Esplendor


Para a Anima Matris Terræ Meæ (Alma da minha Terra-Mãe).

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Marte: um Mundo Além da imaginação


Enquanto algumas almas ranzinzas ficam resmungando por outras pessoas estarem entusiasmadas com a “descoberta” (!!) de água em Marte e falte água na represa Guarapiranga, em São Paulo, eu fico, sim, estupefato com a notícia. Ainda que eu suspeite que essa informação já fosse, há algum tempo, de conhecimento da NASA e tenhamos sido os últimos a saber (como sempre), antes tarde do que nunca.

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Um sonho, outrora meu, e hoje, de muitos


Sei que muitos dos leitores não entenderão a razão desse “sonho” do qual falarei. Até mesmo poderão rirem-se dele. Mas, principalmente, alguns sonhadores “malucos” aqui se identificarão comigo. Como milhões de crianças e adolescentes dos anos 80 e 90, eu sonhava em ser astronauta. Não é que os adultos não entendam esses sonhos de crianças; simplesmente, eles sabem que, até a consecução de um sonho, há milhas e milhas em dificuldades, quedas e recomeços. Em muitos casos, levantamos e mudamos de caminho. Adotamos sonhos mais sóbrios.

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O Sol da meia-noite


Há quase um mês, em 21 de Junho, começou o Inverno, oficialmente, para os países do Hemisfério Sul, ao passo que, para os povos do Norte, teve início o Verão. Nos locais próximos ao Polo Norte, mais precisamente dentro da área do Círculo Polar Ártico, ocorre um fenômeno que sempre atiçou minha imaginação bem como me enlevava à inspiração poética. É o Sol da meia-noite. Vocês já ouviram falar a respeito ou sabem o que é?

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O fenômeno ocorre nas proximidades dos pólos terrestres, durante o verão, quando o Sol pode ser visto 24 horas por dia. Isso acontece porque a inclinação do eixo da Terra em relação ao plano da sua órbita faz com que a luz solar incida quase perpendicularmente sobre os pólos, durante seis meses de cada ano. Entre outubro e março, o Sol da meia-noite ocorre no Pólo Sul; de abril a setembro, no Pólo Norte – pode ser presenciado, portanto, nos países da Península da Escandinávia (Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca), além do norte do Canadá e da Rússia, em dezembro; e na Antártida em julho. Nos pólos propriamente ditos, tanto o dia solar quanto a noite duram um semestre inteiro.

Durante o verão, nunca anoitece completamente na costa da Noruega

Luz total

A cada seis meses, o eixo da Terra em relação ao Sol se inclina para um lado e depois para o outro. Isso faz com que, nos pólos, durante cada verão, a noite praticamente deixe de existir.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-eo-sol-da-meianoite

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Coletei algumas lindas imagens numa pesquisa que fiz no Google para mostrar a vocês a beleza de tal fenômeno. Tais imagens são, especificamente, de locais na Noruega, Islândia e Lapônia (província da Finlândia), onde o fenômeno é melhor observado. Imaginem-se em locais como esses onde, por alguns dias, não anoitece, as pessoas podem sair para curtir a paisagem e apreciar o insólito curso do Sol sem que ele se ponha!

Imaginaram? Então apreciem as imagens abaixo e acessem esse link da Real Embaixada da Noruega no Brasil para mais informações e dicas de viagens.

Carpe noctem!

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