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Da Palavra de Deus sobre a apostasia na Igreja


Não custa lembrar. Aliás, é dever de todo católico “denunciar as obras infrutíferas das Trevas” (Ef 5, 11). Para os católicos, cujas mentes são como tapetes cheios de sujeiras escondidas, negociatas com a Verdade, poço de omissões e agenda de transgressões diárias, deixo abaixo uma coletânea de versículos bíblicos (também do original da Vulgata, em latim e itálico) para que reflitam e se perguntem: “Estou ou não estou no rol dos apóstatas?”.

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Mestres do Segundo Véu


“E disse-lhe mais o Senhor [a Moisés]: ‘Põe agora a tua mão no teu seio’. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve.”
Êxodo 4:6

Pode o curso da História ser dirigido por um pequeno grupo de pessoas com interesses em comum? As pinturas e retratos dos grandes homens do século passado revelam um traço em comum que os ligará. É uma coincidência, que muitos deles escondem uma de suas mãos, quando posando para um retrato? Provavelmente não. Nós vamos olhar para a origem maçônica da mão “escondida” e os homens poderosos que usaram esse sinal visível em retratos famosos.

Józip Stalin e George Washington: duas ideologias aparentemente opostas, um gesto de mão em comum.

“O pensamento de hoje rumo a um estado democrático mundial, não é uma nova tendência ou uma circunstância acidental, mas um trabalho de criação, com conhecimentos profundos, que são necessários para o estabelecimento da democracia em si, entre todas as nações, e tem sido exercido por muitas centenas de anos por sociedades secretas.”

(Manly P. Hall, em “Secret Destiny of America”)

Existe uma força oculta por trás dos acontecimentos mundiais no século passado? Foram as quedas das monarquias europeias, diante propósitos iluministas? E esse nosso caminho rumo a uma “democracia” mundial, em grande parte do mundo, existiu algum grande plano de se levar através da filosofia da “mão escondida”? Antes do advento das mídias de massa, em lembranças que as pessoas tinham de seus líderes, foram pinturas ou fotos, mostrando-os em majestosas poses. Será que elas escondiam um significado oculto?

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“Quem não está comigo, está contra mim!”


Disse-nos Jesus:

“Quem não está comigo, está contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”. (Lucas 11, 23)

Não me considero o mais ortodoxo dos católicos. Estou bem longe disso! Não sou melhor do que ninguém, nem qualquer santo, mas vivo minha Fé como principiante, evitando leituras perigosas, me esquivando das ocasiões de pecado que, porventura, venham a me afastar do meu compromisso de lealdade para com Deus, com a Igreja e com meus semelhantes.

O católico é chamado a ser Sal da terra dos homens, sinal de Fé, Esperança e Caridade. É convocado a ser Sacramento vivo de Cristo no mundo, como membro da Santa Igreja, a anunciar a Boa Nova da Salvação em Seu Nome. Mas, o que significa estar com Cristo, ao invés de estar contra Ele? Que atitudes, hoje em dia, nos separam de Cristo, nos confundem e nos dispersam, ao invés de nos ajuntar? Reflitamos sobre isso mais adiante.

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Desde já, devo reafirmar aos meus críticos que não sou sedevacantista. Também devo alertar que esse artigo não visa engendrar separatismos ou incitar os crentes à rebelião contra a Santa Sé ou o Papa. Sou totalmente ortodoxo no que diz respeito ao Primado Petrino inerente ao Sumo Pontífice e à Primazia Apostólica da Sé de Roma. O artigo é apenas uma denúncia de algumas das muitas incoerências e coisas estranhas que estão acontecendo na Igreja visível, bem diante de nossos olhos.

Apesar de crer que, conforme Cristo nos prometeu, “as Portas do Inferno não prevalecerão contra ela [a Igreja]” (Mt 16, 18), tais palavras de Cristo nos sugerem que o Diabo pisaria e infiltraria na Igreja para destruí-la. É evidente, para qualquer católico atento, que há forças poderosas interessadas não mais na extinção do Igreja, mas no uso de sua estrutura eclesiástica como vetor facilitador da cultura da morte, de legitimação final do “mistério da iniquidade” (cf. 2Ts 2:7) e da profanação do Altar da Eucaristia, que levam à blasfêmia e à apostasia do clero e do Povo de Deus (isto é, ao abandono da ortodoxia da Fé e recusa da Graça).

E como se dá isso, em termos atuais? Os fatos que apontarei abaixo mostrarão apenas um pot-pourri do que vejo como relativismo hipócrita e altamente apostático de nossos Pastores. Pode haver corrupção, rebelião, simples apostasia, mas é ainda mais evidente a sombra da iniquidade em todas essas notícias. Vamos lá: