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Ciúme, sexo e sobrevivência


Ao lado do instinto materno, considero os instintos sexual e de sobrevivência as forças motrizes mais poderosas da essência humana. Assim, podemos vê-los em ação também em quase todos os reinos da Natureza, inclusive entre os seres assexuados. Em três palavras, respectivamente, os ciclos derivados daqueles três instintos: geração, expansão e conservação. Eis o encadeamento que, desequilibrado, suscita tantas emoções avassaladoras em todos nós. Entre essas, temos o ciúme.

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De tránsitu Vitæ (A passagem da Vida)


Nascemos sós, vivemos sós e morreremos sós. (Osho) (1)

Sim — poderiam me objetar —, mas “o Amor é forte como a Morte” (2). Como apreciar a noção de solidão, logo em tais momentos, como o nascimento e a Morte?

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Repudio o estupro, mas também a falta de vergonha na cara!


Bem, tudo tem limite nessa vida. Não defendo o estupro nem qualquer desrespeito, mas falta, sim, prudência a uma boa porção de mulheres por aí. Mulheres que se cobrem como vadias, com um pedaço de pano que mal esconde a vagina (vulgo, “perseguida”) ou com calças cuja única serventia é visualizar o útero, não têm moral para ficar reclamando de falta de respeito alheio ou surtar por indignação ao serem bolinadas.

As mulheres que se dão ao respeito – aquelas que são de respeito – e deixam isso bem claro pela roupa que usam, pelas palavras que saem de suas bocas e pelo que fazem para crescer na Vida, é que têm moral pra exigir respeito. E a maioria das mulheres são assim. Mas…

Aquelas que se comportam como putas, putas são e como putas serão tratadas por homens que acharam seus pênis na lixeira. Nesse caso, temos fingidas de um lado e jumentos energúmenos de outro.

Sem vergonha na cara, não tem jeito!

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A Cristofobia e os genocídios que poucos denunciam


Enquanto há pessoas que se dizem cristãs, mas que vivem num mundo de conto de fadas, postando figurinhas no Facebook e buscando negociar com os contra-valores da mídia, há outras, verdadeiramente impregnadas do Espírito evangélico, que dedicam seu tempo a denunciar as atrocidades que a mídia e os governos anticristãos teimam em ignorar. É o exemplo dessas pessoas que me decidi a tentar seguir.

Acaso, pode haver verdadeiro ardor evangélico em “cristãos” mornos que não levantam suas bundas do sofá para correr em favor de necessitados? Não bastasse isso, continuam a tentar negociar com os propagadores de imoralidades na TV e votando em políticos anticristãos, que apoiam regimes genocidas e dão suporte a ações de perseguição ideológica contra a Igreja e seus valores morais.

O artigo reproduzido abaixo [1], extraído da revista Época (02/06/2012, seção “Religião”), trata de uma chaga mundial que poucos consideram: a Cristofobia, perseguição física e ideológica contra minorias cristãs pelo mundo inteiro, enquanto apresenta-se como cerceamento da liberdade de Consciência e religiosa no Ocidente. No Oriente Médio, em especial, pouco denunciada, a opressão violenta contra as minorias cristãs nos países muçulmanos é um problema cada vez mais grave.

***

Por Ayaan Hirsi Ali, somaliana, 43 anos. [2]

Ouvimos falar com frequência de muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e dos manifestantes da Primavera Árabe que lutam contra a tirania. Outra guerra completamente diferente está em curso – uma batalha ignorada, que tem custado milhares de vidas. Cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio crescente que deveria provocar um alarme em todo o mundo.
O retrato dos muçulmanos como vítimas ou heróis é, na melhor das hipóteses, parcialmente verdadeiro. Nos últimos anos, a opressão violenta das minorias cristãs tornou-se a norma em países de maioria islâmica, da África Ocidental ao Oriente Médio e do sul da Ásia à Oceania. Em alguns países, o próprio governo e seus agentes queimam igrejas e prendem fiéis. Em outros, grupos rebeldes e justiceiros resolvem o problema com as próprias mãos, assassinando cristãos e expulsando-os de regiões em que suas raízes remontam a séculos.

SANGUE DERRAMADO: Cristãos coptas, do Egito, carregam uma imagem de Jesus Cristo manchada de sangue, em ato contra a violência de extremistas islâmicos (Foto: Asmaa Waguih/Reuters)

A reticência da mídia em relação ao assunto tem várias origens. Uma pode ser o medo de provocar mais violência. Outra é, provavelmente, a influência de grupos de lobby, como a Organização da Cooperação Islâmica – uma espécie de Nações Unidas do islamismo, com sede na Arábia Saudita – e o Conselho para Relações Americano-Islâmicas. Na última década, essas e outras entidades similares foram consideravelmente bem-sucedidas em persuadir importantes figuras públicas e jornalistas do Ocidente a achar que todo e qualquer exemplo entendido como discriminação anti-islâmica é expressão de um transtorno chamado “islamofobia” – um termo cujo objetivo é extrair a mesma reprovação moral da xenofobia ou da homofobia.