Nun, de Nazareno: a letra do Martírio cristão no Iraque


O que significa essa letra árabe que muitos cristãos têm adotado como avatar nas redes sociais? Por que, justamente, essa letra? Ao que se refere? Para responder, primeiramente, repassemos algumas notícias recentes…

Incrível! Pasmem — mas até os veículos sionistas da Rede Esgoto (conhecida como Globo) noticiaram a campanha dos ultrarradicais islâmicos do ISIL para aniquilar os cristãos do Iraque e leste da Síria. Segundo fontes cristãs, o número de cristãos no Iraque decresceu de quase 1,2 milhão em 2003 para 300 mil nos últimos meses, segundo estimativas. A maioria teria fugido para países vizinhos, mas alguns milhares já teriam sido massacrados em suas próprias cidades, tanto no Iraque como na Síria, como tenho noticiado neste site [1].

O ISIL (sigla em inglês para Islamic State of Iraq and Levant – Estado Islâmico do Iraque e Levante) é um grupo terrorista extremista do Iraque, considerado radical demais até pelos próprios cabeças da Al-Qaeda na região, pelos quais foram recrutados. Eles pretendem instaurar não apenas um Estado islâmico na região, mas estender o Islamismo a todo o mundo por meio de um califado. Localmente, já começaram a instaurar a Sharia (lei civil islâmica) literalmente, o que significa que todo muçulmano teria permissão para matar qualquer cristão que se recusasse a renunciar à Fé e/ou abraçar o Islamismo.

Genocídios de Cristãos se multiplicam pelo Mundo


Acho curioso que todo mundo, ainda que por razões duvidosas (às vezes, sem razão alguma), se comova quando palestinos sucumbem sob as bombas de Israel, quando histórias mal contadas sobre as vítimas do Holocausto viram filmes, quando uma tal de Olga, terrorista comunista, é dada como morta em um campo de concentração ou um ator famoso morre naturalmente.

Mas, se eu falar que as cabeças de milhares de cristãos estão sendo decepadas para servirem de bola de futebol para a diversão macabra de terroristas islâmicos, que crianças estão sendo enforcadas por estes diante dos pais, que mães gestantes estão tendo suas barrigas abertas, que jovens estão sendo crucificados (literalmente) em nome de sua Fé, as pessoas parecem que se tornam, estranhamente insensíveis, quase a dizerem “bem feito”. No máximo, demonstram uma ojeriza higiênica disfarçada de falsa piedade hipócrita. E por que hipócrita? Porque essas pessoas, que são a maioria, nada fazem para manifestar seu suposto repúdio a esses crimes contra a humanidade, justamente num país como o nosso, em que ainda temos liberdade de manifestação.

A Cristofobia e os genocídios que poucos denunciam


Enquanto há pessoas que se dizem cristãs, mas que vivem num mundo de conto de fadas, postando figurinhas no Facebook e buscando negociar com os contra-valores da mídia, há outras, verdadeiramente impregnadas do Espírito evangélico, que dedicam seu tempo a denunciar as atrocidades que a mídia e os governos anticristãos teimam em ignorar. É o exemplo dessas pessoas que me decidi a tentar seguir.

Acaso, pode haver verdadeiro ardor evangélico em “cristãos” mornos que não levantam suas bundas do sofá para correr em favor de necessitados? Não bastasse isso, continuam a tentar negociar com os propagadores de imoralidades na TV e votando em políticos anticristãos, que apoiam regimes genocidas e dão suporte a ações de perseguição ideológica contra a Igreja e seus valores morais.

O artigo reproduzido abaixo [1], extraído da revista Época (02/06/2012, seção “Religião”), trata de uma chaga mundial que poucos consideram: a Cristofobia, perseguição física e ideológica contra minorias cristãs pelo mundo inteiro, enquanto apresenta-se como cerceamento da liberdade de Consciência e religiosa no Ocidente. No Oriente Médio, em especial, pouco denunciada, a opressão violenta contra as minorias cristãs nos países muçulmanos é um problema cada vez mais grave.

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Por Ayaan Hirsi Ali, somaliana, 43 anos. [2]

Ouvimos falar com frequência de muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e dos manifestantes da Primavera Árabe que lutam contra a tirania. Outra guerra completamente diferente está em curso – uma batalha ignorada, que tem custado milhares de vidas. Cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio crescente que deveria provocar um alarme em todo o mundo.
O retrato dos muçulmanos como vítimas ou heróis é, na melhor das hipóteses, parcialmente verdadeiro. Nos últimos anos, a opressão violenta das minorias cristãs tornou-se a norma em países de maioria islâmica, da África Ocidental ao Oriente Médio e do sul da Ásia à Oceania. Em alguns países, o próprio governo e seus agentes queimam igrejas e prendem fiéis. Em outros, grupos rebeldes e justiceiros resolvem o problema com as próprias mãos, assassinando cristãos e expulsando-os de regiões em que suas raízes remontam a séculos.

SANGUE DERRAMADO: Cristãos coptas, do Egito, carregam uma imagem de Jesus Cristo manchada de sangue, em ato contra a violência de extremistas islâmicos (Foto: Asmaa Waguih/Reuters)

A reticência da mídia em relação ao assunto tem várias origens. Uma pode ser o medo de provocar mais violência. Outra é, provavelmente, a influência de grupos de lobby, como a Organização da Cooperação Islâmica – uma espécie de Nações Unidas do islamismo, com sede na Arábia Saudita – e o Conselho para Relações Americano-Islâmicas. Na última década, essas e outras entidades similares foram consideravelmente bem-sucedidas em persuadir importantes figuras públicas e jornalistas do Ocidente a achar que todo e qualquer exemplo entendido como discriminação anti-islâmica é expressão de um transtorno chamado “islamofobia” – um termo cujo objetivo é extrair a mesma reprovação moral da xenofobia ou da homofobia.

Avaliação do projeto de Reforma do Código Penal


Eu já havia republicado um artigo que falava acerca das aberrações morais e jurídicas do PNDH 3 (Plano Nacional dos “Direitos Humanos”, nº 3), gestado nas instâncias esquerdistas do PT, inspirado naturalmente por órgãos da ONU e fundações internacionais. Ele sofreu reprimendas e cortes, e acabou sendo resgatado à baila nas páginas do Projeto de Reforma do Código Penal.

No entanto, acabei achando o artigo abaixo com uma análise mais completa a respeito desse Projeto (diabólico) de Reforma do Código Penal, sem resquícios de esquerdismo próprios de pessoas que defendem aumento de pena para crimes contra animais, mas que defendem que mães “humanas” tenham “direito” de assassinar, covardemente, seus filhos em suas barrigas.

Fonte do artigo: Instituto Plínio Correia de Oliveira.

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Projeto de Código Penal angustia o País

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As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

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