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Translente: um olhar impessoal sobre o Mundo


Aqui estou eu para anunciar mais um daqueles meus projetos inquietos, que fazem o Coração bater forte e a Mente trabalhar demais. Os dedos já estão exaustos, pedindo descanso. No entanto, vamos lá!

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A beleza das mulheres iranianas


O Irã, através dos antigos persas, é uma terra com uma rica história, embora sacudida atualmente por acontecimentos políticos graves. Sua religião predominante é o Islamismo que, por si só, nos traz pérolas de literatura, poesia e espiritualidade de rara beleza. Mas, para mim, a beleza iraniana está em suas mulheres. Aliás, já postei um poema em homenagem a uma de suas mais heróicas representantes, Neda Soltani, e um artigo sobre seu trágico assassinato pela polícia numa das praças públicas em Teerã, participando de uma manifestação em prol dos direitos das mulheres iranianas.

Não falo da beleza vulgar, de corpos nus. Falo de um fascinante brilho, olhos claros mergulhados em rostos perfeitos e cabelos indo de negros a castanhos claros.  Com o recato imposto pelos costumes religiosos, sua aura de mistério herdada de sua origem oriental e sua coragem em lutar por suas vidas e liberdade, o que as mulheres iranianas menos precisam para se fazerem notadas é o apelo sexual. É um singular sentimento de encanto, que nos põe em brasas os rostos, ao vê-las em sorrisos enigmáticos ao estilo da Monalisa.

Todas as mulheres são lindas, em si mesmas, pois representam a letra M nas três formas que sustentam nossas vidas: Mulher, Mãe do Mundo. Negras, brancas, amarelas, jovens e idosas. Mas, os exemplos abaixo me extasiam deveras. Poderia eu escrever ainda muito mais, em elogios à beleza mítica dessas mulheres, mas prefiro que os olhos de todos contemplem o que são, pra mim, os verdadeiros ícones da beleza feminina atual. 

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Símbolos Maçônicos no Palácio Cruz e Souza


Qual o nexo entre as fotos abaixo?

Essas três fotos foram tiradas de meu celular dentro do Museu Histórico de Santa Catarina (Palácio Cruz e Souza), situado ao lado da Praça XV de Novembro, no Centro de Florianópolis, SC. A foto do exterior do prédio – prefiro já dizer – é retirada do Google Images para ilustrar o local.

A simbologia maçônica está espalhada por todos os cantos da construção. Desde a quantidade de degraus da escada que leva ao pavimento superior (em número de 30), somados aos três assentos da sala de estar onde acabam as escadas (os três graus máximo da Ordem Maçônica conhecida), de costas para o Leste, guardados na entrada de tal sala por duas estátuas de soldados Guardiões, tudo remete à Simbologia Maçônica.

Também há o soalho de mármore em quadriculados pretos e brancos, mais que típicos de lojas maçônicas, logo à entrada do belo prédio. Mas, o que mais me impressionou foi flagrar o Caduceu nas mãos dos Gêmeos (que, astrologicamente, são regidos por Mercúrio-Hermes), cuja origem nos remete ao cetro de Enki, um dos principais deuses sumérios e, segundo as lendas destes, criador do ser humano como é conhecido hoje. Agora, pergunto: qual a ligação entre maçons, Mercúrio, Enki e os segredos por trás da “criação” do Homem.  E por que este símbolo, o caduceu, além das estrelas de oito pontas, está presente num museu histórico de uma região sem nenhuma conexão com gregos e sumérios?

Infelizmente, não pude tirar mais fotos, pois a bateria de meu celular descarregou. A última foto é uma imagem extraída do Google Images para retratar o exterior do dito Museu.

 

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Tsunami no Japão – Fotos de Satélite


Tem gente que não leva muito em consideração os tsunamis e fica se perguntando (ingenuamente) como “uma enchentezinha vinda do mar” pode matar tanta gente e causar tanta destruição.

Em primeiro lugar, tsunami não é uma “enchentezinha”, mas uma onda gigante que pode chegar a alturas bem maiores que os 10 metros, no caso do Japão. Ela chega em silêncio, à luz do dia ou na calada da noite, depois de terremotos ocorridos no fundos dos leitos oceânicos, mesmo longe da costa. Você olha para o mar e só se prestar atenção você consegue identificar anormalidades na configuração das ondas. Quando você percebe, normalmente, é tarde demais. Aí é subir ao lugar mais alto que estiver ao seu alcance!

Essas fotos de satélite foram veiculadas no site do jornal The New York Times, e dão uma mostra do que são capazes as forças naturais quando dão o ar de sua graça! Para melhor visualização do conteúdo interativo, arraste a aba no interior das fotos para ampliar a visualização do “antes” e “depois” dos eventos.

Eis o link: http://www.nytimes.com/interactive/2011/03/13/world/asia/satellite-photos-japan-before-and-after-tsunami.html?hp