Notas sobre a Guerra na Síria


Como muitos internautas, busco me informar sobre os mais recentes e preocupantes acontecimentos no Oriente Médio. Não estou tão próximo ao que está acontecendo na Síria neste momento, mas posso fazer alguns apontamentos para ajudar meus leitores a entenderem a situação de forma geral e alertar sobre o que podemos esperar para as próximas semanas.

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Cristofobia, intolerância islâmica e adulação petista


Há algum tempo que – entre tantos outros fatos escandalosos – choca-me a adulação que o governo petista presta aos regimes totalitários do mundo. Não é apenas adulação a governantes esquerdistas nem somente apoio aos grupos narcotraficantes (FARCs) da América Latina o que nos escandaliza, senão também aos terroristas islâmicos do Oriente Médio. No evento da posse do venezuelano Nicolas Maduro (acompanhado da sombra de Chaves, seu “pajarito”), eleito sob sérias denúncias de fraude, estavam presentes os presidentes esquerdistas dos principais países das Américas, incluindo o “Dilmão” (a castrista tupiniquim, Dilma Roussef). Entre eles também era aplaudido (ninguém esteja surpreso) o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, saudado pela multidão como um dos heróis da resistência anti-imperialista atual.

Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?
Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?

É revoltante como presidentes de países ditos democráticos ainda se prestam ao papel desavergonhado de respaldar regimes em que o vocábulo democracia é tido como algo ofensivo e símbolo de degradação própria do Ocidente. Como flertar com governantes que prometem guerra à civilização Ocidental e que prometem reduzir o Mundo a um feudo planetário do Islã??

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A beleza das mulheres iranianas


O Irã, através dos antigos persas, é uma terra com uma rica história, embora sacudida atualmente por acontecimentos políticos graves. Sua religião predominante é o Islamismo que, por si só, nos traz pérolas de literatura, poesia e espiritualidade de rara beleza. Mas, para mim, a beleza iraniana está em suas mulheres. Aliás, já postei um poema em homenagem a uma de suas mais heróicas representantes, Neda Soltani, e um artigo sobre seu trágico assassinato pela polícia numa das praças públicas em Teerã, participando de uma manifestação em prol dos direitos das mulheres iranianas.

Não falo da beleza vulgar, de corpos nus. Falo de um fascinante brilho, olhos claros mergulhados em rostos perfeitos e cabelos indo de negros a castanhos claros.  Com o recato imposto pelos costumes religiosos, sua aura de mistério herdada de sua origem oriental e sua coragem em lutar por suas vidas e liberdade, o que as mulheres iranianas menos precisam para se fazerem notadas é o apelo sexual. É um singular sentimento de encanto, que nos põe em brasas os rostos, ao vê-las em sorrisos enigmáticos ao estilo da Monalisa.

Todas as mulheres são lindas, em si mesmas, pois representam a letra M nas três formas que sustentam nossas vidas: Mulher, Mãe do Mundo. Negras, brancas, amarelas, jovens e idosas. Mas, os exemplos abaixo me extasiam deveras. Poderia eu escrever ainda muito mais, em elogios à beleza mítica dessas mulheres, mas prefiro que os olhos de todos contemplem o que são, pra mim, os verdadeiros ícones da beleza feminina atual. 

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Brasil com Bomba Atômica??


Saiu, recentemente, no site da Deutsche Welle (importante Rede de notícias alemã) um artigo em que, em entrevista, um pesquisador e observador alemão alega ter suspeitas de que o Governo Brasileiro esteja, já há algum tempo, desenvolvendo armas nucleares de forma secreta.

Acompanhem a cópia do artigo, a seguir:

Interior da Usina Nuclear de Angra 2 - Foto: Deutsche Welle

Entre brasileiros comuns, que andam pelas ruas e assistem à televisão, a ideia de construção de uma bomba atômica soa improvável. Mas não para um pesquisador que acompanha o desenrolar político brasileiro de fora do país.

No início do mês, um artigo do alemão Hans Rühle aguçou o debate sobre a proliferação de armas atômicas. Num longo texto em que revisita episódios da história da ditadura militar e reproduz depoimentos de autoridades brasileiras importantes – como o presidente Lula –, Rühle diz que o Brasil pode estar, sim, desenvolvendo uma bomba atômica às escondidas.

A opinião publicada na revista alemã Internationale Politik, do Conselho Alemão de Relações Internacionais, repercutiu na Europa.

A Deutsche Welle conversou com o pesquisador, ex-diretor do departamento de planejamento do Ministério alemão da Defesa e especialista em questões de armamento.

Hans Rühle, especialista em Segurança. Foto: Deutsche Welle

Deutsche Welle: Em quais fatos o senhor se baseou para escrever o artigo?

Hans Rühle: Primeiro, é preciso lembrar que o Brasil teve três diferentes programas nucleares entre 1975 e 1990. Eles acabaram, mas não está claro o que aconteceu com eles.  E constato que, desde 2003, há desenvolvimentos difíceis de interpretar.

Por um lado, o Brasil é membro do Tratado de Não-Proliferação. Por outro, os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica se deparam com grandes obstáculos quando querem inspecionar o território. O país também se recusa a permitir controles de centrais nucleares não declaradas oficialmente.

E também é preciso dizer que o Brasil tem um programa de submarino nuclear que também está vedado aos inspetores. Sabemos que o grau de enriquecimento de urânio desse tipo de programa permite a construção de armas atômicas.

Deutsche Welle: Mas o Brasil é um signatário do Tratado de Não-Proliferação…

Hans Rühle: Este é o problema: o Brasil não assinou o protocolo adicional do acordo, que amplia os poderes de controle da agência.  Acho que só 4 ou 5 países não assinaram o acordo, entre os quais o Brasil. (nota do editor: o acerto adicional foi assinado por 98 países).

Esse protocolo autoriza o livre acesso a todos os locais de atividade nuclear, a qualquer hora, sempre que houver uma suspeita, de modo que os inspetores possam investigar todas as instalações. Os brasileiros não assinaram esse protocolo, o que significa que as autoridades de Viena só podem visitar as instalações declaradas.

Deutsche Welle: Mas o presidente Lula já disse várias vezes que o Brasil não assinará essa parte do tratado.

Hans Rühle: Estamos falando de um país democrático, com uma Constituição que proíbe o uso de armas nucleares.

Essa proibição está numa Constituição de 1988, formulada por um governo anterior à presidência de Lula. E ele já deixou claro que não concorda com as decisões então tomadas, nem com a assinatura do Tratado de Não-Proliferação, nem com a proibição constitucional de armas atômicas.

Além disso, a Constituição não permite a construção de armas atômicas, mas autoriza as chamadas “explosões nucleares pacíficas”, que, no fundo, não são muito diferentes de explosivos nucleares. São diferentes só no nome.

O melhor exemplo disso é a Índia, que nesse caso serve de modelo para o caso brasileiro. Em 1974, a Índia realizou uma dessas explosões e a declarou como pacífica. Hoje sabemos dos próprios indianos do que se tratava de fato. O responsável pela operação afirmou, 23 anos depois: “Claro que foi uma bomba, e de forma alguma pacífica”.

Além do mais, a Constituição brasileira permite ser contornada.

Deutsche Welle: Mas você disse em seu artigo que não há provas concretas de que o Brasil esteja construindo uma bomba. Quão grande é o risco de que isso seja verdade?

Hans Rühle: Essa questão de evidências sempre é difícil. Podemos fazer uma comparação entre Brasil e o Irã. Sabemos mais sobre o Brasil do que sobre o Irã. Citei o vice-presidente argentino, que há um ano disse que o país precisa de armas nucleares. No Irã, isso jamais foi dito por líder algum. Ou seja, no caso brasileiro, estamos significativamente à frente.

Temos um conhecimento relativamente reduzido sobre as instalações brasileiras. Mas sabemos que o Brasil tem possibilidades infinitamente maiores no que diz respeito ao processo nuclear. O país já faz isso há 30 anos e domina todas as etapas do processo.

Não foi à toa que citei os institutos americanos de Los Alamos e Livemore, segundo os quais o Brasil, se quiser, pode construir armas nucleares em três anos.

Não posso dizer, no caso brasileiro, quando isso vai acontecer, pois não sei quando o programa começou. Aliás, provavelmente ninguém sabe, a não ser os brasileiros.

Entrevista: Christina Krippahl (np).

Revisão: Simone Lopes.

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Ebrael Shaddai: Não seria à toa que um presidente com amizade com ditadores de esquerda, como Raúl Castro, Evo Morales e Hugo Chávez, estivesse com esse tipo de intento megalomaníaco. Mas como sabemos que a CIA sabe de tudo isso (ou quase tudo), estou entrevendo o Brasil como possível lugar-tenente dos EUA & Cia. na América do Sul. Mas e o Irã?? Como fica??

Com a Dilma, ex-guerrilheira e terrorista, sedenta de poder como só ela, como presidente do Brasil, posso até ver o país, com os problemas que tem, investindo tudo que pode e que não pode em armas.

Há algo de muito podre no Reino da Dilmamarca!!

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Fonte do artigo: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5564374,00.html