Mestres do Segundo Véu

Goerge Washington, primeiro presidente dos EUA, maçom

“E disse-lhe mais o Senhor [a Moisés]: ‘Põe agora a tua mão no teu seio’. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve.”
Êxodo 4:6

Pode o curso da História ser dirigido por um pequeno grupo de pessoas com interesses em comum? As pinturas e retratos dos grandes homens do século passado revelam um traço em comum que os ligará. É uma coincidência, que muitos deles escondem uma de suas mãos, quando posando para um retrato? Provavelmente não. Nós vamos olhar para a origem maçônica da mão “escondida” e os homens poderosos que usaram esse sinal visível em retratos famosos.

Józip Stalin e George Washington: duas ideologias aparentemente opostas, um gesto de mão em comum.

“O pensamento de hoje rumo a um estado democrático mundial, não é uma nova tendência ou uma circunstância acidental, mas um trabalho de criação, com conhecimentos profundos, que são necessários para o estabelecimento da democracia em si, entre todas as nações, e tem sido exercido por muitas centenas de anos por sociedades secretas.”

(Manly P. Hall, em “Secret Destiny of America”)

Existe uma força oculta por trás dos acontecimentos mundiais no século passado? Foram as quedas das monarquias europeias, diante propósitos iluministas? E esse nosso caminho rumo a uma “democracia” mundial, em grande parte do mundo, existiu algum grande plano de se levar através da filosofia da “mão escondida”? Antes do advento das mídias de massa, em lembranças que as pessoas tinham de seus líderes, foram pinturas ou fotos, mostrando-os em majestosas poses. Será que elas escondiam um significado oculto?

Ebrael, a Igreja e a carta a uma protestante

"(...) E as portas do Inferno não prevalecerão contra ela." (Mt 16:18)

Alguns visitantes e leitores talvez me perguntem: o que fez um blogueiro, com algum conhecimento sobre a História e dúvidas acerca de alguns dogmas da Fé Cristã Católica, voltar-se para a mesma Igreja Católica? Eu respondo: eu nunca tirei meus pés totalmente de dentro da Igreja Católica, ainda que, por vezes, estivesse em comunhão em raríssimos aspectos da Fé Católica.

Fui um herege convicto; hoje o sou ainda, mas em menos artigos de Fé. Na verdade, não sou herege que renega, pois o que me separa de uma comunhão completa com a Sé de Pedro são algumas dúvidas acerca de Cristo e dos fatos evangélicos, não convicções. Hoje, estou aberto à busca pela Fé, não mais simplesmente pela justificação empírica de tudo.

No entanto, como creio que os conspiradores, que buscam demolir a Igreja de Cristo a partir de dentro dela, agem sordidamente na calada da noite para semear erros na Igreja, ainda preciso deste norte, que é a busca pela verdade sobre alguns fatos. É a própria conspiração que busco desmascarar, por meio da investigação, não a Igreja de Cristo.

Pecado Imperdoável

O endurecimento do Coração leva ao pecado contra o Espírito Santo.

Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32)

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Jesus foi, por muitas vezes, enfático nas advertências morais aos seres humanos em sua Boa Notícia de Salvação. Mas, a nós que vivemos mergulhados no orgulho e vaidade (raízes do pecado original do qual somos herdeiros neste mundo), assusta saber que há pecados imperdoáveis. Apesar de Jesus, no trecho acima, ser específico na primeira frase, é um pouco genérico na segunda. Aí surge, naturalmente, o questionamento: se Deus é todo Misericordioso e Fonte de Perdão, como pode haver uma categoria de pecados imperdoáveis? Não é Deus que deixa de nos perdoar, somos nós que nos fechamos à Misericórdia, em nosso orgulho autólatra!  

Satanás e algumas anotações da Cabala


Abaixo, um trecho extraído do livro Kabbalah Denudata (A Kabbalah Revelada), de Knorr Von Rosenroth, traduzida e comentada por Samuel Liddel McGregor Mathers. Este livro tem por base fiel o cânon cabalístico Sépher HaZohar (Livro do Esplendor), que continua o relato de como todo o Universo foi criado (iniciado no Sépher Yetzirah – Livro da Formação), explicando, nos mínimos detalhes, cada símbolo contido nas Escrituras Hebraicas com relação à Criação.

O trecho que cito fala, explicitamente, do ser angélico a que nós, cristãos, chamamos Satã ou Satanás (do hebr. Satan, “Acusador”, “Oponente”), aquele mesmo citado como a Antiga Serpente ou Dragão de sete cabeças.