Os Segredos do Gólgota


Volume único, em fac-símile, traduzido para o Português, de uma das mais conhecidas obras do escritor francês Robert Ambelain. Nela, Ambelain analisa os pormenores da época de Jesus, com seus personagens pouco conhecidos, buscando elucidar questões básicas quanto aqueles acontecimentos que viriam a influenciar a história mundial dos últimos dois milênios.

Sequência de argumentos de tirar o fôlego, com boa quantidade de referências, não sem uma dose de parcialidade.

ADQUIRA ABAIXO!

Continue lendo “Os Segredos do Gólgota”

E a Virgem deu à Luz um Filho??


Enquanto assistia aos debates numa comunidade do Orkut, fiquei interessado sobre o assunto tratado e fui pesquisar. O debate era sobre o dogma católico da Imaculada Concepção de Maria. Como tenho um programa que apresenta as Sagradas Escrituras nas mais importantes línguas, fui atrás do assunto para comprovar, ou não, o que se dizia na dita comunidade do Orkut.

A principal passagem bíblica sobre a qual a Igreja Católica se apoia para sustentar seu dogma da Imaculada Concepção de Maria está no Livro do profeta Isaías, cap. 7, versículo 14. Fiz a captura da imagem em que abro, sucessivamente, o trecho como está no original em hebraico, conservado cuidadosamente pelos judeus, na Bíblia na versão dos Setenta (ou Septuaginta), a primeira e principal versão da Bíblia nos primórdios da Era Cristã, e numa versão evangélica da mesma Bíblia (não diferindo, no dito trecho, de versões cristãs atuais), a Almeida Revista.

Concluo, com certeza quase absoluta que, ou houve um grave erro de tradução, ou uma adulteração (alteração com fins escusos) do mesmo trecho. Como foi a Igreja Católica quem se apoiou sobre tais “erros” para forjar suas doutrinas, presumo que, ou foi a seu mando que tais “erros” sucederam, ou ela se beneficiou ilicitamente deles. Será que não aconteceram as duas coisas??

Clique na imagem para ampliá-la e leia os comentários:

Cliquem na imagem ou salvem-na, para ampliá-la e visualizá-la melhor!!
Erro de tradução?? Será??

O Homem que enganou a Morte – Jesus não morreu na Cruz!


Para introduzir o que vou falar aqui, que por si só já trata de um assunto difícil e extenso, vou recorrer novamente à analogia. Afinal, não sou cientista para tratar com experimentos, nem sou capacitado para isso (ainda), mas apenas um pensador livre.

Se fôssemos apenas bactérias do intestino de Deus (a Suprema Inteligência), seres primitivos, porém criados para contribuir para a economia do Corpo do Universo, poderíamos nos considerar de grande importância, certo? Certo dia, Deus infundiu uma de suas bactérias de uma importante missão: fazer saber às bactérias que suas vidas não são mais nem menos do que UMA com a GRANDE VIDA. Uma bactéria continha em seu núcleo celular, e em seu DNA, a mesma essência em grau diminuto, ainda que perfeitamente idêntica, do Cérebro (Inteligência) do Grande Corpo. Pois, em tudo, há hierarquia e ordem. Como coadunariam, em um mesmo meio (Universo), forças de origem diferente, sem que batalhassem pela supremacia?? Teríamos uma dualidade irreconciliável, um Rei nativo, reinando sobre escravos eternamente insatisfeitos por não se identificarem com seu Soberano.

O egoísmo nos tolhe isso: a consciência de nossa verdadeira origem. A relação Criador/Criatura é levada a um extremo irracional, onde somos escravos de um Deus que não se parece, em nossas mentes, conosco mesmos. Em nossas relações, nos importa satisfazer apenas nossas necessidades, pois a religião não nos infunde a noção de Liberdade que, ao saber sermos Filhos de Deus, deveríamos possuir. E sermos livres, desde sempre, importa contermos o Universo e nele estarmos, mesmo que dentro de nós mesmos, no que Paulo dizia ser o Templo do Espírito. Num Templo, toda a Assembléia pode ser vislumbrada, assim como os símbolos sagrados de tudo que foi criado, virtualmente, fora dele.

Em nós mesmos, somos Deus, ainda que por meio não de nosso Eu Consciente, mas de nosso Verdadeiro EU… mas que Eu é esse? Esse Eu é aquele que não vê diferença entre uma pedra e um pássaro, entre ele e o outro ser humano, que é incapaz de destruir algo, ainda que possa transformar a forma física de uma coisa, ou ser, por um Bem Maior. Esse bem maior nunca é um apetite; na pior das hipóteses, uma contingência.

***

As religiões ocidentais, principalmente as de origem greco-romana e a cristã, sentiam uma necessidade paradoxal de transformar a natureza humana em divina, e vice-versa, deixando Deus com uma aparência antropomórfica distorcida. Continue lendo “O Homem que enganou a Morte – Jesus não morreu na Cruz!”