Sobre o transexual “crucificado” na Parada Gay 2015


Eu tento não comentar polêmicas provocadas por hordas gayzistas, principalmente em Paradas Gays. Não que seja perda de tempo emitir opinião, mas é que o povo continua não querendo enxergar a gravidade da situação quando mostramos as intenções da Elite que coordena essas barbaridades todas. Acho que não preciso dizer que essa postura conivente é típica do povo brasileiro.

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As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

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Marxismo: repulsa pela homossexualidade e instrumentalização


Aos gays que militam em hordas marxistas, é bom que vejam se o cartaz abaixo não contém alguma contradição. Seria interessante que lessem o que os ídolos desses partidos de Esquerda falavam e escreveram a respeito dos homossexuais. É realmente deplorável a forma como os homossexuais estão se deixando manipular e instrumentalizar por essas corjas de vagabundos da Esquerda, fazendo o seu jogo de conflito contra os conservadores.

Marx, Engels e os gaysObviamente, como veremos nas referências abaixo, o que vemos é que estão todos os gays sendo utilizados como massa de manobra política no enfrentamento comunista ao Cristianismo. O motivo é simples: a Família nuclear, com seus herdeiros e seu sistema de valores, é a base da propriedade privada, inclusive dos gays. Com a desestruturação da Família natural, as propriedades perdem sua proteção contra um Estado totalitário e confiscador. Os gays não percebem que, tão logo os comunistas detenham o poder sobre a Economia e o controle social, qualquer voz dissonante, inclusive a deles, será calada à força. Hoje em dia, mesmo com as posições cristãs contrárias ao seu estilo de vida, eles têm seus direitos já reafirmados na Constituição Federal.

Porém, continuar exigindo direitos de exceção, seguindo uma práxis totalitária marxista contra os outros estratos da sociedade, só enfraquecerá a própria sociedade e a escancarará para que se faça aqui o que se faz na Venezuela e em todos os países que adotam modelos de Esquerda: censura, violência por parte do Estado, concentração de renda nas mãos de burocratas e mafiosos, bem como o extenso empobrecimento de toda a população, perda do direito à auto-defesa com desarmamento, etc.

Ainda sentirão saudade da Igreja, que só vedava a celebração de uniões entre gays da porta da Igreja para dentro. Apoiando Fidel Castro, verão que Cuba era o paraíso dos “homofóbicos”, com direito a paredón de fuzilamento e campos de concentração também reservados para homossexuais.

Abaixo, cito excertos de um artigo na Wikipedia, intitulado Socialismo e Direitos Gays:

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A Cristofobia e os genocídios que poucos denunciam


Enquanto há pessoas que se dizem cristãs, mas que vivem num mundo de conto de fadas, postando figurinhas no Facebook e buscando negociar com os contra-valores da mídia, há outras, verdadeiramente impregnadas do Espírito evangélico, que dedicam seu tempo a denunciar as atrocidades que a mídia e os governos anticristãos teimam em ignorar. É o exemplo dessas pessoas que me decidi a tentar seguir.

Acaso, pode haver verdadeiro ardor evangélico em “cristãos” mornos que não levantam suas bundas do sofá para correr em favor de necessitados? Não bastasse isso, continuam a tentar negociar com os propagadores de imoralidades na TV e votando em políticos anticristãos, que apoiam regimes genocidas e dão suporte a ações de perseguição ideológica contra a Igreja e seus valores morais.

O artigo reproduzido abaixo [1], extraído da revista Época (02/06/2012, seção “Religião”), trata de uma chaga mundial que poucos consideram: a Cristofobia, perseguição física e ideológica contra minorias cristãs pelo mundo inteiro, enquanto apresenta-se como cerceamento da liberdade de Consciência e religiosa no Ocidente. No Oriente Médio, em especial, pouco denunciada, a opressão violenta contra as minorias cristãs nos países muçulmanos é um problema cada vez mais grave.

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Por Ayaan Hirsi Ali, somaliana, 43 anos. [2]

Ouvimos falar com frequência de muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e dos manifestantes da Primavera Árabe que lutam contra a tirania. Outra guerra completamente diferente está em curso – uma batalha ignorada, que tem custado milhares de vidas. Cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio crescente que deveria provocar um alarme em todo o mundo.
O retrato dos muçulmanos como vítimas ou heróis é, na melhor das hipóteses, parcialmente verdadeiro. Nos últimos anos, a opressão violenta das minorias cristãs tornou-se a norma em países de maioria islâmica, da África Ocidental ao Oriente Médio e do sul da Ásia à Oceania. Em alguns países, o próprio governo e seus agentes queimam igrejas e prendem fiéis. Em outros, grupos rebeldes e justiceiros resolvem o problema com as próprias mãos, assassinando cristãos e expulsando-os de regiões em que suas raízes remontam a séculos.

SANGUE DERRAMADO: Cristãos coptas, do Egito, carregam uma imagem de Jesus Cristo manchada de sangue, em ato contra a violência de extremistas islâmicos (Foto: Asmaa Waguih/Reuters)

A reticência da mídia em relação ao assunto tem várias origens. Uma pode ser o medo de provocar mais violência. Outra é, provavelmente, a influência de grupos de lobby, como a Organização da Cooperação Islâmica – uma espécie de Nações Unidas do islamismo, com sede na Arábia Saudita – e o Conselho para Relações Americano-Islâmicas. Na última década, essas e outras entidades similares foram consideravelmente bem-sucedidas em persuadir importantes figuras públicas e jornalistas do Ocidente a achar que todo e qualquer exemplo entendido como discriminação anti-islâmica é expressão de um transtorno chamado “islamofobia” – um termo cujo objetivo é extrair a mesma reprovação moral da xenofobia ou da homofobia.

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