Da Palavra de Deus sobre a apostasia na Igreja


Não custa lembrar. Aliás, é dever de todo católico “denunciar as obras infrutíferas das Trevas” (Ef 5, 11). Para os católicos, cujas mentes são como tapetes cheios de sujeiras escondidas, negociatas com a Verdade, poço de omissões e agenda de transgressões diárias, deixo abaixo uma coletânea de versículos bíblicos (também do original da Vulgata, em latim e itálico) para que reflitam e se perguntem: “Estou ou não estou no rol dos apóstatas?”.

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“Por que não tomar no cu?” (Artigo politicamente incorreto)


Por Ebrael Shaddai.

Adaptado de um comentário postado na página de Olavo de Carvalho.

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Por que você não deve tomar no cu?
Propaganda enganosa!

A expressão “tomar no cu” é inadequada, pois o cu não é cuia, mas orifício. Logo, tomar algo no cu seria contraproducente, pois tudo acabaria dele escorrendo, além de não podermos portar o cu tal como um copo. Poderíamos, sim, se nos apetecesse à mente (depravada), levar no cu. Mas, levar no cu não leva a nada, como nos explica a Dra. Anete Guimarães no vídeo “Sexo Anal e suas consequências“. No máximo, o cu, violado, nos deixaria um câncer de próstata (aos homens) ou uma INEVITÁVEL Endocardite Bacteriana (a homens e mulheres) – aidéticos que o digam!

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Discutindo as propostas temáticas do Prof. Olavo de Carvalho (aqui):

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Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual”


Quando pessoas como eu, e outras muito antes, diziam que a campanha por “direitos civis igualitários” dos militantes gayzistas era uma armadilha primária que visava apenas igualar condutas bizarras às tradições familiares ocidentais, não faltavam os que rasgassem as vestes em sinal de escárnio e indignação. “Lá vai o Ebrael, um reacionário homofóbico esquizofrênico!

Hoje, através das notícias, imagens e fatos que a mídia, a serviço dos globalistas estrangeiros, se esmera em tentar abafar, vemos que aquilo que parecia “teoria da conspiração” e delírio está a se tornar perigosamente real. A homossexualidade deixou de ser, de um lado, transtorno histeriforme de personalidade e ganhou status de gênero, como se fosse um terceiro sexo. Parceiros homossexuais não podem ter filhos uns com outros, mas exigem o “direito” de educar crianças segundo um modelo de família fabricado por suas mentes doentes. A homossexualidade é convite para vícios e doenças, mas seus ardorosos militantes já defendem que é a heterossexualidade, vivência natural e fecunda do sexo, que é anormal. Chamam de tirânico o nosso bem maior, nosso modelo de Família, quando é realmente tirânico o furor que suas frustrações sexuais lhes causam.

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Tradução do artigo “It Begins: Pedophiles call for same rights as Homossexuals“, de Pat Dollard. [com comentários meus]:

Utilizando-se da mesma tática dos ativistas dos “direitos gays”, pedófilos começaram a buscar status semelhante, alegando que seu desejo libidinoso por crianças é uma orientação sexual, em nada diferindo da  homossexualidade ou da heterossexualidade.  Continue Lendo “Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual””

Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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