O Grande Arcano e a Onisciência


Na literatura ocultista, principalmente da Tradição Ocidental, muito se lê a respeito do chamado Grande Arcano da Magia, ou Grande Segredo. A seguir, com certo tremor nos dedos, tento explicar como, talvez, eu tenha esbarrado com o conteúdo de tal segredo. Ou, ao menos, exponho como eu posso tê-lo intuído.

A ingratidão e a ira ainda imperam


Muitas religiões, ao longo dos últimos séculos, foram úteis no processo de refinamento moral (apesar de lento) da espécie humana. No entanto, no Ocidente, embora deficiente em muitos aspectos e auxiliada por conceitos do Oriente, a ritualística católica conseguiu imprimir no vulgo o imperativo hermético do equilíbrio entre as necessidades físicas e espirituais. Mais: eu não temo ser rotulado como coroinha por anticatólicos, nem como herege pelos católicos.

Advertência aos profanadores


Diante da completa banalização da Magia, a Vera Scientia, sem falar das bizarrices trazidas pelos miasmas mentais desta era de trevas, é de suma importância o interdito contra os profanadores, curiosos, feiticeiros e charlatães, lançado pelo mais célebre ocultista e mago da Tradição Ocidental do século XIX, Eliphas Levi, em sua mais fundamental obra, Dogma e Ritual de Alta Magia, que citamos abaixo.

Segue:

No limiar da maldade


Esta semana, estive em uma sessão espírita da casa de Umbanda que frequento, entre idas e voltas, há uns 16 anos. Lá, a mãe Terezinha, sentada no “toco” da Vó Luiza, nos contava sobre um fato que ainda chocaria a muitos de nós. E me chocou, mesmo! Ela falava que na semana anteriior, ela descobriu que colocaram o nome dela dentro da boca costurada de um gato que foi seviciado (torturado) e cozido num caldeirão de magia negra.

Sacrifícios de animais: um crime contra a Natureza e renúncia à Razão!

Esse fato, obviamente, me revoltou. Senti uma repulsa imensa, uma tristeza lacerante, uma náusea que demorou a passar. Essa imagem em minha mente já causara um nojo tremendo, imagine o que não suscitaria o fato em si, e o sofrimento do animal. Para quem não sabe, tenho dois amigos gatos que crio. por aí, já vê-se como eu me senti… 

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