Fanatismo bolsonarista


Estávamos, todos, fartos do populismo petista que, por trás dos panos, formava um caixa de grana suficiente para financiar campanhas vitoriosas (a reboque de chantagem sobre os mais pobres) até, pelo menos 2036, segundo certas delações premiadas da Lava-Jato.

General Mourão na Maçonaria


Como a maioria dos que me conhecem deve saber, eu não sou, nem um pouco, simpatizante da Maçonaria. E, saber que o General Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente da República, é ilustre membro da Maçonaria não foi surpresa, não muito tempo depois que foi dado a conhecer que o Cap. Jair Messias Bolsonaro andava pelas Lojas e Orientes do Brasil, se arreganhando diante dos Veneráveis e “irmãos”, a pedir apoio, jurar fidelidade (e não se sabe lá mais o quê).

Bolsonaro e Marco Feliciano são maçons?


Neste fim de noite de domingo, pairei curiosamente sobre uma polêmica dos meios direitistas das mídias sociais: Seriam Jair Bolsonaro e Marco Feliciano dois maçons?

“E daí, se forem?”, pode alguém perguntar. A questão do título desta postagem pode parecer inócua, dada a óbvia liberdade que todo cidadão detém para se associar a quantos grupos deseje. Porém, tendo em mente o fumo revolucionário elitista presente em todos os grandes círculos maçônicos (no passado e no presente), é de preocupar, sim, a proximidade de Marco Feliciano e Jair Bolsonaro das lojas maçônicas.

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Conselheiros tutelares, em sua maioria, não passam de lacaios de bandidos!


Antigamente, os conselheiros tutelares faziam um serviço digno de apoio a pessoas desamparadas e eram como pontes entre o Poder Público e os cidadãos carentes, principalmente as crianças vítimas de violência doméstica. O tempo passou e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que nos foi “presenteado” pelas entidades estrangeiras de “direitos humanos”, e os conselheiros tutelares começaram a inverter os papeis: as vítimas de antes se tornaram os bandidos de hoje, pois retiraram, junto com a violência dos pais brutos, a autonomia dos pais quando da educação dos filhos.

Hoje, as crianças e adolescentes, quando repreendidos pelos pais, já saem logo a vituperá-los: “Vem, se me chamar de novo de vadio, te denuncio e vais para a cadeia!”. Se um mini-assassino mata um pai-de-família ou violenta uma mãe diante de toda a família, feita refém, ele vai de punhos livres para a delegacia, debocha dos policiais e sai no dia seguinte por ser menor de idade, quando deveria ir para uma entidade de reeducação (que nunca reedeuca).