Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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Ser Cristão se tornou um crime!


Abaixo, a homilia do Padre Paulo Ricardo, em três partes e proferida em 2010, no período pré-eleitoral, que tratou do Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH3), projeto de Lei do Governo esquerdista do PT, em conchavo com outros partidos cúmplices. O conteúdo de tal projeto está agora, atualmente, inserido de forma escamoteada no Projeto de Reforma do Código Penal. Assuntos tratados também foram a proibição ateísta de símbolos religiosos em órgãos públicos e a ilegalidade do MST, que nem CPNJ possui e recebe milhões de reais em verbas anualmente do Governo Petralha, sem declarar um centavo sequer desse dinheiro.

Os conteúdos de ambos os projetos de Lei versam sobre a descriminalização do aborto, do infanticídio indígena, da criminalização de críticas contra o homossexualismo em qualquer situação, a equiparação do status do matrimônio legítimo (que visa a geração de filhos) ao da união civil gay (colocando tudo no mesmo balaio de gato) e a legalização da eutanásia.

Não podemos nos calar diante de tamanho atentado à democracia, que agoniza sob a ditadura socialista às portas e com os olhos arregalados diante da alienação dos bispos e do Povo.