Sobre o transexual “crucificado” na Parada Gay 2015


Eu tento não comentar polêmicas provocadas por hordas gayzistas, principalmente em Paradas Gays. Não que seja perda de tempo emitir opinião, mas é que o povo continua não querendo enxergar a gravidade da situação quando mostramos as intenções da Elite que coordena essas barbaridades todas. Acho que não preciso dizer que essa postura conivente é típica do povo brasileiro.

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A educação contaminada nos levará ao Abismo


Quem já está acostumado com o “espírito” (de porco) que norteia, atualmente, boa parte dos estudantes e docentes das Universidades, não deverá estranhar o tipo de conteúdo que vou expor aqui, hoje. Tal “espírito”, ao qual chamamos Esquerdismo, é uma anomalia do comportamento humano transfigurado em sistema de ideias totalitárias, as quais deram origem à Revolução Francesa e ao Socialismo, contrapeso ideal para o Capitalismo (ideal para as elites maçônicas e sionistas que sempre financiaram ambos os lados).

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O fim da Família significa o fim da Civilização


Deixo uma breve reflexão para esta Semana Santa, eivada de rumores de fins e recomeços. Fins da Vida como a conhecemos, entupida de esperanças e ameaças. Desânimos, desconsolos. Ou não. Recomecemos!

Toda a depravação e imundícies que vemos hoje pulularem em nossa mídia, na pretensa arte contemporânea e subversiva, as leis que afrontam todo o bom senso em nome de desejos subjetivos de minorias, tudo isso têm apenas um objetivo, que nada mais é que um meio: o fim da Família como a conhecemos.

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O fim de toda sanidade


I – PERPLEXIDADE

Este redemoinho é o funil,
Nesse pesadelo politico,
Desse território mítico
Do mórbido e trôpego Brasil.

Jamais se vira filme tão vil
Nem povo, assim, paralítico,
Diante do frenesi, do cio
Dos malucos, o mais crítico.

Molusco é nomeado Napoleão,
O advogado julga seu cliente,
O leão é leoa, a cobra é bichano.

Na inversão que o corpo sente
Da visão, tão clarividente,
Cede a sanidade ao mais insano.

II – MUTAÇÃO

É tão pungente essa dor
De ver cair tal edifício
Da vã memória nesse hospício!
Dá-me passagem, por favor!

Dá-me passagem ao resquício
Da sanidade, já incolor.
Da mutação do meu furor
Surge da mente um tal vício.

Também da mente, um artifício
Sai, desabalado, como amor
Louco ao roubo e ao comício.

Minha carne sofre do cilício
Cruel e humano, de humano vício,
De pedir: “Me engane, por favor”.

III – SUB TILE

Sob a telha chove bem mais
Que aos ventos e temporais,
Que à loucura da sua afronta
Ao horizonte, que nos apronta.

Tenhamo-nos à certa conta
De cordeiros limpos, pascais.
Saibamo-nos contra os animais
No campo em que o Mal desponta.

Presa fácil, sempre pronta!
Faunos, acéfalos, à ponta
Para as belas ninfas ideais.

O humano teatro faz de conta
Que o normal é normal demais.
E o bisonho? Bem, tanto faz.