Pensamento dos animais (2)


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Estava eu cá pensando (não sou um gato de verdade, mas um holograma deles): agora posso formular a hipótese de que os animais de algumas espécies, ao menos aquelas com cérebro mais desenvolvido, realmente pensam. Só não conseguem pensar como nós por um motivo principal: eles não falam, não têm uma linguagem sobre a qual possam reverberar seu pensamento.

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Ciúme, sexo e sobrevivência


Ao lado do instinto materno, considero os instintos sexual e de sobrevivência as forças motrizes mais poderosas da essência humana. Assim, podemos vê-los em ação também em quase todos os reinos da Natureza, inclusive entre os seres assexuados. Em três palavras, respectivamente, os ciclos derivados daqueles três instintos: geração, expansão e conservação. Eis o encadeamento que, desequilibrado, suscita tantas emoções avassaladoras em todos nós. Entre essas, temos o ciúme.

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Sobre o pensamento dos animais


Ou “De animálium cogitatione“.

Continuando a minha pequena série de devaneios com títulos em latim, venho refletir sobre os animais, mais especificamente os animais não humanos, ditos irracionais. Particularmente, uma pergunta sempre me fustigou a mente desde a adolescência: os animais pensam?

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