[ESPECIAL]: Estado de Israel, quartel-general do Terrorismo mundial


Este ensaio reúne referências externas e pretende formar um dossiê para alertar as pessoas sobre a influência nefasta do Estado de Israel sobre as nações do Mundo. Este site é antissionista, mas não antissemita, já que os sionistas, nem de longe, representam todos os declarados judeus do Mundo. Finalmente, este site reserva-se, através de seu Autor, o direito à Liberdade de Expressão ampla e irrestrita, pautando pela reflexão e pela investigação pessoal, não assumindo qualquer atitude alheia de racismo ou incitação à violência, seja de quem for.

Aos trabalhos! 😀

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Notas sobre o termo “antissemitismo”


Sei que é cansativo, ainda mais para mim. Mas, hoje vou explicar, de uma vez por todas e a quem interessar, o engodo contido na maioria das acusações imputadas a algumas pessoas por “antissemitismo”.

Vamos lá! Deus me conceda paciência!

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Crianças sul-sudanesas num centro de triagem em Israel, esperando pela deportação.

Israel e o Racismo judaico contra negros


Quanto mais tempo passa, mais me surpreendo com o vitimismo por seu emblemático poder de subversão da sociedade. Entenda-se aqui vitimismo como a prática, eminentemente cínica, da supervalorização dos sofrimentos passados por alguns grupos de seres humanos tendo em vista a usurpação de poder e objetivando vantagens políticas e econômicas.

Pelo que vou falar hoje, podemos encontrar as fontes onde gayzistas e esquerdistas foram haurir seu know-how e se inspiraram para se tornarem mestres na arte de chantagear as maiorias. Abaixo, um documentário retratando, in loco, o racismo abjeto, sempre impune, de alguns grupos de judeus em Israel (cujo primeiro-ministro partilha de seus ideais), contra negros e estrangeiros:

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O Talmud e o racismo judaico


Introdução

Não sei que misteriosa poção de titica as pessoas tomaram para repudiar qualquer denúncia contra ações de judeus ou algumas de suas crenças imundas como sendo crime racial, antissemitismo. Talvez, mais pareça como crime racial da parte de seus críticos porque vemos a maioria dos judeus agindo como se fossem um só corpo, onde quer que estejam. Assim, toda crítica a um judeu parece tomar a aparência de discriminação a todos os judeus. Mas, se tal judeu fosse um criminoso, seria prudente não acusá-lo? Tal comportamento sincrônico da maioria dos judeus seria fruto de alguma ortodoxia religiosa, solidariedade em prol de sua sobrevivência ou de simples desprezo xenófobo pelos goyim (não-judeus)?

Após o “Holocausto” judeu na Segunda Guerra Mundial, muito pouca gente ousou falar um “ai” contra as ações de quaisquer judeus, por medo de ser acusada, covardemente, de apologista do ódio racial. Os objetivos de Hitler acabaram servindo muito mais aos sionistas, propugnadores do roubo da Palestina, do que, propriamente, ao alegado extermínio de judeus.

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