Hipocrisia, incoerência e cinismo


É comum, no discurso politicamente correto da atualidade, a acusação contra certas pessoas por hipocrisia. Se alguém age como amigo dos pobres, mas vive na riqueza, é porque não passa de um hipócrita. Se diz aos filhos para não fumarem, mas continua fumando, é outro hipócrita, falso. Faz o que digo, não o que eu faço.

Mas, como venho alertando às pessoas do meu convívio, o povão, mal sai da classe de alfabetização, já se acha na condição de formar opinião sobre tudo e todos. E, não temendo envergonhar ancestrais e seus professores (os mais antigos), saem por aí a arrotar inflamados discursos pseudo-moralistas aos quatro ventos. Isso é hipocrisia? Não, isso é falta de boa educação e imprudência!

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As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

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