Da Palavra de Deus sobre a apostasia na Igreja


Não custa lembrar. Aliás, é dever de todo católico “denunciar as obras infrutíferas das Trevas” (Ef 5, 11). Para os católicos, cujas mentes são como tapetes cheios de sujeiras escondidas, negociatas com a Verdade, poço de omissões e agenda de transgressões diárias, deixo abaixo uma coletânea de versículos bíblicos (também do original da Vulgata, em latim e itálico) para que reflitam e se perguntem: “Estou ou não estou no rol dos apóstatas?”.

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“Por que não tomar no cu?” (Artigo politicamente incorreto)


Por Ebrael Shaddai.

Adaptado de um comentário postado na página de Olavo de Carvalho.

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Por que você não deve tomar no cu?
Propaganda enganosa!

A expressão “tomar no cu” é inadequada, pois o cu não é cuia, mas orifício. Logo, tomar algo no cu seria contraproducente, pois tudo acabaria dele escorrendo, além de não podermos portar o cu tal como um copo. Poderíamos, sim, se nos apetecesse à mente (depravada), levar no cu. Mas, levar no cu não leva a nada, como nos explica a Dra. Anete Guimarães no vídeo “Sexo Anal e suas consequências“. No máximo, o cu, violado, nos deixaria um câncer de próstata (aos homens) ou uma INEVITÁVEL Endocardite Bacteriana (a homens e mulheres) – aidéticos que o digam!

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Discutindo as propostas temáticas do Prof. Olavo de Carvalho (aqui):

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Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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Ecos longínquos da perseguição atual contra a Igreja Católica


O ódio gayzista ao Cristianismo é devido à carga de conflito e remorso que a mensagem de Cristo traz aos gays radicais (obviamente, não falo de todos os homossexuais). Eles sabem que pecam, têm consciência (ainda que implícita) de que sua ideologia é hedonista e visa tão-somente a fruição de prazeres do corpo e busca de novas fantasias sexuais bizarras. Nada mais. Tudo que advém como máscara das falsas premissas dessa ideologia gayzista serve apenas para auto-ilusão de seus adeptos (quase sempre militantes), conforto espiritual de quem não quer largar o inferno que os faz sofrer. A paixão que aprisiona, tiraniza, então ganha vez e voz na Política que não é mais política nem polida. Rui Barbosa confirmaria o que escrevo agora!



A isso, se soma o ódio comunista judeu-maçônico que, sabendo que as regras morais de Cristo (Perdão e Constância) impedem a tirania da Lei, tentam solapar a Igreja como último empecilho para conseguirem a escravização total da humanidade. Para esses, a experiência com Deus não deve ter nome, ou então pode ter todos eles, desde que não nos dê o direito a pensar, a sermos livres nem a seguirmos nossa própria Consciência. O que interessa a eles é que o rebanho continue só e sob o uivo ameaçador de lobos vorazes, ao invés de ter um Pastor que os conduza “por verdes pastagens” e os leve às águas que trazem descanso“. 

O povo israelita se acostumou a viver sob o medo do aniquilamento. Culpa no cartório? Será por individualismo excessivo? Eu sou de opinião que a Diáspora judaica criou um complexo de neurose coletiva nesse povo. “Antes destruir do que sermos destruídos; antes escravizar do que sermos escravizados“. Cristo – para eles – também lhes pertence, mesmo perseguido por eles e por seus oficiais. É sua presa, considerado filhote desviado do messianismo, a ser caçado dentro de um campo de confinamento, sob um nome terrível (YHVH). Sabendo que Cristo, através da pregação da Igreja, fatalmente iria sempre de encontro a eles (pelo dever do chamado à conversão), nunca O perderiam de vista e não teriam que resistir à Tentação de buscar corrompê-Lo – como no deserto -, e fazê-Lo vergar-se ao Mundo e às suas vãs exigências.