Resgate


RESGATE

As linhas de expressão refletem
Palavras não escritas, rugidas,
Prenúncios de dívidas insolúveis.

O ressoar da Promessa tropeça
Nas vidas decepadas, varridas
Pelo odor de flores insalubres.

Os sinais dos tempos anunciam
Grandezas, inúteis para guiar
Navios – nenhum farol ou lume.

Vou reter tudo, segurar sua mão,
Até que o vagalume vire estrela
E essa dor suma como vagalume.

(Ebrael Shaddai, 27 de setembro de 2017.)

Pupilas dilatadas


A Vida acontece em todo lugar. Aqui, aí, dentro de nós e, sem nosso completo controle, ao nosso redor. Na verdade, não temos controle algum sobre nossas Vidas. O que fazemos é optar. Enquanto respondemos por nossas opções, a Vida é senhora severa: rompe a bruma, desfaz e refaz a calma. A nós, o açoite da incômoda Liberdade!

E, eis que nos chegam as chuvas!

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Que culpa tem o Tempo?


Sem lenga-lenga: a noção da passagem do Tempo é algum resultado misterioso da nossa percepção ao ser sensibilizada pelos elementos à nossa volta. Acaso, não é disso que damos conta ao compararmos, por exemplo, um estado febril e outro de euforia? Falo, abaixo, um pouco sobre isso. Carpiamus diem!

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