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A Petrobrás e a tempestade final


Os últimos relatórios financeiros divulgados pela Petrobrás, contrastados com os dados aferidos de outras empresas do setor da exploração de petróleo, mostram o que a roubalheira, a imoralidade psicopática e o utilitarismo mercenário em nome de projetos de poder foram capazes de fazer. Obviamente, não sem a incompetência (proposital, será?) dos quadros lotados pelos partidos assaltantes (PT, PMDB e PP) em postos estratégicos da empresa.

Testemunhando, a partir de dentro do bonde desgovernado da História, a atual sequência de acontecimentos, é quase inacreditável o que o PT conseguiu fazer com a maior empresa brasileira. O PT virou lenda, um ideal para qualquer quadrilha de principiantes. É mesmo fantástica a trajetória de atos fora-da-lei perpetrados pelos alunos brasileiros (e mercenários) de Fidel Castro.

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Cartas marcadas por caneta vermelha


Sei que muitos de meus amigos e leitores votaram em Aécio Neves em primeiro e segundo turnos das últimas eleições. Infelizmente, não posso me furtar à crítica que carregará esse artigo de opinião. É este, na verdade, mais um desabafo do que um verdadeiro artigo, eventualmente contando com outras fontes.

Em quem votei, para Presidente, no Primeiro Turno? Votei nulo, por falta de opções voltadas à minha Consciência católica (não voto no menos pior). Em quem votei, para Presidente, no Segundo Turno? Votei em Aécio Neves, mas foi um voto quase que compulsório, para não deixar, tendo em vista a perversidade do sistema eleitoral brasileiro, meu voto para Dilma Rousseff.

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Aécio Neves, o menos pior


Em resposta à mensagem privada recente de uma amiga do Facebook, em que ela tentava me convencer a votar em Aécio Neves apenas para, assim, não deixar vencer a aprendiz de Apedeuta, Dilma Rousseff:

Se vocês não fazem nada para que os candidatos se posicionem conforme nossas convicções, não chame de democracia ao ato de escolher o menos pior. Escolher o menos pior é escolher o pior daqueles que dizem combater o pior. Nada mais. Confiar no menos pior é isentar-se da responsabilidade de fazer pressão por candidatos que prestem para algo além de se preocuparem com suas disputas por currais e cabides. 

Vocês tiveram quatro anos para fazer essa pressão e não fizeram. Acaso, chegam as eleições e querem agora nos comover com o pânico do avanço do PT? Não é por essa confusão e dissolução de convicções que tal pânico da “Direita” é ainda mais desejado pelo próprio PT? O que eles [do PT] têm, nós não temos, que é foco. E, sem foco, acaso, queremos nos livrar deles com outro candidato sem foco? Se o candidato sem foco te representa, a mim não representa!

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A Esquerda, os “Black Blocs” e o apoio ao crime


De tantos episódios lamentáveis que vêm ocorrendo desde o início das tais manifestações populares pelo Brasil afora, em 2013, podemos citar dois fatos recentes, perpetrados por terroristas mascarados que se infiltraram em protestos pacíficos. (Se bem que boa parte dos protestos que se dizem pacíficos são organizados atualmente por sindicatos e “movimentos sociais”, reincidentemente envolvidos em vandalismos.)

Ei-los:

  • Fato 1: Protesto contra a realização da Copa do Mundo de 2014, em SP, termina com Fusca, com uma família dentro, incendiado por “black blocs” (25/01/2014);
  • Fato 2: Cinegrafista da Band (Santiago Andrade, 49), atingido na cabeça por rojão lançado por um “black bloc” em 6 de fevereiro de 2014 durante manifestação no Rio, morre no dia 10 de fevereiro.

(Fontes das notícias no rodapé da postagem.)

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Algumas palavras sobre a Esquerda brasileira

Bem, o que falar mais? Os fatos, por si só, já exprimem a essência das intenções dos organismos internacionais em relação ao Brasil. Mais à frente, falarei sobre isso.