Potenciais estupradores?


Ao contrário do que muitos podem pensar pelo título, hoje não vou comentar o caso da garota que acordou com trinta e poucos caras sobre ela. Isso é assunto para a Polícia do Rio de Janeiro e da Justiça (??) daquele Estado. Meu foco hoje é a polêmica fala de algumas feministas (e simpatizantes), dizendo que vivemos em uma “cultura do estupro” e que “todos os homens são potenciais estupradores“.

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Nota sobre o Feminismo


Tabus (os quais as feministas chamam de preconceitos e que eu acho normais e sadios, quando não são doentios) existem tanto nas sociedades patriarcais como nas matriarcais. As mulheres das sociedades matriarcais correm o risco de parecerem ainda mais machistas (com ou sem saias) e promíscuas do que os homens nas sociedades patriarcais.

Por exemplo: há aldeias no Vietnã onde cada mulher pode ter vários maridos. Ela pode transar com qual deles ela quiser e quando quiser. Ora, se no Brasil uma amante de um homem só já é mal vista, imagine uma esposa de sete maridos!

Querem todas as benesses sem qualquer responsabilização. Fogem da maternidade (vocação natural primária da mulher) para deixarem de servir (na verdade, ajudar) os homens e se tornarem escravas dos patrões, acumulando milhares de horas em serões para, ao fim de cada noite, gozarem sozinhas seus 2 litros de Napolitano diante da TV.

O poder da mulher é subjacente, subliminar e, por isso, mais efetivo que o do homem. O poder manifesto é do homem, é um símbolo que está além da compreensão humana, é algo natural, acima de rótulos. Não adianta quererem lutar contra esse símbolo.

As feministas querem ter o que os homens têm, ou seja, o poder simbólico do falo. Daí que nasce o fetiche lésbico, fruto de revolta inconsciente contra o que elas não podem ter/ser. Ao invés de exercerem seu poder natural de forma inteligente (o que lhes é peculiar), transformam-se em seres que vagam no Limbo entre sua natureza e sua inveja, piores que cópias de Frankenstein.

O que é o Feminismo? (Sou machista, graças a Deus!)


Uma das coisas mais simples de se fazer, hoje em dia, quando você quer encher o saco de alguém ou acabar com uma boa reunião de família, é pegar um adjetivo qualquer e atrelar a ele o sufixo -ismo. Você quer dar uma de intelectual de pijama? Comece por dar asas ao seu intelectualismo. Numa dessas aventuras, alguns retardados, entediados que estavam com suas matinês revolucionárias, resolveram inovar. Criaram os termos MachismoFeminismoSexismo. Vejamos!

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Continua a batalha pela Família no Congresso


Para aqueles que ainda não sabem, o texto do PNE (Plano Nacional de Educação), cujas metas e diretrizes deverão reger as políticas para a Educação brasileira pelos próximos 10 anos, ainda não foi votado pela Câmara dos Deputados. Mas, por quê?

Após as sessões suspensas de 19 e 26 de março, a votação novamente foi adiada nesta última quarta-feira (2) por causa dos ânimos acirrados entre os propagadores esquerdistas da Ideologia do Gênero e grupos de defensores da Família brasileira (formados por católicos, protestantes, conservadores, principalmente). Petistas e outros representantes da fauna esquerdista radical, como Jean Wyllys, espernearam, atônitos pela vultosa e há muito não vista presença de valentes grupos Pró-Vida e Pró-Família. Mas, não adiantou de nada o chororô da corja esquerdista: soaram ainda mais vaias contra seus infames discursos. Assista aqui o vídeo da sessão do dia 2 de abril, que tratou da votação do PNE .

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Não à Ideologia do Gênero no PNE
Crédito da imagem: Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família. Data: 02/04/2014. Local: Câmara dos Deputados.

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COMENTÁRIO

O texto apresentado pelo PT, para o PNE, prevê a introdução arbitrária (sem bases científicas) do termo “gênero” como distintivo da identidade sexual dos alunos e uma das inovações a serem adotadas, a pretexto de combater a discriminação na escola. Obviamente, fica claro que essa é mais uma das investidas da Esquerda marxista para remodelar os valores da sociedade, visando fazer com que a Família natural (homem, mulher e filhos) perca seu status como célula-base da sociedade, o que enfraqueceria os laços de sangue, daria uma supremacia estatal definitiva sobre a educação da sociedade e permitiria uma expropriação menos convulsionada da propriedade privada. Nunca antes, o Estado brasileiro esteve tão perto do almejado totalitarismo global e anti-humano, pretendido por socialistas e laicistas radicais.

Mas, qual é, realmente, o papel da Ideologia de Gênero nesse processo de destruição da Família?

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