Brasil: Antecedentes e Prognósticos


Desde o início, aviso: quem gosta de ler apenas amenidades, é melhor que feche essa página. Aqui, não suavizo ou mitigo qualquer crítica, bem como não economizo em elogios quando estes são merecidos. Portanto, se você pretende gastar alguns minutos aqui, por favor, sem chororô!

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Carta aberta a Joaquim Barbosa


Florianópolis, 24 de maio de 2015.

Ao Sr. Joaquim Barbosa,

Outrora Ministro e Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Brasília, DF.

Caro Sr. Joaquim Barbosa:

Eu, como cidadão brasileiro que busca estar minimamente informado e interagir através da internet ainda livre (mas, sem mais qualquer privacidade), acompanho o que o senhor e outras pessoas conhecidas falam nas redes sociais, blogs e outros veículos da mídia corporativa. Tento buscar os fatos em suas fontes e opiniões sobre as quais possa basear meu julgamento. Em vão. Confesso que me entristece, sobretudo, constatar como o povo é ingenuamente otimista. Explico.

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Querem justiça social?


Há alguns dias atrás, às vésperas do Natal, vadios membros de movimentos sociais invadiram uma filial de uma rede de hipermercados em Belo Horizonte. Exigiram 300 cestas básicas para que saíssem e deixassem o local.

Quer dizer: fazem propaganda dos métodos de confisco fora-da-lei, e ainda querem ganhar a simpatia do povo por causa das cestas básicas? Quem não sabe que são esses mesmos movimentos que apoiavam os Black Blocs que vandalizaram e aterrorizaram cidades do país inteiro?

Vem com essa conversinha de Justiça Social? Sim, vamos conversar, mas com quem trabalha, com quem tem mais o que fazer, mesmo que seja estudar, melhorar para conseguir um trabalho. Com vadios, o Brasil não deve negociar, muito menos com essas hordas de ladrões e criminosos (financiados por facções de partidos esquerdistas) nem com a parte vadia dos universitários.

QUEREM O QUE? JUSTIÇA SOCIAL?

No tempo do meu avô, essa “justiça” fazia-se com relho de cavalo e surra de facão! Como complemento “justo”, imergia-se o “injustiçado” em banheira com água, sal grosso e vinagre! Após a recuperação do “pobre coitado”, dava-lhe como prêmio uma enxada ou foice para carpir e uma cacetada nas pernas a cada vez que acordasse tarde.

VAGABUNDOS!

Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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