Sopro de Vontade


No curto vídeo a seguir, voltando de uma viagem a São Paulo, falo, brevemente, do que entendo por Poder da Vontade Consciente. O Universo é indiferente aos nossos mimimis sentimentalistas ou às nossas aspirações. Ou seja: não raro, ao vincularmos nossos objetivos à execução de um Ato Consciente, desistimos de colaborar com o Universo para algo realmente grande.

Moral da História: Confie na utilidade daquilo ao que seu Coração te impele, ao invés de condicionar a Ação ao alvo puramente egoísta. Vá, faça o que tem de ser feito e espere o Universo dar o devido direcionamento. Sem apegos, sem limitações, sem blá-blá-blá.

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Os olhos governados pela Vontade


Quando queremos algo, verdadeiramente, queremos com fogo nos olhos!

A pessoa que quer algo, que é alguém de querer-querer, faz cara de mal para afugentar os maus espíritos, cara de quem exige respeito e ameaça o Destino que tenta nos impedir de prosseguir. Quem quer algo, arromba a porta, depois é que pergunta de quem é a casa. Não pede licença, senta e pede almoço. Levanta e prepara o jantar. Espanta os ratos e baratas com seus passos e faz recuar o Cão raivoso com seu grito viril.

Os olhos daquele que deseja algo são como brasas vivas. Suas lágrimas não apagam as chamas, mas atiçam-nas ainda mais. Suas veias pulsam no ritmo estranho que a Vida nos impõe ao nos perpassar os nervos, senão fortes, mas ainda conectados ao Destino. Sim, o Destino é uma estrada ameaçadora, própria daqueles que têm vontade de correr. Andar é para quem tem tempo. Nós, os desejosos, não temos tempo a perder, sendo gigantes valentes ou pequenas borboletas.

Algumas pessoas confundem ser amigo do Destino com ser-lhe escravo. Não devemos ser, sob qualquer circunstância, escravos indolentes das contingências. Fazemos ajustes, nos acomodamos às contingências, e seguimos. Mas, lembremos: somos nós que estamos no leme. Deus é nosso Farol, não o Timoneiro. Ele nos orienta, mas não faz nosso trabalho. Não sejamos escravos nem permaneçamos à deriva para sempre. Sejamos nós os amigos de Deus, não seus soldadinhos de chumbo.

Mars et La Petite.

(Os créditos vão para La Petite Muse Flamboyante, que me visita sempre quando estou em situações críticas.)

De Cupiditate (Sobre o desejo)


Em uma frase, eu poderia definir o objeto focado por este artigo da seguinte forma:

Desejo é a sensibilização operada pela Vontade na natureza dos seres.

Há dois termos que, em latim, significam, cada um a seu turno, a noção do que é o desejo:

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A verdadeira Liberdade humana


Duas frases marcaram para sempre o Ocidente. A primeira vem dos muros de Delfos (Grécia): “Conheça-te a ti mesmo, e conhecereis o Universo e os deuses.” A segunda (cronologicamente falando), nos legou Nosso Senhor, Jesus Cristo: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” (João 8, 32).

A Verdade a intuímos pela Razão Divina que se revela por sua Lei de Amor, inscrita em nossos corações e em toda a Natureza. O que vislumbramos na Natureza é esse reflexo da dinâmica das Leis Universais que o Criador, nosso Pai do Céu, estabeleceu em toda parte, para todo o sempre.

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