Parábola da Avó Cega


Isso não nos é contado pelos evangelistas politicamente corretos dos tempos de Chessus. Porém, eu vou lhes revelar a parábola, contada pelo Mestre, para ilustrar o desastre inenarrável que seria o país das bananas de exportação (vulgo, Brasil). Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Chessus nos garantiu que não há nada de oculto que não venha a ser revelado.

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Greve dos Caminhoneiros ameaça parar o Brasil


Pouco diversificada, a rede brasileira de transportes depende, quase exclusivamente, do transporte rodoviário para a circulação de mercadorias. Através das rodovias, escoa-se a produção para os portos, para ser exportada; abastece-se cidades e estados com combustíveis, remédios, insumos e bens. E. eis que, diante dos absurdos suportados pelos caminhoneiros, um levante destes ameaça parar o Brasil e põe, mais uma vez, o Governo em xeque.

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Greve em Biguaçu e a intransigência de um Prefeito


Normalmente, eu escrevo neste espaço para leitores de todos os lugares, muitas vezes do mundo inteiro. Hoje, escrevo especialmente para pessoas da minha região, o que servirá para testemunhar para todas as pessoas distantes que, mesmo no Sul do Brasil, viver com dignidade não está fácil.

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Eu não sou simpático ao estilo da atuação sindical em voga hoje em dia. Não sei teria sido antes ou serei um dia. O fato é que, devido à monopolização ideológica exercida, no Brasil, pelo PT e pelos partidos da Esquerda sobre os sindicatos, muitos estratos dos trabalhadores conservadores ficam, na prática, sem representação ou continuam reféns do fogo cruzado entre os aparentes inimigos direitistas e esquerdistas.

Sendo assim, mesmo abominando o lobby político exercido pelos partidos de Esquerda (PT, PC do B, PSOL, PSTU) sobre os sindicatos, concordo que os trabalhadores têm, sim, o direito natural de pleitear mais respeito e melhores condições salariais, de trabalho e de formação. Mesmo sendo conservador (o que não significa, necessariamente, ser de Direita), jamais apoiarei gestores públicos que avancem de suas cadeiras sobre a Administração como “donos” do poder, como se os cidadãos fossem seus súditos ou “clientes”.

Em Biguaçu, os funcionários públicos, principalmente os da Educação e da Saúde, estão amargando um ano e meio sem reposição salarial, referente às perdas com a inflação (cujos índices nem sempre mostram a realidade) e mais de dois anos sem nenhum aumento real de salário.

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