Vida, mentira institucional?


Nunca me considerei adepto do existencialismo, mas já me perguntei, por diversas vezes, os motivos que justificariam estarmos aqui. Para quê? De que serve, à evolução humana, todo esse processo de sofrimentos?

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Muito mais do que pó


Iludimo-nos com tão vãs filosofias e com baixos conceitos acerca do Universo, tão medíocres quanto infantis. Procuramos as causas de nossa existência não pelos efeitos físicos que personificamos em nossos corpos de carne, mas fustigados pelo destino dos mesmos, confundindo-nos com o limo de Adão, com a areia dos cemitérios e com o pó das ossadas. Mas, acaso, será mesmo que não somos mais do que pó?

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Brincadeira sem graça


Há uma coisa que os que nasceram depois de nós, dez ou vinte anos, não compreendem, e que costumam chamar de velhice, de caretice ou pessimismo. Cheguei a essa ‘coisa’ faz tempo, e resumo esse estado em uma frase: ‘Já vi esse filme antes’.

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