As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

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Militantes gays e feministas em sua intolerância: quem vai preso?


Estou entrando com representação junto à Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro pela manifestação de intolerância religiosa e atentado violento ao pudor cometida por um bando de criminosos cristofóbicos e racistas altamente preconceituosos, composto principalmente de militantes gays e feministas da Marcha das Vadias (ou seriam vadias em marcha??).

A manifestação criminosa aconteceu durante a Jornada Mundial da Juventude, em praça pública, na praia de Copacabana, diante de todos os passantes. Realizou-se ultraje explícito aos símbolos de Fé de milhões de brasileiros em cenas de bizarrice e retardo mental flagrante.

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Discurso de ódio? Isso aqui é discurso de ódio!!


Bem, são tão numerosas as aberrações jurídicas e morais nessa tão antidemocrática democracia (a antítese é plenamente válida, nesse caso), que fico tonto numa tentativa de abater moscas varejeiras que se proliferam como pragas. Criminalizam a opinião de pessoas que defendem, heroicamente, seus princípios (com direito fundamentado na Constituição) e fazem ascender ao pedestal dos ídolos os mais venais bandidos e larápios desta nação.

A população, em sua grande maioria, já é composta de uma massa informe e indistinta de paspalhos e abobalhados. Mas, mesmo aqueles que se esforçam para manter a coerência são colocados a rodopiarem nesse carrossel de sandices em que se tornou a vida pública nacional. Ainda assim, num resfolegar hercúleo, prosseguimos em nossa tarefa de escancarar as obras das Trevas políticas (invocando o Príncipe, de Maquiavel) em nossa internet ainda livre de censuras (isso, já são favas contadas).

Eu já havia denunciado, no fim da semana anterior, um exemplo de deboche com que a militância gayzista trata a Fé daqueles lhes são críticos, em que ativistas desavergonhados zombam da Cruz, símbolo maior da Fé Cristã, em plena Sexta-Feira Santa. Abaixo, um dos incendiários mais fervorosos da causa Gayzista (que não é a mesma coisa que a defesa da cidadania dos gays, diga-se), Luiz Mott, autor de pérolas como Meu moleque ideal (que ele, covardemente, retirou de seu blog) e influente (??) organizador de manifestações contra religiosos, desferiu mais um tiro incoerente em seu perfil no Twitter, com seu dedo podre, disseminando este artigo implicitamente cristofóbico, como consta no print de imagem para comprovar sua postagem, se ele deletasse a mesma:

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Gayzistas agridem jovens católicos durante Manifestação


Reprodução de artigo do site do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo.

[…] Observações minhas.

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Há uma semana, o grupo de rapazes pertencentes ao Instituto Plínio Correia de Oliveira (IPCO) foi brutalmente atacado por ativistas gays, enquanto fazia uma pacífica campanha em defesa da família e da vida pelas ruas de Curitiba/PR. Sob gritos, xingamentos, cusparadas e até pedradas, os jovens católicos tiveram de enfrentar uma clara manifestação de INTOLERÂNCIA E INCITAÇÃO AO ÓDIO por parte do Movimento Gayzista. Assista ao vídeo logo a seguir.

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