A profecia atribuída a São Malaquias é uma fraude!


Nesses tempos de falsos rumores apocalípticos, campanhas em massa de desinformação e alienação geral, cada fraude é útil para enfraquecer a capacidade de discernimento da população (que já é diminuta). Nesse clima de guerras, conspirações, chantagens e crescente poder nas mãos de políticos totalitários, é temerário que pessoas divulguem como “verdade” profecias e superstições sem submetê-las a uma severa investigação histórica e crítica.

Entre os muitos gêneros de alertas apocalípticos, causam muita comoção nas massas as profecias acerca do Fim dos Tempos (ou do Mundo). Uma das mais especuladas e pouco investigadas é a profecia de São Malaquias. Mas, resumidamente, do que trata essa profecia?

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“Quem não está comigo, está contra mim!”


Disse-nos Jesus:

“Quem não está comigo, está contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”. (Lucas 11, 23)

Não me considero o mais ortodoxo dos católicos. Estou bem longe disso! Não sou melhor do que ninguém, nem qualquer santo, mas vivo minha Fé como principiante, evitando leituras perigosas, me esquivando das ocasiões de pecado que, porventura, venham a me afastar do meu compromisso de lealdade para com Deus, com a Igreja e com meus semelhantes.

O católico é chamado a ser Sal da terra dos homens, sinal de Fé, Esperança e Caridade. É convocado a ser Sacramento vivo de Cristo no mundo, como membro da Santa Igreja, a anunciar a Boa Nova da Salvação em Seu Nome. Mas, o que significa estar com Cristo, ao invés de estar contra Ele? Que atitudes, hoje em dia, nos separam de Cristo, nos confundem e nos dispersam, ao invés de nos ajuntar? Reflitamos sobre isso mais adiante.

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Desde já, devo reafirmar aos meus críticos que não sou sedevacantista. Também devo alertar que esse artigo não visa engendrar separatismos ou incitar os crentes à rebelião contra a Santa Sé ou o Papa. Sou totalmente ortodoxo no que diz respeito ao Primado Petrino inerente ao Sumo Pontífice e à Primazia Apostólica da Sé de Roma. O artigo é apenas uma denúncia de algumas das muitas incoerências e coisas estranhas que estão acontecendo na Igreja visível, bem diante de nossos olhos.

Apesar de crer que, conforme Cristo nos prometeu, “as Portas do Inferno não prevalecerão contra ela [a Igreja]” (Mt 16, 18), tais palavras de Cristo nos sugerem que o Diabo pisaria e infiltraria na Igreja para destruí-la. É evidente, para qualquer católico atento, que há forças poderosas interessadas não mais na extinção do Igreja, mas no uso de sua estrutura eclesiástica como vetor facilitador da cultura da morte, de legitimação final do “mistério da iniquidade” (cf. 2Ts 2:7) e da profanação do Altar da Eucaristia, que levam à blasfêmia e à apostasia do clero e do Povo de Deus (isto é, ao abandono da ortodoxia da Fé e recusa da Graça).

E como se dá isso, em termos atuais? Os fatos que apontarei abaixo mostrarão apenas um pot-pourri do que vejo como relativismo hipócrita e altamente apostático de nossos Pastores. Pode haver corrupção, rebelião, simples apostasia, mas é ainda mais evidente a sombra da iniquidade em todas essas notícias. Vamos lá:

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De passagem, 2012!


Não sei se todos vocês têm esta mesma impressão, mas me parece que 2012 está nos passando como um trator sobre nossas cabeças,como um corisco diante de nossos olhos. Quanto mais problemas se acumulam dentro de nossas mentes atônitas, mais as mesmas mentes necessitam se acelerarem para se manter “despertas”. No entanto, a atenção se divide entre tudo e tudo, fazendo-nos perder completamente o foco. Este estado se torna mais agudo à medida que a atividade cerebral aumenta, nos atordoando sobremaneira e acentuando a sensação de aceleração do Tempo.

Isso não tem volta! São muitas pessoas encarnadas ao mesmo tempo neste planeta. Sob um rígido peso magnético nos interligando através dos meios virtuais, estamos vivendo, tudo de uma vez, muito do que milhões de pessoas outrora só viveriam, em suas vidas, décadas depois de nós. Perplexos, nossos olhos não conseguem acompanhar a sequência de tudo que nos acomete. Não conseguimos absorver nem digerir mentalmente tudo o que antes nos era escondido, aquilo de que nossas mães se esforçavam para nos poupar e que nossos pais nos podavam para que não repetíssemos como erros.

2012 - Tempo de Mudança
2012 - Tempo de Mudança

A evolução de nossas Consciências e a sincronização de nossos genes nos arrojam, então, contra rochas e obstáculos antes apenas residentes em folclores e mitos. Antes, a Mula-sem-cabeça era lenda; hoje, animais sem cabeça e com mais de uma cabeça povoam revistas científicas. Antigamente, filhos que levantavam a voz para um pai, idoso ou não, era execrado pela sociedade. Hoje, um pivete, que espanca a avó por causa de drogas, é apenas uma “vítima” da repressão.

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Costumo me utilizar de um exemplo pontual:

Imaginem-se no corre-corre cotidiano. Tem gente que trabalha em dois empregos, de domingo a domingo. Agora visualizem-se em um ônibus. Cansados de tanto trabalhar, estafados pelo estresse diário, vocês embarcam neste ônibus de volta pra casa. O motorista também está ali no volante trabalhando, querendo chegar logo em casa, e dirige num ritmo alucinante.

O ônibus, cada vez mais veloz, parece nos aliviar a cabeça. As imagens que perpassam nossos olhos, de forma frenética, querem nos anestesiar. Os pensamentos deixam de fixarem-se em algo e as preocupações são proteladas para quando chegarmos à porta de casa ou, no dia seguinte, do prédio onde trabalhamos.

É assim que nos encontramos. Nossos olhos vêem as cenas lá de fora da janela, mas nossas mentes não querem assimilar coisa alguma. Esse ano passa e não conseguimos mais raciocinar sobre quase nada. Não raro, nossas mentes raciocinam sob padrões reacionários, motivados por instintos de defesa ou de subliminar influência das massas. Nos damos conta das coisas quando já passaram. Um raio cai ao nosso lado e sentimos nosso cabelo chamuscado quando vamos lavá-lo.

O Tempo passa e não conseguimos mais ver a que rumo as coisas estão se direcionando, pois que nossos pais não previram que nossas realidades (e o que chegaríamos a ver delas) seriam invadidas por uma monstruosa avalanche de “verdades”, de crueldades e de rompimentos de padrões nunca antes vistos.

Não sei se 2012 será um tal ano de “retribuição”, algum tipo de “ajuste de contas” ou de Juízo Final. Muitos indícios me fariam crer nisso. Tudo pode não passar de um joguete inventado pela mídia Global, que talvez esteja nos preparando para um golpe mortal contra nossa Liberdade (que, na verdade, nunca detivemos). Mas, e se 2012 for mesmo um ano de culminação de nosso Tempo hábil? O que faremos se o cronômetro de nossa evolução estiver preste a ser reiniciado? E se alguém do Céu (Jesus, um E.T. anão ou o Godzilla) vier pra gritar “You lost! Game over!”??

Lembro-me bem da chatice que foi 31 de dezembro de 2011, como se fosse ontem. Uma chuva chata e fogos de artifício quase atingindo a rede elétrica de minha rua. Preocupações e mente longínqua preparavam o início de um ano que prometia, senão emoções reais, ao menos uma bela novela apocalíptica, cujos últimos capítulos teriam data marcada: 21 de dezembro de 2012. Lembro-me de dois meses atrás com riqueza de detalhes, mas não me lembro, ao certo, do que comi ontem no almoço!

Bem-vindo! De passagem (fr. en passant), eis 2012!

2012: Maias, Nostradamus e Nibiru | Ebrael Shaddai



Hunab Ku (representando o centro da galáxia)

Voltando aos mistérios…

Para entrar logo no assunto que ferve nos meios virtuais blogs, fóruns, redes socias, etc. há alguns anos, vamos tentar raciocinar o que gera esse frenesi todo acerca do ano de 2012. (…)

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Leia mais:

via 2012: Maias, Nostradamus e Nibiru | Ebrael Shaddai.