Conselheiros tutelares, em sua maioria, não passam de lacaios de bandidos!


Antigamente, os conselheiros tutelares faziam um serviço digno de apoio a pessoas desamparadas e eram como pontes entre o Poder Público e os cidadãos carentes, principalmente as crianças vítimas de violência doméstica. O tempo passou e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que nos foi “presenteado” pelas entidades estrangeiras de “direitos humanos”, e os conselheiros tutelares começaram a inverter os papeis: as vítimas de antes se tornaram os bandidos de hoje, pois retiraram, junto com a violência dos pais brutos, a autonomia dos pais quando da educação dos filhos.

Hoje, as crianças e adolescentes, quando repreendidos pelos pais, já saem logo a vituperá-los: “Vem, se me chamar de novo de vadio, te denuncio e vais para a cadeia!”. Se um mini-assassino mata um pai-de-família ou violenta uma mãe diante de toda a família, feita refém, ele vai de punhos livres para a delegacia, debocha dos policiais e sai no dia seguinte por ser menor de idade, quando deveria ir para uma entidade de reeducação (que nunca reedeuca).

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O fim da Família significa o fim da Civilização


Deixo uma breve reflexão para esta Semana Santa, eivada de rumores de fins e recomeços. Fins da Vida como a conhecemos, entupida de esperanças e ameaças. Desânimos, desconsolos. Ou não. Recomecemos!

Toda a depravação e imundícies que vemos hoje pulularem em nossa mídia, na pretensa arte contemporânea e subversiva, as leis que afrontam todo o bom senso em nome de desejos subjetivos de minorias, tudo isso têm apenas um objetivo, que nada mais é que um meio: o fim da Família como a conhecemos.

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Nota sobre o Feminismo


Tabus (os quais as feministas chamam de preconceitos e que eu acho normais e sadios, quando não são doentios) existem tanto nas sociedades patriarcais como nas matriarcais. As mulheres das sociedades matriarcais correm o risco de parecerem ainda mais machistas (com ou sem saias) e promíscuas do que os homens nas sociedades patriarcais.

Por exemplo: há aldeias no Vietnã onde cada mulher pode ter vários maridos. Ela pode transar com qual deles ela quiser e quando quiser. Ora, se no Brasil uma amante de um homem só já é mal vista, imagine uma esposa de sete maridos!

Querem todas as benesses sem qualquer responsabilização. Fogem da maternidade (vocação natural primária da mulher) para deixarem de servir (na verdade, ajudar) os homens e se tornarem escravas dos patrões, acumulando milhares de horas em serões para, ao fim de cada noite, gozarem sozinhas seus 2 litros de Napolitano diante da TV.

O poder da mulher é subjacente, subliminar e, por isso, mais efetivo que o do homem. O poder manifesto é do homem, é um símbolo que está além da compreensão humana, é algo natural, acima de rótulos. Não adianta quererem lutar contra esse símbolo.

As feministas querem ter o que os homens têm, ou seja, o poder simbólico do falo. Daí que nasce o fetiche lésbico, fruto de revolta inconsciente contra o que elas não podem ter/ser. Ao invés de exercerem seu poder natural de forma inteligente (o que lhes é peculiar), transformam-se em seres que vagam no Limbo entre sua natureza e sua inveja, piores que cópias de Frankenstein.

Quem tem medo de hackers vagabundos?


Bem, todos deveríamos temer os hackers que roubam nossas informações pessoais, senhas de banco ou coisas do tipo. Porém, e aqueles que invadem nossas contas com vistas a postar verdades a nosso respeito, em nosso nome? Devemos temê-los? Quem está na chuva é para se molhar! Especificamente, falo daqueles que, buscando calar e intimidar uma pessoa em sua liberdade de expressão (mesmo se fazendo de vítimas da sociedade), tentam, de todas as formas, ridicularizá-la em público através da invasão hacker e exposição de sua imagem.

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