Limbo de Tudo


(Poema publicado como complemento em nota no Facebook, intitulada A última ilusão, no dia 20 de fevereiro de 2018.)

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Segundo as tuas obras


(Em latim, secundum opera tua.)

***

De todo prato pedido,
Ao Anfitrião,
A primeira porção.

De todo plano urdido,
Ao Mentor,
O prêmio ou a dor.

Por cada vida salva,
Afaga-lhe os olhos
A Estrela D’Alva

À foice da Morte
E à Mulher calva,
Brada o Amor,
O Amor, que é mais Forte.

Crepúsculo da Água e do Fogo


És como um um lago, a cujas águas não posso resistir. Afundo, então, perplexo, sem que quaisquer de meus espasmos, em meio ao volume de teus soluços, consigam se fazer ouvir.

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Marte: um Mundo Além da imaginação


Enquanto algumas almas ranzinzas ficam resmungando por outras pessoas estarem entusiasmadas com a “descoberta” (!!) de água em Marte e falte água na represa Guarapiranga, em São Paulo, eu fico, sim, estupefato com a notícia. Ainda que eu suspeite que essa informação já fosse, há algum tempo, de conhecimento da NASA e tenhamos sido os últimos a saber (como sempre), antes tarde do que nunca.

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Meu último leito


Não nos damos conta, mas morremos, de certa forma, ao fim de todas as noites. Vinte e quatro horas de um ciclo que parece, por vezes, não ter fim. Cansamos do dia, cansamos da vida que levamos. A vida pesa; corpo e mente sofrem. A Natureza vem e nos concede um recover para os membros, para os olhos. Dormimos. Milhões de vidas celulares repousam, alguns para acordar no dia seguintes e outros para dar lugar às novas vidas.

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