma nova ordem. Foi em vão, como já disse? E por quê? Guardar nossas ansiedades para nos mesmos quase nunca é saudável. Resolvi, então, continuar refletindo e postando…

Os construtores passam, as pedras são polidas, mas a Pedra Angular permanece a mesma. Os tempos correm velozes, os corações se alegram e sofrem, mas a Consciência persiste em seu trabalho de Iluminação, de harmonização com as Leis Universais.

Nossos Destinos se cruzam e se afastam, as Leis são cumpridas à nossa revelia, Deus continua sendo Deus não obstante nossos tolos conceitos acerca d’Ele. E nossa Alma prossegue em sua marcha, visando a nossa libertação da ignorância.

Como é triste não conhecermos os porquês daquilo que nos ocorre! Mas, estaríamos todos prontos a saber a Verdade, ou jogaríamos as pérolas aos porcos de nossa incredulidade? Não! Nada é por acaso, e nem um fio de cabelo nos cai da cabeça sem que seja contado!

 

A "Pedra" da Fundação

 

A Argamassa de meu sangue erige as paredes de meu Templo Interior. Dá sustentação ao Corpo de minhas provações. Mas a Pedra Angular de minha Alma, arrancada do Coração de Deus para sua glorificação, permanece impávida!

Os ventos das dores assolam nosso chão, mas nossa Fé na dureza da Pedra nos conforta, nos mantém cientes de nossa missão na Terra: vencer a ignorância, amar a Deus em todas as coisas e cumprir fielmente nosso Destino. Misericordioso é Deus que, cobrindo as faltas de seus filhos, lhes dá a Vida em plenitude de amor!

Tudo passa! Os ventos mudam, os construtores de nossos dias vêm e se vão, mas permanecem a Fé, a Esperança e o Amor! Permanecem para sempre, assim como as promessas relativas a esses três últimos pilares…

Por que Jesus não se tornou Rei dos Judeus?


Antes de começar a dissertar sobre o assunto do título, tenho que fazer uma breve introdução de matérias que serão abordadas.

Quadrados Mágicos – conhecidos pelos matemáticos como matrizes do tipo n x n, de n linhas e n colunas. Conta com a peculiaridade de obtermos sempre a mesma soma dos elementos em qualquer coluna, linha ou diagonal.

Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.
Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.

No exemplo acima, temos uma matriz 3 x 3, em que em qualquer coluna, linha ou diagonal, a soma dos elementos será sempre a mesma, nesse caso 15. E como sabemos que sempre dará 15? Resposta: basta distribuirmos os algarismos de 1 a 9 (nesse caso, pois 3 x 3 = 9). Ao somarmos todos os elementos, de 1 a 9, e dividirmos o resultado pelo número de seções (colunas ou linhas, nesse caso 3), obteremos 15 (ou seja, 45 / 3).

Para descobrirmos a soma dos elementos (também chamada de número planetário) de uma coluna ou linha de matriz n x n, em que n é o número de seções (colunas ou linhas), segue a fórmula:

S= (n + n³) / 2

Por que falar de quadrados mágicos aqui? Vejamos.

Ontem tive um sonho estranho, desses que você sabe exatamente que não nasceram de suas idéias, simplesmente. Posso falar apenas da matéria em si, mas não dos eventos do sonho, por motivos pessoais.

Lendo um post interessante em um blog ontem, acabei adormecendo, meditando sobre o assunto. E tinha a ver com as correlações místicas e cabalísticas dos khameas, ou quadrados mágicos para os antigos. Mas, o que obtive de conclusões no sonho não tinha visto no post do tal blog. Foi algo novo. Poderá até parecer maluquice para alguns que lerem o post, mas fez todo o sentido para mim.

A maioria dos graus ligados à Rosacruz ou aos gnósticos trabalha com graus baseados nas Emanações da Árvore da Vida. Esta estrutura foi desenvolvida inicialmente nos Templos de Toth/Hermes, mas contava apenas com sete graus, baseados nos Planetas Alquímicos (Lunae, Mercure, Veneris, Martis, Jovis, Saturni e Solis), sendo Solis o mais avançado. Cada grau possuía um Kamea (Quadrado Mágico) correspondente. Mais tarde os Pitagóricos finalizariam a estrutura para conter 10 esferas numeradas, como conhecemos hoje em dia.

Como os Khameas só são possíveis a partir do 3, então estabeleceu-se uma correlação numérico-cabalística entre números e planetas (arquétipos). Assim:

Saturno = 3;  Júpiter = 4; Marte= 5;  Sol= 6; Vênus= 7;  Mercúrio= 8; Lua= 9.

E onde Jesus entra no sonho, digo, na história??

Como todos sabem, o arquétipo astrológico ligado ao domínio, ao juízo, ao Rei é Júpiter. E o número de Júpiter é 4. Numa matriz quadrada mágica 4 x 4, obtemos o número planetário pela fórmula citada acima:

S = (4 + 4³) / 2= (4 + 64) / 2= 68 / 2= 34.

Esse é o número do Rei numa manifestação particular, enquanto homem perfeito, realizado. Daí, me lembrei, no sonho, do 33, que também é um número cabalístico. Mesmo que Jesus não tivesse morrido aos 33 anos, esse era um símbolo atribuído a ele, significando algo transcendente, pois que os números estão pelo menos um grau acima das palavras compostas, em termos de sublimidade. Ele morreu aos 33 anos. Fez de tudo, foi quase coroado. Era Rei de berço, pela sua linhagem davídica, mas não foi coroado. Ele foi 33, e não chegou ao 34. Quase chegou, quase!!

Nas Tradições esotéricas e cabalísticas ocidentais, há quase uma unanimidade em atribuir a figura de Jesus à esfera 6 (Tiphereth, a Beleza) da Árvore da Vida. Ela é representada pelo Sol. O Sol, mais do que ser Rei apenas, traz a Luz. Está entre 12 constelações zodiacais, assim como Jesus estava entre 12 discípulos. Sem contar que todos os mitos solares das tradições anteriores a Cristo no mundo, se referem a deuses sacrificados e abnegados, que dão a vida pelos seus seguidores e pela humanidade.

Mas o que mais me intriga é o seguinte: não tenho qualquer dúvida que Jesus está ligado ao Arquétipo Solar, mas ao executar os cálculos do quadrado mágico com n=6 (Sol), matriz 6 x6, obtemos a seguinte figura:

Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.
Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.

Conclusões:

Calculando o número planetário dessa matriz, temos S= (6 + 6³) / 2= (6 + 216) / 2= 222 / 2= 111. Mas, e se somarmos todos os elementos da matriz?? Cada coluna ou linha soma 111. Logo se multiplicarmos por 6, temos… 666!!!

Não digo que Jesus tenha sido a Besta, mas que se alguém, no futuro, querer se comparar a Ele, declarar ser Ele, será alguém de 666, do Sol, que agrupará não 12 apóstolos, ou 12 constelações. Será alguém pacífico, cativante, que atrai seguidores e tem forte carisma. Será a imitação perfeita do Logos Iluminador. Será um Illuminatus, alguém já com os graus de Adepto, com domínio da Mente e dos 4 elementos. E quando um Adepto é do lado “negro da Força”, elé é mau mesmo!! Talvez seja o messias judaico, a reunir as 12 tribos de Israel a lutar contra o mundo…

Mas Jesus também era regido pelo 666, número de homem. E, logo se o tal Anticristo vir, e for um homem, será a antítese de Jesus, mas com o mesmo grau de adiantamento, ou pelo menos, em teoria, com as mesmas prerrogativas, representadas pelo 666, o Sol Invictus

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Referências: http://ateuspontocom.blogspot.com/2009/05/quem-tem-medo-dos-illuminati.html

A unção pentecostal da galinha – Igreja Batista do Redentor


Por favor, me desculpem os evangélicos, crentes e pentecostais, mas isso aí é ridículo, patético mesmo!! O cara é completamente doido, ou é um canastrão picareta de meia pataca! Por favor, pastores novatos, MODERAÇÃO!!

E crentes: cuidado!! Muito cuidado com esse tipo de líder “religioso”!! Cuidado com aqueles em quem vocês confiam para lhes ministrar a sua religião, em quem vocês crêem ser sacerdotes de Deus!!

Os Manuscritos de Nag Hammadi


Os Manuscritos de Nag Hammadi, também chamdos de apócrifos, são uma coleção de textos bíblicos, essencialmente gnósticos, que datam, aparentemente, do final do século IV ou no inicio do século V, ou cerca de 400 d.C. . Os manuscritos são cópias, e os originais a partir dos quais eles foram copiados datam de muito tempo antes. Algum deles – o Evangelho de Tomé – por exemplo, o Evangelho da Verdade e dos Egípcios – são mencionados pelos primeiros padres da Igreja, tais como Clemente de Alexandria, Irineu e Orígenes.

Em primeiro lugar, eles são importante porque  escapam à censura e revisão da ortodoxia romana. Em segundo lugar, porque eles foram escritos para uma audiência egípcia, não tendo que distorcer para os ouvidos romanos e, por que eles podem se basear em fontes de primeira mão, testemunhas oculares. Como era de se esperar, os Manuscritos de Nag Hammadi contém muitas passagens antagônicas à ortodoxia e aos “seguidores da mensagem”.

Em um documento, chamado Segundo Tratado do Grande Seth, Jesus é descrito precisamente como ele aparece na heresia de Basilides – escapando à morte na cruz através de uma engenhosa substituição. Alguns outros trabalhos da coleção Nag Hammadi testemunham uma rixa entre Pedro e Madalena que poderia refletir um cisma entre os “seguidores da mensagem” e os “seguidores da linhagem”. No Evangelho de Maria, Pedro se dirige a Madalena como se segue: “Irmã, nós sabemos que o Salvador te amou mais que as outras mulheres. Conte-nos as palavras do Salvador
de que tu te lembras – que tu conheces, mas nós não.”

Indignado, Pedro pergunta aos outros discípulos: “Ele realmente falou em particular para uma mulher e não abertamente para nós? Devemos nós todos dar a volta e escutá-la? Ele a preferiu a nós?” Mais tarde, um dos discípulos responde a Pedro: “O Salvador certamente a conhece muito bem. Por isso, ele a amou mais que a nós.  No Evangelho de Felipe, as razões para esta rixa, parecem óbvias.. existe, uma ênfase recorrente na imagem de uma câmara nupcial. Segundo este Evangelho, “O Senhor fez tudo misteriosamente, uma crisma e um batismo e uma eucaristia e uma redenção”. Esta câmara , à primeira vista, poderia ser simbólica e alegórica. Mas o Evangelho de Felipe é mais explícito:  “Existem três que sempre caminharam com o Senhor: Maria , sua mãe e sua irmã e Madalena, chamada sua companheira.”

Segundo um pesquisador, a palavra “companheira” deve ser traduzida por esposa. Certamente, existem razões para fazê-lo, pois o Evangelho de Felipe se torna mais explícito: “E a companheira do Salvador, é Maria Madalena. Mas Cristo a amava mais que a todos os seus discípulos e a beijava na boca frequentemente. O restante dos discípulos ficavam ofendidos com isso e expressavam sua desaprovação. Eles lhe disseram: “Por que mais do que a todos nós?” O Salvador respondeu e lhes disse: “Por que eu não te amo como a ela?” ( O Evangelho de Maria, O Evangelho de Felipe, em Nag Hammadi Library in English, p.472, 140,138;).

(“Os Manusritos de Nag Hammadi“, in A Genealogia Secreta de Jesus).

Acredita-se que haja muitos outros, textos, livros, cartas e escritos apócrifos ainda desconhecidos. Muito do que havia fora destruído por ordem da Igreja. Somente os que não contradiziam a “pureza da fé”, foram conservados e aceitos pela Igreja.

Acessando o link abaixo,  eu disponibilizo uma coletânea de livros apócrifos renegados pela igreja:

http://docs.google.com/open?id=0ByWMKZOs54SuOWdjU3gyZEd4NGc

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