Notas sobre o termo “antissemitismo”


Sei que é cansativo, ainda mais para mim. Mas, hoje vou explicar, de uma vez por todas e a quem interessar, o engodo contido na maioria das acusações imputadas a algumas pessoas por “antissemitismo”.

Vamos lá! Deus me conceda paciência!

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De invídia (Sobre a Inveja)


Este é um tema deveras amplo para ser tratado assim, numa única postagem. Podemos, no entanto, tentar traçar algumas linhas gerais. Toda a realidade da inveja é cercada por uma viscosidade chocante, repugnante. O próprio ser tomado pela inveja se torna um barril de sebo ambulante e ele mesmo, o doente, reconhece-se como tal e busca, no fim das contas, esconder-se. Falemos sobre a Inveja, então, começando com uma citação minha:

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Crianças sul-sudanesas num centro de triagem em Israel, esperando pela deportação.

Israel e o Racismo judaico contra negros


Quanto mais tempo passa, mais me surpreendo com o vitimismo por seu emblemático poder de subversão da sociedade. Entenda-se aqui vitimismo como a prática, eminentemente cínica, da supervalorização dos sofrimentos passados por alguns grupos de seres humanos tendo em vista a usurpação de poder e objetivando vantagens políticas e econômicas.

Pelo que vou falar hoje, podemos encontrar as fontes onde gayzistas e esquerdistas foram haurir seu know-how e se inspiraram para se tornarem mestres na arte de chantagear as maiorias. Abaixo, um documentário retratando, in loco, o racismo abjeto, sempre impune, de alguns grupos de judeus em Israel (cujo primeiro-ministro partilha de seus ideais), contra negros e estrangeiros:

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As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

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