Querem justiça social?


Há alguns dias atrás, às vésperas do Natal, vadios membros de movimentos sociais invadiram uma filial de uma rede de hipermercados em Belo Horizonte. Exigiram 300 cestas básicas para que saíssem e deixassem o local.

Quer dizer: fazem propaganda dos métodos de confisco fora-da-lei, e ainda querem ganhar a simpatia do povo por causa das cestas básicas? Quem não sabe que são esses mesmos movimentos que apoiavam os Black Blocs que vandalizaram e aterrorizaram cidades do país inteiro?

Vem com essa conversinha de Justiça Social? Sim, vamos conversar, mas com quem trabalha, com quem tem mais o que fazer, mesmo que seja estudar, melhorar para conseguir um trabalho. Com vadios, o Brasil não deve negociar, muito menos com essas hordas de ladrões e criminosos (financiados por facções de partidos esquerdistas) nem com a parte vadia dos universitários.

QUEREM O QUE? JUSTIÇA SOCIAL?

No tempo do meu avô, essa “justiça” fazia-se com relho de cavalo e surra de facão! Como complemento “justo”, imergia-se o “injustiçado” em banheira com água, sal grosso e vinagre! Após a recuperação do “pobre coitado”, dava-lhe como prêmio uma enxada ou foice para carpir e uma cacetada nas pernas a cada vez que acordasse tarde.

VAGABUNDOS!

Equação de Política Avançada de Einstein

Equação da Política Avançada de Einstein.

Para descomplicar a Teoria da Economia Política, vigente na República Federativa de Banânia (Brasil), Einstein não demorou mais do que um minuto:

Equação da Política Avançada de Einstein.
Equação da Política Avançada de Einstein.

Diga NÃO ao aborto! Diga SIM à Vida!


Obviamente, por eu ser católico, esse tema é (e continuará sendo, enquanto necessário) recorrente neste blog. Mas este assunto é concernente não apenas aos cristãos (genuínos), mas a todos que têm bom senso e são norteados pelo sentimento de Amor à Vida. Há um conflito de matiz ideológica no Brasil (e no Mundo) entre os que defendem o Direito à Vida (art. III da Declaração Universal dos Direitos Humanos) e os que buscam relativizá-lo em prol de suas irresponsabilidades (esses, todos, socialistas e esquerdistas), promovendo o aborto, a eutanásia e a destruição do modelo familiar que garante a continuidade da Civilização.

Utilizando uma das táticas apregoadas por Antônio Gramsci – a saber, a “ocupação de espaços” -, defensores do aborto e outras aberrações socialistas buscam tornar a prática do aborto algo a que a população se acostume, sempre se utilizando de argumentações vazias e a defesa de falsos direitos, ou simplesmente tentando ganhar a parada no grito histérico, principalmente dos LGBTs, que se acham inatacáveis.

É sempre assim! Eles não se cansam, mesmo se contradizendo, ainda que a população diga mil vezes “não” ao aborto, eles não se cansam. E por que não desistem? Não desistem porque isso tudo faz parte de uma agenda unificada, mundial, coordenada por poderosas instituições internacionais e alavancadas pela grande mídia. É preciso que as pessoas se conscientizem acerca dessa situação e se posicionem, exercendo, através de sua cidadania, pressão sobre as autoridades e parlamentares eleitos para que enterrem esses projetos assassinos.

O que é o Gayzismo?


Liberdade de expressão apenas para os Gayzistas!

Obviamente, um artigo que trate do Gayzismo, essa vertente do Movimento Revolucionário, precisaria também abordar aspectos secundários, tamanha é a gama de assuntos correlatos. No entanto, tendo em vista a escassez de publicações genéricas acerca do assunto, resolvi elaborar, via estrutura de tópicos, um artigo esclarecedor e o mais possível abrangente.

Entretanto, devo agradecer a todos os escritores e blogueiros honestos que, via de regra, escreveram de forma particularizada sobre o Gayzismo acerca de suas mais variadas formas de manifestação. Literalmente, mãos à Obra!

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