Caixões da FEMA no Brasil


Para acessar o site oficial da F.E.M.A., clique na imagem acima.

FEMA é a sigla para Federal Emmergency Management Agency (Agência Federal para Gerenciamento de Emergências) – órgão do Governo norte-americano que (dizem eles) busca estar à frente da prevenção e gestão de situações de Emergência Nacional e desastres naturais e geral. Estão dentro dessa categoria os furacões, terremotos, ataques terroristas, estado de sítio e risco biológico, além dos riscos de cataclismas causados por forças naturais a nivel planetário ou advindos do espaço sideral (cometas, asteróides, meteoros, fluxos de radiação cósmica e tempestades solares).

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De passagem, 2012!


Não sei se todos vocês têm esta mesma impressão, mas me parece que 2012 está nos passando como um trator sobre nossas cabeças,como um corisco diante de nossos olhos. Quanto mais problemas se acumulam dentro de nossas mentes atônitas, mais as mesmas mentes necessitam se acelerarem para se manter “despertas”. No entanto, a atenção se divide entre tudo e tudo, fazendo-nos perder completamente o foco. Este estado se torna mais agudo à medida que a atividade cerebral aumenta, nos atordoando sobremaneira e acentuando a sensação de aceleração do Tempo.

Isso não tem volta! São muitas pessoas encarnadas ao mesmo tempo neste planeta. Sob um rígido peso magnético nos interligando através dos meios virtuais, estamos vivendo, tudo de uma vez, muito do que milhões de pessoas outrora só viveriam, em suas vidas, décadas depois de nós. Perplexos, nossos olhos não conseguem acompanhar a sequência de tudo que nos acomete. Não conseguimos absorver nem digerir mentalmente tudo o que antes nos era escondido, aquilo de que nossas mães se esforçavam para nos poupar e que nossos pais nos podavam para que não repetíssemos como erros.

2012 - Tempo de Mudança
2012 - Tempo de Mudança

A evolução de nossas Consciências e a sincronização de nossos genes nos arrojam, então, contra rochas e obstáculos antes apenas residentes em folclores e mitos. Antes, a Mula-sem-cabeça era lenda; hoje, animais sem cabeça e com mais de uma cabeça povoam revistas científicas. Antigamente, filhos que levantavam a voz para um pai, idoso ou não, era execrado pela sociedade. Hoje, um pivete, que espanca a avó por causa de drogas, é apenas uma “vítima” da repressão.

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Costumo me utilizar de um exemplo pontual:

Imaginem-se no corre-corre cotidiano. Tem gente que trabalha em dois empregos, de domingo a domingo. Agora visualizem-se em um ônibus. Cansados de tanto trabalhar, estafados pelo estresse diário, vocês embarcam neste ônibus de volta pra casa. O motorista também está ali no volante trabalhando, querendo chegar logo em casa, e dirige num ritmo alucinante.

O ônibus, cada vez mais veloz, parece nos aliviar a cabeça. As imagens que perpassam nossos olhos, de forma frenética, querem nos anestesiar. Os pensamentos deixam de fixarem-se em algo e as preocupações são proteladas para quando chegarmos à porta de casa ou, no dia seguinte, do prédio onde trabalhamos.

É assim que nos encontramos. Nossos olhos vêem as cenas lá de fora da janela, mas nossas mentes não querem assimilar coisa alguma. Esse ano passa e não conseguimos mais raciocinar sobre quase nada. Não raro, nossas mentes raciocinam sob padrões reacionários, motivados por instintos de defesa ou de subliminar influência das massas. Nos damos conta das coisas quando já passaram. Um raio cai ao nosso lado e sentimos nosso cabelo chamuscado quando vamos lavá-lo.

O Tempo passa e não conseguimos mais ver a que rumo as coisas estão se direcionando, pois que nossos pais não previram que nossas realidades (e o que chegaríamos a ver delas) seriam invadidas por uma monstruosa avalanche de “verdades”, de crueldades e de rompimentos de padrões nunca antes vistos.

Não sei se 2012 será um tal ano de “retribuição”, algum tipo de “ajuste de contas” ou de Juízo Final. Muitos indícios me fariam crer nisso. Tudo pode não passar de um joguete inventado pela mídia Global, que talvez esteja nos preparando para um golpe mortal contra nossa Liberdade (que, na verdade, nunca detivemos). Mas, e se 2012 for mesmo um ano de culminação de nosso Tempo hábil? O que faremos se o cronômetro de nossa evolução estiver preste a ser reiniciado? E se alguém do Céu (Jesus, um E.T. anão ou o Godzilla) vier pra gritar “You lost! Game over!”??

Lembro-me bem da chatice que foi 31 de dezembro de 2011, como se fosse ontem. Uma chuva chata e fogos de artifício quase atingindo a rede elétrica de minha rua. Preocupações e mente longínqua preparavam o início de um ano que prometia, senão emoções reais, ao menos uma bela novela apocalíptica, cujos últimos capítulos teriam data marcada: 21 de dezembro de 2012. Lembro-me de dois meses atrás com riqueza de detalhes, mas não me lembro, ao certo, do que comi ontem no almoço!

Bem-vindo! De passagem (fr. en passant), eis 2012!

Dinheiro: uma antiga invenção para escravizar


Não é minha intenção aqui descrever detalhadamente a forma como o dinheiro fora criado ou destrinchar toda a suja evolução financeira deste planeta. Neste post, serão apontados apenas, em pinceladas, alguns fatos que ajudam a entender como chegamos ao sistema escravocrata atual, dirigido por trás das cortinas, pelas elites econômico-militares.

A seguir, alguns conceitos e alguns videos para ilustrá-los, encontrados por mim no YouTube:

Vamos começar pelo sistema financeiro cujo modelo conhecemos atualmente…

Enquanto a humanidade trocava bens na base do escambo (no inglês, exchange – sistema de troca de um bem por outro bem, sem dinheiro), a sociedade humana se auto-regulava pela quantidade de produção de artigos produzidos por eles mesmos. Ou seja, ainda que houvesse uma classe de homens mais “fortes”, estes tinham de submeter-se ao veredito dos outros componentes do grupo ou sociedade, pois estes produziam a riqueza. Assim, sabendo que as condições climáticas poderiam ser favoráveis nos anos seguintes, a mesma sociedade poderia prever (ou planejar) o crescimento palpável de sua riqueza, baseada na quantidade existente (visível) e possível de produtos.

Isso era muito importante. A palavra de cada um, empenhada no sentido de produzir uma certa quantidade de produtos, aliada à existência provável de tais bens, impedia qualquer tipo efetivo de especulação. A riqueza passava pela mão de todos, era algo palpável, mensurável.

Com o advento dos bancos e dos empréstimos, as instituições bancárias tomaram para si o direito de fabricação do dinheiro, um elemento em comum de câmbio, com o fim a facilitar grandes trocas de bens. Era muito difícil levar 5 mil cabeças de gado ao mercado. Então, um cidadão juramentado, respeitável por todos, passou a emitir documentos públicos que serviam como testemunho de que as 5 mil cabeças de gado existiam e já estavam marcadas a ferro para serem entregues ao comprador, que também daria algo em troca. Poderia ser ouro, prata ou qualquer coisa valiosa, valendo então uma quantidade x de algum tipo de riqueza aceita por todos daquela sociedade. Depois de um tempo, o dito cidadão respeitável começou a cobrar para emitir seu testemunho em forma de documento comprobatório. Dali em diante, para que seus documentos passassem a circular como quantidades x, y ou z de ouro (ao invés de as pessoas circularem com ouro por aí), foi muito rápido.

Esses cidadãos começaram a formar corporações de pessoas “respeitáveis”, com ampla aprovação pública, com fins a servirem de testemunhas validatórias de transações comerciais. Logo, também, se ofereceram para guardar as quantidades cada vez maiores de ouro envolvidas nas transações. Cofres fortes, muitas vezes se utilizando de aparato oficial de segurança, foram construídos para tal negócio (lucrativo, por sinal).

Dinheiro como dívida.

A origem dos empréstimos, dos juros e tudo quanto se relaciona ao sistema de escravização da humanidade, passados aos sumérios pelos Anunnaki, se misturam.  A titulo de informação, a civilização suméria, que floresceu na Mesopotâmia (onde hoje vemos o Iraque), foi a primeira a usar sistemas primários de juros, hipoteca, notação financeira e aplicar uma legislação tributária. E tudo isso há pelo menos 6 mil anos!!

A seguir, os vídeos de que falei. É muito importante que você assista a todos eles integralmente,para você entender como somos enganados desde o berço. Não existe riqueza, senão pelos bens produzidos. O dinheiro deveria ser vinculado à quantidade de bens produzidos. Mas,  o que vemos é o contrário: a quantidade de bens depende da quantidade de dinheiro fabricado pelos Bancos Centrais.

E eis o mais importante, e isso é essencial:

O dinheiro só é produzido de acordo com a previsão de consumo (por isso as mídias te entorpecem com tantas propagandas). Ou seja, para que haja dinheiro, é necessário que haja endividamento (da população). Sobre essas dívidas incidem juros. Debaixo dos juros, a produção se torna mais cara e aumenta o endividamento para satisfazer a necessidade de mais consumo. E assim, alimenta-se eternamente o círculo vicioso, tornando a sociedade escrava de seu consumo a ser pago com um dinheiro (produção, que seria, mas não é o óbvio) que não existe. Sem dinheiro (que não existe) para pagar tal dívida sempre crescente, o que resta para que possamos pagar nossas dívidas é a nossa Produção. Logo, os bancos são donos de nossa produção, terras e países.





Símbolos Maçônicos no Palácio Cruz e Souza

caduceu palacio cruz e souza

Qual o nexo entre as fotos abaixo?

Essas três fotos foram tiradas de meu celular dentro do Museu Histórico de Santa Catarina (Palácio Cruz e Souza), situado ao lado da Praça XV de Novembro, no Centro de Florianópolis, SC. A foto do exterior do prédio – prefiro já dizer – é retirada do Google Images para ilustrar o local.

A simbologia maçônica está espalhada por todos os cantos da construção. Desde a quantidade de degraus da escada que leva ao pavimento superior (em número de 30), somados aos três assentos da sala de estar onde acabam as escadas (os três graus máximo da Ordem Maçônica conhecida), de costas para o Leste, guardados na entrada de tal sala por duas estátuas de soldados Guardiões, tudo remete à Simbologia Maçônica.

Também há o soalho de mármore em quadriculados pretos e brancos, mais que típicos de lojas maçônicas, logo à entrada do belo prédio. Mas, o que mais me impressionou foi flagrar o Caduceu nas mãos dos Gêmeos (que, astrologicamente, são regidos por Mercúrio-Hermes), cuja origem nos remete ao cetro de Enki, um dos principais deuses sumérios e, segundo as lendas destes, criador do ser humano como é conhecido hoje. Agora, pergunto: qual a ligação entre maçons, Mercúrio, Enki e os segredos por trás da “criação” do Homem.  E por que este símbolo, o caduceu, além das estrelas de oito pontas, está presente num museu histórico de uma região sem nenhuma conexão com gregos e sumérios?

Infelizmente, não pude tirar mais fotos, pois a bateria de meu celular descarregou. A última foto é uma imagem extraída do Google Images para retratar o exterior do dito Museu.

 

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