Nota: Banimento perpétuo do Facebook


Após ter excluído meu perfil pessoal antigo no Facebook, há mais de um mês, por motivos particulares, tentei retornar a esta rede social. Por três vezes, tentei fazer um novo perfil pessoal. Segui, sem pestanejar, as famosas “Regras da Comunidade”. Mesmo assim, após ter sido extorquido e forçado a enviar fotos exclusivas de rosto e de meu documento de identidade (R. G.), tive tais contas, uma após a outra, desativadas sem receber qualquer explicação, nem por e-mail, nem por telefone.

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Grupos de discussão ou “panelinhas”?


Após a popularização do acesso à internet no Brasil, viraram febres os tais grupos de discussão, comunidades de debates, listas, etc. O Orkut já chegou a ser a maior central de comunidades temáticas das redes sociais a atuarem no Brasil. Depois que o Orkut começou a declinar, os grupos e comunidades do Facebook assumiram a supremacia, seguidos dos Fóruns autônomos e dos grupos de discussão (como os do Yahoo! e do Google). Desde o início, alguns grupos se destacaram pelo alto nível de polêmica alimentada, buscando sempre novos participantes que queriam ver o “circo pegar fogo”. Por outro lado, por fora, corriam um número menor de grupos pautados pelo equilíbrio e educação nos debates. Com o tempo, estes últimos começaram, ao meu ver, a ficar engessados, onde todos perderam um pouco da espontaneidade da opinião, em nome de uma etiqueta politicamente correta, com regras que tendiam a uniformizar a opinião e podar certas correntes.

Não que eu defenda a ausência de limites nos debates. Mas, há que haver coerência. Debate é debate, deve-se deixar que corra solto, ainda que perca-se o foco e o tema. As opiniões e assertivas que derivam de uma discussão acalorada podem suscitar novos questionamentos e soluções para os problemas, muitas vezes ainda não cogitadas.

Colo abaixo um status que publiquei hoje em meu perfil no Facebook:

“A doença ‘politicamente correta’ tomou conta também de alguns grupos católicos ditos ‘militantes’, que de militantes têm ainda não sei o que. Sem ofensas, apenas a falsidade, a grosseira polidez da gente insossa, domesticada. A desfaçatez está na ordem do dia, mesmo que para preservar uma suposta Paz, essa tal Paz sem voz, uma paz dos sepulcros caiados.”

A Inquisição voltou, e está online!


Para os católicos imbuídos de mentalidade esquerdista ou modernista, seria interessante que dessem uma olhada no site Inquisição Online, que visa não apenas desmistificar os absurdos históricos que se fala da Santa Inquisição, mas também esmigalhar as mentiras heréticas propagadas pelos inimigos históricos da Igreja, constantes em livros de História, publicações das mídias de massa, predominantemente ateísta (livros, jornais, revistas, novelas, peças de teatro, etc.), e por aí vai-se.

Dentre as tantas iniciativas de católicos devotos para estimular a formação legitimamente católica dos leigos, tais como o site do Padre Paulo Ricardo, a página do Padre Rodrigo Maria, Logos Apologética, Fratres In Unum, entre outros, eu e mais alguns fiéis amigos, nos levantamos para dar nossa contribuição ao Evangelho de Cristo e confirmar as Promessas de nosso Batismo, da forma que nos é possível.

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ATEA: Ateus e agnósticos ultrajam católicos


Em colaboração com um amigo do Facebook que me marcou em uma de suas postagens, venho hoje ao blog para denunciar mais uma das já não surpreendentes agressões laicistas de setores ateus e neoateus, protegidos por organizações anticatólicas, contra símbolos da Igreja e a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Trata-se de integrantes mentalmente desnutridos, sem vergonha na cara, de uma página de ateus, a ATEA.

Militam em nome de um laicismo estatal, mas esquecem que o Laicismo não equivale ao Ateísmo, mas à neutralidade do Estado em relação às opções de crença ou não-crença dos cidadãos. Mais: ainda que o Ateísmo não possa ser enquadrado como um credo, nem mesmo antirreligioso, ele nasceu (com o Positivismo iluminista, de inspiração maçônica) de uma relação de oposição às crenças teístas. Portanto, antes de mais nada, ateus e agnósticos precisam ser honestos consigo mesmos e admitirem que o Ateísmo tem sim relação com as religiões. Como veremos abaixo, eles mantém um posicionamento agressivo em relação a elas e incitador de ódio anticristão, já conhecido como Cristofobia.

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