Jair Bolsonaro: sincero ou cínico?


Pouco mais de um ano de exercício do Governo de Jair Bolsonaro foi suficiente para dividir as opiniões que, ao fim das eleições de 2018, pareciam unânimes. Havia petistas e antipetistas. Bolsonaro encarnou a emenda do antipetismo (natural, após desastrosos treze anos de assalto nacional pelo PT) com o “jeitinho brasileiro” de ser. Ou seja, ser espontâneo, mal educado e orgulhoso.

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Fanatismo bolsonarista


Estávamos, todos, fartos do populismo petista que, por trás dos panos, formava um caixa de grana suficiente para financiar campanhas vitoriosas (a reboque de chantagem sobre os mais pobres) até, pelo menos 2036, segundo certas delações premiadas da Lava-Jato.

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Mortadela ou caviar?


Poucos se aperceberam que a visão revolucionária de sociedade não é nova, nem está restrita aos círculos ditos de Esquerda. Ela arrasta, para um centro de gravidade comum, dois principais estratos, atualmente apelidados como conservadores e progressistas, ou mesmo revolucionários e reacionários.

No entanto, o grupo mais à Esquerda pode, ainda, ser subdividido em outros dois segmentos: a) aqueles que recebem pão com mortadela durante manifestações, e; b) aqueles que comem caviar em Paris.

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Apocalipse tupiniquim


O Brasil está perdido. O povo está perdido por ser desprezado e mal instruído. O Circo foi bem montado, a plateia se divertiu entre pipocas e gororobas ao longo desses últimos dois séculos. De repente, parece que a fumaça dos ilusionistas está a provocar um incêndio no Circo. Será o Apocalipse deste regime fraudulento, chamado República?

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